Boxeadores de Cuba teriam sido "dopados e presos"
Redação Terra
Os boxeadores cubanos que desertaram durante o Pan-Americano, no Rio, em julho, teriam afirmado que saíram da concentração dos atletas para fazer compras e teriam sido dopados e mantidos presos em apartamento em Copacabana. A explicação foi dada em depoimento à Polícia Federal dado por Guillermo Rigoundeaux e Erislandy Lara, segundo a Folha de S.Paulo. Ambos voltaram a Cuba no final de semana.
Segundo a versão do depoimento, os atletas teriam sido abordados por dois homens, Michel e Alex, que teriam oferecido levá-los a um ligar para comprar aparelhos "baratos".
Após as compras, eles teriam oferecido álcool e energéticos aos esportistas. Os cubanos aceitaram o energético e alegaram ter sentido "tonteira" ao serem levados a um bar.
O ministro da Justiça disse ontem que a Polícia Federal agiu dentro da legalidade no caso. Para Tarso, os pugilistas que desertaram no Pan pediram para voltar ao seu país e o governo não podia mantê-los no Brasil.
Redação Terra
Os boxeadores cubanos que desertaram durante o Pan-Americano, no Rio, em julho, teriam afirmado que saíram da concentração dos atletas para fazer compras e teriam sido dopados e mantidos presos em apartamento em Copacabana. A explicação foi dada em depoimento à Polícia Federal dado por Guillermo Rigoundeaux e Erislandy Lara, segundo a Folha de S.Paulo. Ambos voltaram a Cuba no final de semana.
Segundo a versão do depoimento, os atletas teriam sido abordados por dois homens, Michel e Alex, que teriam oferecido levá-los a um ligar para comprar aparelhos "baratos".
Após as compras, eles teriam oferecido álcool e energéticos aos esportistas. Os cubanos aceitaram o energético e alegaram ter sentido "tonteira" ao serem levados a um bar.
O ministro da Justiça disse ontem que a Polícia Federal agiu dentro da legalidade no caso. Para Tarso, os pugilistas que desertaram no Pan pediram para voltar ao seu país e o governo não podia mantê-los no Brasil.
*
ENQUANTO ISSO...
Atleta cubano quer ficar no Brasil
De O Globo
O atleta cubano Rafael Capote, de 19 anos, jogador de handebol, esteve ontem no escritório de São Paulo da Cáritas, instituição ligada à Igreja Católica e conveniada ao Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), e passou por uma entrevista, primeiro passo para o pedido de refúgio encaminhando às autoridades brasileiras. Rafael disse que viveria melhor aqui.
— Perguntaram por que solicitei o refúgio e respondi que tenho possibilidade de jogar e ter melhores condições de vida — contou o jogador à rádio CBN.
O atleta disse ter um acerto para jogar no Imes-Santa Maria/São Caetano, de São Caetano do Sul (SP):
— Se voltasse a Cuba, sofreríamos pressão, eu e minha família, e perderíamos tudo.
COMENTANDO A NOTICIA: Segundo nota do Ministério da Justiça, Guillermo Rigondeaux Ortiz e Erislandy Lara Zantaya queriam voltar a seu país e teriam manifestação tal intenção no primeiro depoimento à PF, na quinta. Com rapidez espantosa, eles já foram despachados para Cuba no sábado, apesar do Ministério Público haver determinado que se investigasse o caso, antes de os enviar aos braços do ditador cubano. Enquanto durasse a apuração, informou-se, eles permaneceriam no Brasil.
ENQUANTO ISSO...
Atleta cubano quer ficar no Brasil
De O Globo
O atleta cubano Rafael Capote, de 19 anos, jogador de handebol, esteve ontem no escritório de São Paulo da Cáritas, instituição ligada à Igreja Católica e conveniada ao Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), e passou por uma entrevista, primeiro passo para o pedido de refúgio encaminhando às autoridades brasileiras. Rafael disse que viveria melhor aqui.
— Perguntaram por que solicitei o refúgio e respondi que tenho possibilidade de jogar e ter melhores condições de vida — contou o jogador à rádio CBN.
O atleta disse ter um acerto para jogar no Imes-Santa Maria/São Caetano, de São Caetano do Sul (SP):
— Se voltasse a Cuba, sofreríamos pressão, eu e minha família, e perderíamos tudo.
COMENTANDO A NOTICIA: Segundo nota do Ministério da Justiça, Guillermo Rigondeaux Ortiz e Erislandy Lara Zantaya queriam voltar a seu país e teriam manifestação tal intenção no primeiro depoimento à PF, na quinta. Com rapidez espantosa, eles já foram despachados para Cuba no sábado, apesar do Ministério Público haver determinado que se investigasse o caso, antes de os enviar aos braços do ditador cubano. Enquanto durasse a apuração, informou-se, eles permaneceriam no Brasil.
Segundo a versão oficial que está na praça, ambos saíram da Vila Olímpica para fazer compras e foram abordados por dois empresários inescrupulosos. Um deles os teria convencido a ir até seu apartamento, onde os dopou. Depois, foram largados na praia,onde teriam pedido a um pescador que chamasse a polícia.
Querem saber? É mentira, trajada de versão oficial. Nada na história do Brasil ampara e dá a menor credibilidade para esta “versão”. Aliás, pelo contrário: ela abre uma imensa avenida de desconfianças do tipo de ser “ação” desencadeada pelo governo em relação aos “arrependidos” atletas cubanos.
Na edição de hoje ainda, publicaremos a prisão do, senão o número 1, pelo menos um dos maiores narcotraficantes do mundo. Como há um pedido de extradição dos Estados Unidos, vocês podem esperar uma intensa novela que este governo vai armar para envia-lo para ser punido pelos americanos. Se é que este não se transformará em um mais caso Medina, também narcotraficante, com penca de condenações na Colômbia, e a quem o governo Lula deu abrigo. Parece que este governo não gosta de inocentes, como foi o caso dos atletas cubanos. Quanto maior for a folha corrida da figura maiores as chances de ganhar casa, comida e roupa lavada. A Esplanada dos Ministérios que o diga... Como já dissemos várias vezes, e não custa repetir: este é o governo do crime organizado.