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Grande parte do salto do Produto Interno Bruto (PIB) registrado pela nova metodologia de cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve ser creditada à privatização do setor de telecomunicações. O atual governo, portanto, colhe os frutos de uma decisão tomada no governo Fernando Henrique Cardoso e que sofreu forte oposição do PT e do próprio Luiz Inácio Lula da Silva. O autor da avaliação é o economista Amaury Bier, ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda na administração passada.
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“O ministro (Guido) Mantega não deve ter prestado muita atenção ao fato de que foi a enorme expansão do setor de telecomunicações depois da privatização que fez a economia crescer mais. O governo Lula não fez nada para que isso acontecesse. Pelo contrário, o PT só tentou atrapalhar”, disse Bier, atualmente sócio da Gávea Investimentos. Mantega faturou politicamente a mudança dos números do PIB, comparando os dois governos.
“O ministro (Guido) Mantega não deve ter prestado muita atenção ao fato de que foi a enorme expansão do setor de telecomunicações depois da privatização que fez a economia crescer mais. O governo Lula não fez nada para que isso acontecesse. Pelo contrário, o PT só tentou atrapalhar”, disse Bier, atualmente sócio da Gávea Investimentos. Mantega faturou politicamente a mudança dos números do PIB, comparando os dois governos.
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O novo método do IBGE aumentou o peso dos serviços na economia, passando de 56,3% para 66,7%, elevando a participação do setor de telecomunicações. Assim, a média de crescimento do PIB no governo Lula aumentou, enquanto a da gestão FHC caiu. A média do primeiro mandato de Fernando Henrique diminuiu de 2,6% para 2,44% e, do segundo, de 2,3% para 2,15%. “O IBGE tem uma reputação de credibilidade. O tema é técnico e espero que tenha sido tratado tecnicamente. Quero crer que ele tenha sido tratado com seriedade”, disse Bier.
O novo método do IBGE aumentou o peso dos serviços na economia, passando de 56,3% para 66,7%, elevando a participação do setor de telecomunicações. Assim, a média de crescimento do PIB no governo Lula aumentou, enquanto a da gestão FHC caiu. A média do primeiro mandato de Fernando Henrique diminuiu de 2,6% para 2,44% e, do segundo, de 2,3% para 2,15%. “O IBGE tem uma reputação de credibilidade. O tema é técnico e espero que tenha sido tratado tecnicamente. Quero crer que ele tenha sido tratado com seriedade”, disse Bier.
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Mantega fez questão de alfinetar o governo passado. “Esses números comprovavam que a economia não estava mesmo crescendo naquela época. De 1995 a 2002, houve queda no ritmo de crescimento do PIB”, disse, citando exatamente o período FHC. A performance de Lula, em contrapartida, foi inflada. O crescimento médio anual passou de 2,6% para 3,5%. Sem querer polemizar, Bier não deixou sem resposta a espetada do ministro. “É uma pobreza de espírito total esse tipo de declaração, politizando algo que é eminentemente técnico.”
COMENTANDO A NOTICIA: E viva o super-aquecimento globalizado do PIB nacional ! Apesar de ninguém esteja ganhando absolutamente nada a mais com isso. É apenas, e tão somente, para elevar o ego presidencial, apesar de que a mediocridade continue a mesma.
Mantega fez questão de alfinetar o governo passado. “Esses números comprovavam que a economia não estava mesmo crescendo naquela época. De 1995 a 2002, houve queda no ritmo de crescimento do PIB”, disse, citando exatamente o período FHC. A performance de Lula, em contrapartida, foi inflada. O crescimento médio anual passou de 2,6% para 3,5%. Sem querer polemizar, Bier não deixou sem resposta a espetada do ministro. “É uma pobreza de espírito total esse tipo de declaração, politizando algo que é eminentemente técnico.”
COMENTANDO A NOTICIA: E viva o super-aquecimento globalizado do PIB nacional ! Apesar de ninguém esteja ganhando absolutamente nada a mais com isso. É apenas, e tão somente, para elevar o ego presidencial, apesar de que a mediocridade continue a mesma.