Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Já há vários dias, meses talvez, nos boletins do TOQUEDEPRIMA, temos noticiados que o TCU aponta irregularidades cometidas pelas Prefeituras na administração dos recursos do FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, principalmente a falta de prestação de contas pelos municípios do destino dado ao dinheiro recebido.
Regra geral, o que mais acontece em tais casos, são os repasses serem suspensos, até que os prefeitos criem vergonha na cara, e cumpram seu dever. Vocês sabem o que acontece, ato continuo à falta de repasses ? As prefeituras ficam sem os recursos para a merenda escolar das crianças. Ou seja, a vítima acaba pagando o pato. E o prefeito cretino, fica numa boa. Depois, com algum lobby e alguma negociação cretina nos antros do poder, consegue se safar.
E é aí que mora a safadeza. Quem deveria ser punido por não cumprir sua obrigação? O prefeito, certo ? Pois é, mas o cretino vai prá casa e nada demais lhe acontece. As crianças, a quem o dinheiro se destinaria ficam privadas de sua merenda escolar. E por que não se pune o prefeito ? E por que a verba destinada à merenda escolar deve ser controlada pela Prefeitura, facilitando assim o desvio e falta de responsabilidade ? Por que não se mantém a regra implantada por Paulo Renato de Souza, no governo FHC, quando o dinheiro ia direto para escola ? Porque, neste caso, não haveria barganhas políticas, aquela canalhice que os políticos adoram fazer e o povo que se dane !
De nada vale o TCU investigar e apontar as falcatruas nas administrações públicas brasileiras, se na hora de se punir os safados, o tiroteio é apontado na direção dos beneficiários, que é a população. Dever-se-ia, neste e em qualquer caso que a Prefeitura não prestasse contas de verbas públicas recebidas, o prefeito simplesmente ser preso, e a Prefeitura sofrer uma intervenção judicial, acompanhada de uma auditoria, e em se comprovando o mau uso do dinheiro público ou o desvio de sua finalidade, o prefeito deveria ter seus direitos políticos suspensos para sempre, seria condenado ainda a reembolso o município pelo valor devidamente corrigido daquilo que desviou. Aléam de cumprir sentença de prestação de serviços comunitários.
Isto seria, sim, uma maneira de se por fim às vigarices cometidas diariamente nas administrações públicas. E a regra deveria valer para qualquer função pública, principalmente aqueles abastecidas pelo Tesouro Nacional. Ou se cria meios de punição para os maus políticos, com seu afastamento da vida pública, ou a tendência será mais e mais a degradação moral e de costumes na cena política, com a irreversível contaminação de toda a sociedade.
O que hoje estamos assistindo com o que se passa no Judiciário, nada mais é do que o sintoma de uma sociedade doente, cujas instituições se apodrecem nos cancros da impunidade.
Basta que se analise um pouquinho para se ver o quanto é feito de privilégios a ação dos políticos brasileiros. Com zero de responsabilidades, com zero de punição para por cobro aos seus desmandos e vigarices.
Não é de hoje que se diz isso, nem este espaço é único na defesa da moralidade da vida política nacional. Para se arrancar o Brasil definitivamente do atraso é preciso que se dê ao menos um primeiro passo no sentido de se expulsar da vida política aqueles todos que não estejam à altura de seus mandatos e da confiança que a sociedade neles depositou. Não há meio termo: é expulsão e expulsão, ou daqui 50, 100 anos, ainda se estará discutindo as mesmas mazelas, pedindo-se pela punição dos culpados, e estes continuarão soltos e livres por aí, a cometer desatinos e a desmoralizar ainda mais o poder público.
Com relação ao FNDE, a última, só para informar, é do Tribunal de Contas da União ter julgado irregulares as contas de Ênio Braga de Carvalho, ex-prefeito de Ubajara (CE), e o condenou a pagar mais de R$ 210 mil por não prestar contas dos recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a manutenção das escolas públicas do município. Só hoje, foram identificados pelo TCU cinco casos distintos de mal-uso de fundos do FNDE, que acumulam mais de R$ 800 mil de recursos que desapareceram. Não basta apenas condená-lo a reembolsar o dinheiro que desviou. Isto aliás, é o mínimo. A punição deve ser de tal sorte que iniba a ação de outros cretinos. Num único dia, o TCU apontou cinco casos.
Quando Lula assumiu, dentre outras ações incompetentes, ele revogou a ação de Paulo Renato que evitava a falcatrua. Claro que por trás da atitude de Lula, não havia nenhuma tentativa de melhorar a Educação. O uso político de forma cretina tem sido uma característica muito própria de seu governo de vigaristas e cafajestes. Ao devolver às Prefeituras o destino dos recursos do FNDE, ele retornou à prática canalha de 10 anos atrás, quando muito recurso se consumia na Educação, e nem 10% do montante chegava a quem realmente o dinheiro se destinava. Claro que a barganha teve o dom de tornar o MEC, dentre outros Ministérios, um imenso balcão de negócios escusos entre o Poder Executivo, detentor da verba, e as Prefeituras, a quem o dinheiro favoreceria.
Não é por outra razão que tantas áreas da administração federal se acham abandonadas. O dinheiro a elas destinado ficará invariavelmente pelo caminho, desviado para atender apetites de vigaristas de todo o gênero. Quando se vê o governo, por exemplo, negar-se em prestar contas dos cartões de crédito corporativos, se sabe que os gastos que permanecem ocultos nada tem haver com “segurança nacional”. Tem haver com a segurança da impunidade dos canalhas que gastam aquilo que não é seu de forma ilegal.
Agora vocês imaginem o que se fará com os prometidos R$ 8,00 bilhões destinados ao PacEducação, que seguirá o mesmo roteiro de remessas ? E, a julgar pelo que o governo anunciou, mais uma vez a vítima é que será punida pelas más administrações. Portanto, enquanto Lula for presidente, não se espere moralização na administração de recursos públicos. O DNA desta gente é a falcatrua com o nosso dinheiro e a eterna impunidade.
Já há vários dias, meses talvez, nos boletins do TOQUEDEPRIMA, temos noticiados que o TCU aponta irregularidades cometidas pelas Prefeituras na administração dos recursos do FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, principalmente a falta de prestação de contas pelos municípios do destino dado ao dinheiro recebido.
Regra geral, o que mais acontece em tais casos, são os repasses serem suspensos, até que os prefeitos criem vergonha na cara, e cumpram seu dever. Vocês sabem o que acontece, ato continuo à falta de repasses ? As prefeituras ficam sem os recursos para a merenda escolar das crianças. Ou seja, a vítima acaba pagando o pato. E o prefeito cretino, fica numa boa. Depois, com algum lobby e alguma negociação cretina nos antros do poder, consegue se safar.
E é aí que mora a safadeza. Quem deveria ser punido por não cumprir sua obrigação? O prefeito, certo ? Pois é, mas o cretino vai prá casa e nada demais lhe acontece. As crianças, a quem o dinheiro se destinaria ficam privadas de sua merenda escolar. E por que não se pune o prefeito ? E por que a verba destinada à merenda escolar deve ser controlada pela Prefeitura, facilitando assim o desvio e falta de responsabilidade ? Por que não se mantém a regra implantada por Paulo Renato de Souza, no governo FHC, quando o dinheiro ia direto para escola ? Porque, neste caso, não haveria barganhas políticas, aquela canalhice que os políticos adoram fazer e o povo que se dane !
De nada vale o TCU investigar e apontar as falcatruas nas administrações públicas brasileiras, se na hora de se punir os safados, o tiroteio é apontado na direção dos beneficiários, que é a população. Dever-se-ia, neste e em qualquer caso que a Prefeitura não prestasse contas de verbas públicas recebidas, o prefeito simplesmente ser preso, e a Prefeitura sofrer uma intervenção judicial, acompanhada de uma auditoria, e em se comprovando o mau uso do dinheiro público ou o desvio de sua finalidade, o prefeito deveria ter seus direitos políticos suspensos para sempre, seria condenado ainda a reembolso o município pelo valor devidamente corrigido daquilo que desviou. Aléam de cumprir sentença de prestação de serviços comunitários.
Isto seria, sim, uma maneira de se por fim às vigarices cometidas diariamente nas administrações públicas. E a regra deveria valer para qualquer função pública, principalmente aqueles abastecidas pelo Tesouro Nacional. Ou se cria meios de punição para os maus políticos, com seu afastamento da vida pública, ou a tendência será mais e mais a degradação moral e de costumes na cena política, com a irreversível contaminação de toda a sociedade.
O que hoje estamos assistindo com o que se passa no Judiciário, nada mais é do que o sintoma de uma sociedade doente, cujas instituições se apodrecem nos cancros da impunidade.
Basta que se analise um pouquinho para se ver o quanto é feito de privilégios a ação dos políticos brasileiros. Com zero de responsabilidades, com zero de punição para por cobro aos seus desmandos e vigarices.
Não é de hoje que se diz isso, nem este espaço é único na defesa da moralidade da vida política nacional. Para se arrancar o Brasil definitivamente do atraso é preciso que se dê ao menos um primeiro passo no sentido de se expulsar da vida política aqueles todos que não estejam à altura de seus mandatos e da confiança que a sociedade neles depositou. Não há meio termo: é expulsão e expulsão, ou daqui 50, 100 anos, ainda se estará discutindo as mesmas mazelas, pedindo-se pela punição dos culpados, e estes continuarão soltos e livres por aí, a cometer desatinos e a desmoralizar ainda mais o poder público.
Com relação ao FNDE, a última, só para informar, é do Tribunal de Contas da União ter julgado irregulares as contas de Ênio Braga de Carvalho, ex-prefeito de Ubajara (CE), e o condenou a pagar mais de R$ 210 mil por não prestar contas dos recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a manutenção das escolas públicas do município. Só hoje, foram identificados pelo TCU cinco casos distintos de mal-uso de fundos do FNDE, que acumulam mais de R$ 800 mil de recursos que desapareceram. Não basta apenas condená-lo a reembolsar o dinheiro que desviou. Isto aliás, é o mínimo. A punição deve ser de tal sorte que iniba a ação de outros cretinos. Num único dia, o TCU apontou cinco casos.
Quando Lula assumiu, dentre outras ações incompetentes, ele revogou a ação de Paulo Renato que evitava a falcatrua. Claro que por trás da atitude de Lula, não havia nenhuma tentativa de melhorar a Educação. O uso político de forma cretina tem sido uma característica muito própria de seu governo de vigaristas e cafajestes. Ao devolver às Prefeituras o destino dos recursos do FNDE, ele retornou à prática canalha de 10 anos atrás, quando muito recurso se consumia na Educação, e nem 10% do montante chegava a quem realmente o dinheiro se destinava. Claro que a barganha teve o dom de tornar o MEC, dentre outros Ministérios, um imenso balcão de negócios escusos entre o Poder Executivo, detentor da verba, e as Prefeituras, a quem o dinheiro favoreceria.
Não é por outra razão que tantas áreas da administração federal se acham abandonadas. O dinheiro a elas destinado ficará invariavelmente pelo caminho, desviado para atender apetites de vigaristas de todo o gênero. Quando se vê o governo, por exemplo, negar-se em prestar contas dos cartões de crédito corporativos, se sabe que os gastos que permanecem ocultos nada tem haver com “segurança nacional”. Tem haver com a segurança da impunidade dos canalhas que gastam aquilo que não é seu de forma ilegal.
Agora vocês imaginem o que se fará com os prometidos R$ 8,00 bilhões destinados ao PacEducação, que seguirá o mesmo roteiro de remessas ? E, a julgar pelo que o governo anunciou, mais uma vez a vítima é que será punida pelas más administrações. Portanto, enquanto Lula for presidente, não se espere moralização na administração de recursos públicos. O DNA desta gente é a falcatrua com o nosso dinheiro e a eterna impunidade.