Jeferson Ribeiro, Redação Terra
O oficial de Justiça do Supremo Tribunal Federal (STF) foi à superintendência da Polícia Federal em Brasília na tarde deste sábado para determinar que sejam libertados os magistrados presos na Operação Furacão, que já foram soltos. Por eles terem foro privilegiado, o STF desmembrou o processo. Os outros 21 acusados vão responder o inquérito na 6ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro. O Ministério Público já pediu a prisão preventiva de todos eles, que foi aceita. Eles serão transferidos para prisões do Rio.
O procurador geral da república, Antonio Fernando de Souza, ofereceu denúncia de prevaricação, corrupção passiva e formação de quadrilha contra os desembargadores, além do ministro do STJ, Paulo Medina. O ministro do STF, César Peluso, aceitou todas as denúncias.
José Eduardo Carreira Alvim (Desembargador Federal), José Ricardo Siqueira Regueira (Desembargador) e João Sérgio Leal Pereira (Procurador da República) responderão em liberdade. Ernesto da Luz Pinto Dória (Juiz TRT-SP) continuará detido, já que foi preso por porte ilegal de arma.
A Procuradoria Geral da República, a pedido da Polícia Federal, encaminhou ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF), o pedido de prisão preventiva por 30 dias, prorrogáveis por mais 30, dos 25 presos. Se o pedido não for aceito, a prisão temporária dos suspeitos termina na manhã neste domingo.
A Polícia Federal pediu ainda o bloqueio dos bens dos 25 presos e de mais 15 pessoas físicas e jurídicas diretamente ligadas a eles.
A PF informou também que já trabalha junto a organismos internacionais e junto ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para identificar movimentações financeiras suspeitas fora e dentro do País.
A Operação Furacão, deflagrada no dia 13 deste mês, prendeu 25 pessoas em dois Estados por suspeita de envolvimento com jogos ilegais, entre elas membros da polícia e do judiciário. A PF apreendeu também 2 t de material para análise, entre ele mais de R$ 15 milhões e 51 veículos.
No Rio, os policiais federais percorreram vários endereços e prenderam 23 pessoas, entre elas o presidente de honra da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, Aniz Abraão David, conhecido como Anísio.
Também acabaram presos no Rio o vice-presidente do Tribunal Regional Federal, desembargador José Eduardo Carreira Alvim, o delegado da PF de Niterói, Carlos Pereira, e o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Capitão Guimarães.
Na Bahia, ocorreram duas prisões, uma foi a do procurador regional da República, João Sérgio Pereira. No Distrito Federal, foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
O oficial de Justiça do Supremo Tribunal Federal (STF) foi à superintendência da Polícia Federal em Brasília na tarde deste sábado para determinar que sejam libertados os magistrados presos na Operação Furacão, que já foram soltos. Por eles terem foro privilegiado, o STF desmembrou o processo. Os outros 21 acusados vão responder o inquérito na 6ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro. O Ministério Público já pediu a prisão preventiva de todos eles, que foi aceita. Eles serão transferidos para prisões do Rio.
O procurador geral da república, Antonio Fernando de Souza, ofereceu denúncia de prevaricação, corrupção passiva e formação de quadrilha contra os desembargadores, além do ministro do STJ, Paulo Medina. O ministro do STF, César Peluso, aceitou todas as denúncias.
José Eduardo Carreira Alvim (Desembargador Federal), José Ricardo Siqueira Regueira (Desembargador) e João Sérgio Leal Pereira (Procurador da República) responderão em liberdade. Ernesto da Luz Pinto Dória (Juiz TRT-SP) continuará detido, já que foi preso por porte ilegal de arma.
A Procuradoria Geral da República, a pedido da Polícia Federal, encaminhou ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF), o pedido de prisão preventiva por 30 dias, prorrogáveis por mais 30, dos 25 presos. Se o pedido não for aceito, a prisão temporária dos suspeitos termina na manhã neste domingo.
A Polícia Federal pediu ainda o bloqueio dos bens dos 25 presos e de mais 15 pessoas físicas e jurídicas diretamente ligadas a eles.
A PF informou também que já trabalha junto a organismos internacionais e junto ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para identificar movimentações financeiras suspeitas fora e dentro do País.
A Operação Furacão, deflagrada no dia 13 deste mês, prendeu 25 pessoas em dois Estados por suspeita de envolvimento com jogos ilegais, entre elas membros da polícia e do judiciário. A PF apreendeu também 2 t de material para análise, entre ele mais de R$ 15 milhões e 51 veículos.
No Rio, os policiais federais percorreram vários endereços e prenderam 23 pessoas, entre elas o presidente de honra da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, Aniz Abraão David, conhecido como Anísio.
Também acabaram presos no Rio o vice-presidente do Tribunal Regional Federal, desembargador José Eduardo Carreira Alvim, o delegado da PF de Niterói, Carlos Pereira, e o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Capitão Guimarães.
Na Bahia, ocorreram duas prisões, uma foi a do procurador regional da República, João Sérgio Pereira. No Distrito Federal, foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.