por Aluízio Amorim, Blog Diego Casagrande
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O Plano de Desenvolvimento da Educação alardeado pelo governo já começou mal na solenidade de seu lançamento. Desta vez o discurso não foi improvisado por Lula. A frase original e lapidar foi urdida por um ghost writer, alguém da estatura intelectual de uma ameba. “Este é o século da elite do saber, e não apenas da elite do berço e sobrenome”, avisou Lula empostando a voz.
O Plano de Desenvolvimento da Educação alardeado pelo governo já começou mal na solenidade de seu lançamento. Desta vez o discurso não foi improvisado por Lula. A frase original e lapidar foi urdida por um ghost writer, alguém da estatura intelectual de uma ameba. “Este é o século da elite do saber, e não apenas da elite do berço e sobrenome”, avisou Lula empostando a voz.
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Num dia Lula fala em “distensão política”, no outro cai de pau, como não poderia deixar de ser, nas “elites deste país”, prega a luta de classes, estimula o racismo e destila um avassalador ressentimento. Entretanto, é preciso entender o que são “elites” para Lula e seus sequazes.
Num dia Lula fala em “distensão política”, no outro cai de pau, como não poderia deixar de ser, nas “elites deste país”, prega a luta de classes, estimula o racismo e destila um avassalador ressentimento. Entretanto, é preciso entender o que são “elites” para Lula e seus sequazes.
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Banqueiros e tubarões da indústria não se incluem neste conceito. Lula, como ventríloquo dos marxistas de orelha do PT, faz ressoar o ódio à classe média que, no final das contas, é quem arca com o custo da empreitada petista. No próximo dia 30 terá que correr aos bancos para pagar a primeira “prestação” do imposto de renda que lhe é tungado pelo governo.
Banqueiros e tubarões da indústria não se incluem neste conceito. Lula, como ventríloquo dos marxistas de orelha do PT, faz ressoar o ódio à classe média que, no final das contas, é quem arca com o custo da empreitada petista. No próximo dia 30 terá que correr aos bancos para pagar a primeira “prestação” do imposto de renda que lhe é tungado pelo governo.
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Lula e o PT cospem na classe média, mas dela tiram o sustento para esse plano da educação, para a bolsa família, para os agradáveis passeios a bordo do aerolula e para a manutenção de não sei quantos ministérios e secretarias para acolher o que chamam de “base aliada”.
Lula e o PT cospem na classe média, mas dela tiram o sustento para esse plano da educação, para a bolsa família, para os agradáveis passeios a bordo do aerolula e para a manutenção de não sei quantos ministérios e secretarias para acolher o que chamam de “base aliada”.
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Ora, não será nunca com ressentimento, ódio, violência, luta de classes e racismo que se resolverá o problema da educação no Brasil. Não será também - repito – com o aniquilamento da classe média. Nenhum país desenvolvido no mundo cometeu este desatino de esfacelar a classe média. Pelo contrário. O desenvolvimento de uma Nação se mede pelo tamanho de sua classe média e não pelo de uma legião de botocudos que preferem permanecer desempregados para perceber uma esmola do Estado.
Ora, não será nunca com ressentimento, ódio, violência, luta de classes e racismo que se resolverá o problema da educação no Brasil. Não será também - repito – com o aniquilamento da classe média. Nenhum país desenvolvido no mundo cometeu este desatino de esfacelar a classe média. Pelo contrário. O desenvolvimento de uma Nação se mede pelo tamanho de sua classe média e não pelo de uma legião de botocudos que preferem permanecer desempregados para perceber uma esmola do Estado.
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Isto que alinhei indica que o Plano de Desenvolvimento da Educação não logrará qualquer resultado. Ademais, há um inequívoco componente de ordem cultural e genética na formação do povo brasileiro que o impele à indolência e a uma inclinação irresistível de receber algum tipo de benesse governamental. A ética da malandragem se sobrepõe à ética do trabalho. São estes os valores que balizam a ação e a relação social da sociedade brasileira.
Isto que alinhei indica que o Plano de Desenvolvimento da Educação não logrará qualquer resultado. Ademais, há um inequívoco componente de ordem cultural e genética na formação do povo brasileiro que o impele à indolência e a uma inclinação irresistível de receber algum tipo de benesse governamental. A ética da malandragem se sobrepõe à ética do trabalho. São estes os valores que balizam a ação e a relação social da sociedade brasileira.
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Além disso, um verdadeiro plano educacional não pode descurar de outros aspectos que se vinculam, por exemplo, à ordem, à moralidade, a persecução da boa ética e o respeito à lei. Estes são valores imprescindíveis para a criação de um ambiente adequado ao desenvolvimento que, obrigatoriamente, se refletem no âmbito da educação. Ou seria por acaso válida interpretação politicamente correta das causas da violência e da evasão escolar, do vandalismo contra as escolas, uma decorrência da exclusão social?
Além disso, um verdadeiro plano educacional não pode descurar de outros aspectos que se vinculam, por exemplo, à ordem, à moralidade, a persecução da boa ética e o respeito à lei. Estes são valores imprescindíveis para a criação de um ambiente adequado ao desenvolvimento que, obrigatoriamente, se refletem no âmbito da educação. Ou seria por acaso válida interpretação politicamente correta das causas da violência e da evasão escolar, do vandalismo contra as escolas, uma decorrência da exclusão social?
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De nada adiantará um conjunto de boas intenções e nem mesmo a alocação dos recursos necessários para um plano desta natureza enquanto o Brasil tiver no governo um presidente e um partido que orientam as suas ações a partir de uma máfia sindical de um lado e, de outro, por um punhado de “intelectuais” mentalmente voltados para os albores do século passado.
De nada adiantará um conjunto de boas intenções e nem mesmo a alocação dos recursos necessários para um plano desta natureza enquanto o Brasil tiver no governo um presidente e um partido que orientam as suas ações a partir de uma máfia sindical de um lado e, de outro, por um punhado de “intelectuais” mentalmente voltados para os albores do século passado.
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Enquanto o Brasil for governado por um presidente e um partido de ressentidos, amargurados e rancorosos, que elegem a vindita como plataforma de governo, que desprezam as instituições democráticas, que mentem e enganam, não haverá nenhum plano que faça o País crescer e, muito menos, produzir uma elite de saber.
Enquanto o Brasil for governado por um presidente e um partido de ressentidos, amargurados e rancorosos, que elegem a vindita como plataforma de governo, que desprezam as instituições democráticas, que mentem e enganam, não haverá nenhum plano que faça o País crescer e, muito menos, produzir uma elite de saber.