***** Problemas ambientes matam 4 milhões de crianças por ano
Quatro milhões de crianças com menos de cinco anos de idade morrem todo ano por problemas ambientais, como ar ou água poluídos e exposição a substâncias químicas, de acordo com informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
***** Rua com esses picaretas!
Do Jornal da Globo
O nome do economista Josef Barat foi aprovado pelo Senado há um ano para ocupar uma diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil. Três dias depois do desastre com o avião da TAM, ele recebeu uma medalha por prestar notórios serviços à Aeronáutica.
No começo de dezembro do ano passado, Josef Barat viajou a Nova Iorque com tudo pago pela TAM, para, segundo a Anac, proferir uma palestra. O tema: "A visão da Anac quanto ao futuro desenvolvimento do setor aéreo e suas questões”.
O que a Anac não disse é que a palestra fazia parte do "TAM Day", como registrado em um convite enviado pela empresa ao mercado. O nome do diretor é um dos destaques do evento – que tinha como objetivo apresentar a empresa a investidores internacionais.
***** Charme só na oposição
Lauro Jardim, Radar, VEJA online
Aécio Neves pediu ao Ibope que avaliasse sua eventual transferência para um partido da base do governo, como o PMDB. O resultado é desestimulante. A pesquisa mostra que a força de Aécio está em fazer uma oposição light a Lula. Ao lado do governo, ele perde substância.
***** Fatura liquidada
Sai da área de boatos para entrar na História a versão de que uma ordem de Fidel Castro a cobiçado celular em São Paulo selou a sorte, em dois dias, dos pugilistas cubanos.
***** "Lula favorece Renan", diz Heloísa Helena
A ex-senadora Heloísa Helena afirmou nesta sexta-feira que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é fortalecido pela "postura inconseqüente" do presidente Lula em lhe devolver "o serviço sujo que foi prestado no passado."
Quatro milhões de crianças com menos de cinco anos de idade morrem todo ano por problemas ambientais, como ar ou água poluídos e exposição a substâncias químicas, de acordo com informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
***** Rua com esses picaretas!
Do Jornal da Globo
O nome do economista Josef Barat foi aprovado pelo Senado há um ano para ocupar uma diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil. Três dias depois do desastre com o avião da TAM, ele recebeu uma medalha por prestar notórios serviços à Aeronáutica.
No começo de dezembro do ano passado, Josef Barat viajou a Nova Iorque com tudo pago pela TAM, para, segundo a Anac, proferir uma palestra. O tema: "A visão da Anac quanto ao futuro desenvolvimento do setor aéreo e suas questões”.
O que a Anac não disse é que a palestra fazia parte do "TAM Day", como registrado em um convite enviado pela empresa ao mercado. O nome do diretor é um dos destaques do evento – que tinha como objetivo apresentar a empresa a investidores internacionais.
***** Charme só na oposição
Lauro Jardim, Radar, VEJA online
Aécio Neves pediu ao Ibope que avaliasse sua eventual transferência para um partido da base do governo, como o PMDB. O resultado é desestimulante. A pesquisa mostra que a força de Aécio está em fazer uma oposição light a Lula. Ao lado do governo, ele perde substância.
***** Fatura liquidada
Sai da área de boatos para entrar na História a versão de que uma ordem de Fidel Castro a cobiçado celular em São Paulo selou a sorte, em dois dias, dos pugilistas cubanos.
***** "Lula favorece Renan", diz Heloísa Helena
A ex-senadora Heloísa Helena afirmou nesta sexta-feira que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é fortalecido pela "postura inconseqüente" do presidente Lula em lhe devolver "o serviço sujo que foi prestado no passado."
A presidente do PSOL avaliou que há uma combinação de máquinas para defender o presidente do Senado. "A base bajulatória do Congresso Nacional e o balcão de negócios sujos distribuindo cargos, prestígio e poder do governo federal", disse Heloísa.
A ex-senadora organizou um protesto contra "a corrupção, o caos aéreo e a impunidade" na Esquina Democrática, centro de Porto Alegre. Heloísa Helena aproveitou a manifestação para criticar a prorrogação da CPMF.
***** Relator da CPI diz que "há crime organizado" na Infraero
O relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Apagão Aéreo, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse acreditar que "há crime organizado" na Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária). "Licitações dirigidas, projetos básicos lacunosos, projeto executivo modificado, as obras eram feitas com os preços que se quisesse; ninguém tinha controle", afirmou o senador.
Nesta quinta, a CPI ouviu sete procuradores da República. Nos sete estados em que eles trabalham, foram encontrados indícios de irregularidades em obras da Infraero. Demóstenes afirmou que, no entanto, o prejuízo não foi maior devidos as investigações do TCU (Tribunal de Contas da União).
Segundo o senador, as irregularidades foram sendo descobertas individualmente, e só com o tempo foi verificado que elas aconteciam em todo o Brasil. Ele ressaltou que eram sempre as mesmas sete ou oito empreiteiras que venciam as licitações nos aeroportos, embora existam mais de três mil empresas de engenharia em todo o País.
O democrata ainda disse que as informações recolhidas pela CPI indicam que as irregularidades na Infraero já existiam pelo menos a partir de 2001, na administração Fernando Henrique Cardoso.
***** Salários de servidores consomem 40% dos impostos brasileiros
De acordo com relatório da Secretaria do Tesouro Nacional, que consolida as despesas e receitas de toda a administração pública do país, em 2006 os governos federal, estaduais e municipais arrecadaram R$ 769,2 bilhões em impostos e contribuições e gastaram R$ 308,2 bilhões com pagamento de pessoal e aposentadorias. Isto representa que a cada R$ 1 de salário formal pago no Brasil, cerca de R$ 0,34 provêm de um patrão da administração pública - excluindo da conta as remunerações pagas por empresas estatais, que também fazem parte do setor público.
Os gastos só estão abaixo do limite máximo permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que é de 50% das receitas para a União e 60% para estados e municípios, devido ao elevado crescimento da carga tributária no país. Entre 2002 e 2006, o volume de impostos e contribuições recolhidos pelo poder público cresceu 70%, enquanto as despesas de pessoal avançaram 54,3%. Segundo dados do IBGE, a inflação média desse período foi de 37,7%.
***** Trem da alegria de 1 milhão
A Câmara dos Deputados põe nos trilhos um inacreditável "trem da alegria": a proposta de emenda constitucional nº 54/99 pretende efetivar como servidor público, com todos os direitos e garantias, os chamados trabalhadores temporários (ou terceirizados) que prestam serviços a órgãos federais. Sem concurso, pela janela. Se aprovada, a emenda deve beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas. Pode ser votada ainda este mês.
*** COMENTANDO A NOTÍCIA: Esta informação já tínhamos passado aqui. Como soava como uma possibilidade a se confirmar, agora reprisamos em razão de que se prevê sua entrada na pauta de votações ainda mês. Reparem como este povo é de “preocupação” extremada com o país: de um lado, o país clama que se acabe com a CPMF, de outro, os parlamentares se agarram em aumentar as despesas de forma cretina. Depois quando são assim chamados como foi o caso do Arnaldo Jabor, eles querem partir prá briga. Quando este pessoal se dará conta de que o país não é deles, o dinheiro não é deles, e que tanto um quanto o outro, merecem um pingo de respeito. Querem saber: eles são mais do que canalhas, são verdadeiros cafajestes.
***** Novo presidente da Infraero quer demissão de 100 funcionários
O novo presidente da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), Sérgio Gaudenzi, pretende exonerar pelo menos cerca 100 funcionários não concursados da estatal. Responsável pela administração de 67 aeroportos em todo o país, nos últimos anos o órgão contratou mais de 200 pessoas por indicações políticas, utilizando-se de brechas na legislação.
Segundo Gaudenzi, as demissões vão ocorrer para cumprir uma norma interna, já existente, que limita as contratações especiais a 1% do quadro de funcionários – atualmente em 10.650. Isso significa que a Infraero só deveria ter 106 casos de contratação especial. Na semana passada, Gaudenzi recebeu uma lista com 207 nomes. E ao lado deles salários de R$ 11 mil (nível I) e R$ 9,2 mil (nível II). "Vamos fazer um trabalho para rapidamente retornar ao teto. Quero ter no máximo 120 pessoas nessa situação", disse Gaudenzi.