Governo gasta quase R$ 800 milhões com carros oficiais
Priscilla Mendes, Do Contas Abertas
Priscilla Mendes, Do Contas Abertas
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O governo gastou mais com veículos oficiais do que com o Ministério da Cultura ou com o Superior Tribunal de Justiça em 2007. De 2002 para cá, o valor gasto com a frota federal, que inclui todos os tipos de veículos pertencentes à União, como ambulâncias, viaturas da Polícia Federal, de representação, de fiscalização, entre outros, quase dobrou, chegando aos R$ 797 milhões em 2007. As despesas gerais englobam compra, aluguel, serviço de manutenção, combustíveis e lubrificantes, IPVA, compra de acessórios e pagamento de outras despesas relativas aos veículos. É importante ressaltar que esses gastos não podem ser considerados exorbitantes sem um estudo mais aprofundado, visto o tamanho do país e as diversidades das ações públicas.
O governo gastou mais com veículos oficiais do que com o Ministério da Cultura ou com o Superior Tribunal de Justiça em 2007. De 2002 para cá, o valor gasto com a frota federal, que inclui todos os tipos de veículos pertencentes à União, como ambulâncias, viaturas da Polícia Federal, de representação, de fiscalização, entre outros, quase dobrou, chegando aos R$ 797 milhões em 2007. As despesas gerais englobam compra, aluguel, serviço de manutenção, combustíveis e lubrificantes, IPVA, compra de acessórios e pagamento de outras despesas relativas aos veículos. É importante ressaltar que esses gastos não podem ser considerados exorbitantes sem um estudo mais aprofundado, visto o tamanho do país e as diversidades das ações públicas.
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Quem reclama do preço da gasolina não imagina a quantia que os cofres públicos desembolsam para pagar o combustível dos carros do governo: R$ 274 milhões no ano passado. Quase o gasto global de todo o Supremo Tribunal Federal em 2007, por exemplo, que foi de R$ 385,4 milhões. Mas foi em 2006, ano de campanha eleitoral, que o governo mais gastou: R$ 800,9 milhões de despesas totais, sendo R$ 409 milhões só em combustíveis e lubrificantes.
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Incluídos nesse montante, também estão gastos com a compra de acessórios essenciais e outros como instalação de aparelhos de som MP3, ar-condicionado e toca fita: R$ 385 mil ano passado. Além de locação de veículos, R$ 518 mil, e serviços de estacionamento, R$ 493 mil. Manter essa frota também não foi barato: R$ 221,2 milhões em serviços e materiais para conservação da frota.
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ENQUANTO ISSO...
Dengue: governo federal executou apenas 55% em programa de prevenção
Priscilla Mendes, Do Contas Abertas
Em meio à epidemia de dengue no estado do Rio de Janeiro, não é difícil imaginar que o governo federal tenha executado mal suas principais ações de prevenção e vigilância à doença. Ano passado, o Ministério da Saúde aplicou apenas 55% do total de R$ 68,1 milhões no Programa de Vigilância, Prevenção e Controle da Malária e da Dengue, sendo que a principal ação destinada à doença que castiga o Rio usou apenas 31% dos recursos previstos no Orçamento Geral da União (OGU).
ENQUANTO ISSO...
Dengue: governo federal executou apenas 55% em programa de prevenção
Priscilla Mendes, Do Contas Abertas
Em meio à epidemia de dengue no estado do Rio de Janeiro, não é difícil imaginar que o governo federal tenha executado mal suas principais ações de prevenção e vigilância à doença. Ano passado, o Ministério da Saúde aplicou apenas 55% do total de R$ 68,1 milhões no Programa de Vigilância, Prevenção e Controle da Malária e da Dengue, sendo que a principal ação destinada à doença que castiga o Rio usou apenas 31% dos recursos previstos no Orçamento Geral da União (OGU).
Os recursos destinados ao Programa de Vigilância, Prevenção e Controle da Malária e da Dengue servem para financiar campanhas educativas, capacitação de profissionais de estados e municípios, transporte de inseticidas, cooperação técnica internacional, entre outros. A compra de equipamentos e veículos com o objetivo de fortalecer a capacidade operacional dos agentes também é feita com esses recursos, sendo que 34% do montante aplicado no programa foram destinados à publicidade e campanhas de utilidade pública.
Quanto à baixa execução do programa, o Ministério da Saúde ressalta que é de praxe reservar (empenhar, no jargão econômico) no orçamento mais do que se pretende gastar, porque, quando um ano termina, ainda há recursos em caixa para que as atividades sejam mantidas até a aprovação do OGU do ano seguinte. Vale lembrar, no entanto, que os valores coletados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) pelo Contas Abertas já englobam o pagamento de dívidas de anos anteriores, os “restos a pagar”. Mesmo se considerados os restos a pagar, o desembolso do ministério não ultrapassou 55% do valor autorizado em orçamento para 2007. Dos R$ 37,4 milhões aplicados, R$ 10,5 milhões serviram para quitar débitos de exercícios passados.
O ministério alega também que a maior parte das ações de combate à dengue é desenvolvida pelos estados e municípios com recursos oriundos do Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS), que é transferido todo mês diretamente do Fundo Nacional de Saúde. Ano passado, o governo repassou R$ 765,3 milhões por meio do Teto, dos quais 93% foram executados.
O dinheiro serve para desenvolver ações que visam o combate de diversas doenças epidemiológicas. No entanto, segundo estimativas do Ministério da Saúde, cerca de 70% dos recursos do Teto atendem atividades de controle da dengue em todo o país, com exceção do Norte, onde a população está mais vulnerável à malária. Essa estimativa baseia-se em reuniões entre representantes do ministério, de municípios e de estados que abordam o grande contingente de técnicos de saúde e de visitas feitas casa a casa. O intuito é fiscalizar e orientar os cidadãos quanto às formas de combater o mosquito transmissor da doença.
O controle das áreas afetadas exige contratação de um agente para cada 800 imóveis. Isso ocorre atualmente em 3.500 municípios infestados, além daqueles que não apresentam foco do mosquito, nos quais a fiscalização também é obrigatória.
Para o epidemiologista da Universidade de Brasília Pedro Tauil a descentralização dos recursos destinados ao combate à doença dificulta a realização de uma campanha mais eficaz em todos os estados brasileiros. “Da maneira como está sendo distribuída a verba, acaba que alguns municípios trabalham bem e outros não. Cada local tem uma demanda diferenciada. Além disso, há localidades que não oferecem o devido treinamento aos seus agentes e, também, não sabem como administrar bem as campanhas”, explica o especialista em medicina tropical.
Epidemia do Rio de Janeiro
O secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortês, admitiu hoje (20) que o Rio de Janeiro sofre uma epidemia de dengue. A doença já matou 47 pessoas no estado e 32.615 casos foram notificados. A região mais afetada é a capital fluminense, onde 29 já morreram e 21.502 estão infectados.
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*****COMENTANDO A NOTÍCIA: Não creio que seja necessário comentar muita coisa, não é mesmo ? O governo que acusa mentirosamente a Oposição de ser culpada pela não recriação da CPMF, é o mesmo governo que gasta milhões com carros novos, que torra milhões com TV Pública, mas que foi incapaz, com CPMF e tudo, de realizar ao menos o orçamento previsto para a área da saúde no campo da prevenção. Ficou pela metade. Fazem bem os médicos em tomar a iniciativa para a apresentação de queixa-crime contra os governos federal, estadual e municipal. Os três são culpados pela epidemia, os três preservaram o mosquito que já vitimou 47 pessoas, e infectou mais de 30 mil em menos de três meses. Ficam agora nesta ladainha de fofoqueiros, um querem impor culpa ao outro, enquanto a população não consegue sequer ser atendida nos hospitais abarrotados. E registrem: quando Sérgio Cabral foi empossado montou um palanque para Lula e foi aquela discurseira vagabunda de “nuncadantez”, sem contar que o prezado governador mais tempo fica viajando do que trabalhando em seu gabinete...
*****COMENTANDO A NOTÍCIA: Não creio que seja necessário comentar muita coisa, não é mesmo ? O governo que acusa mentirosamente a Oposição de ser culpada pela não recriação da CPMF, é o mesmo governo que gasta milhões com carros novos, que torra milhões com TV Pública, mas que foi incapaz, com CPMF e tudo, de realizar ao menos o orçamento previsto para a área da saúde no campo da prevenção. Ficou pela metade. Fazem bem os médicos em tomar a iniciativa para a apresentação de queixa-crime contra os governos federal, estadual e municipal. Os três são culpados pela epidemia, os três preservaram o mosquito que já vitimou 47 pessoas, e infectou mais de 30 mil em menos de três meses. Ficam agora nesta ladainha de fofoqueiros, um querem impor culpa ao outro, enquanto a população não consegue sequer ser atendida nos hospitais abarrotados. E registrem: quando Sérgio Cabral foi empossado montou um palanque para Lula e foi aquela discurseira vagabunda de “nuncadantez”, sem contar que o prezado governador mais tempo fica viajando do que trabalhando em seu gabinete...
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Enquanto isso, Temporão está mais preocupado em matar fetos com a aprovação do aborto do que em matar os mosquitos que não precisam de licença para matar: precisam apenas de governos omissos e preocupados com sua ostentação e seus palanques eleitoreiros e de ministros preguiçosos.
De fato, nuncadantez a população esteve tão entregue à própria sorte, ou mais especificamente, entregue à sanha do “aedes” como agora. Sem dúvida, eles conseguiram se superar no campo da incompetência, da irresponsabilidade e da omissão. Mas fiquem frios: os doentes ainda acabarão sendo, para estes imbecis, os maiores culpados !!! Santo Deus !!!
De fato, nuncadantez a população esteve tão entregue à própria sorte, ou mais especificamente, entregue à sanha do “aedes” como agora. Sem dúvida, eles conseguiram se superar no campo da incompetência, da irresponsabilidade e da omissão. Mas fiquem frios: os doentes ainda acabarão sendo, para estes imbecis, os maiores culpados !!! Santo Deus !!!