Adelson Elias Vasconcellos
Em 2006, tão logo estouro o escândalo do dossiê fajuto anti-PSDB, sugeri que Alckmin denunciasse o caso à ONU e pedisse que as eleições no pais fossem acompanhadas por observadores internacionais. A renúncia deveria reunir os principais órgãos de imprensa nacional e os correspondentes estrangeiros da mídia internacional.
Muitos, não todos, acharam que a sugestão era uma loucura, seria entregar o governo de mão beijada para Lula. Ninguém viu que, mesmo que Lula fosse eleito, e no caso ele simplesmente acabaria correndo praticamente sozinho, durante todo este segundo mandato pairaria sob sua cabeça uma terrível suspeita da qual ele não poderia se livrar tão fácil, a de que ele e seu partido simplesmente fraudaram as eleições. Tivessem ali feito o que sugeri e agora a oposição teria uma força que nem mesmo sonhava em ter.
Mas qual, acharam que o povo, cuja grande maioria sequer lê jornais, seria capaz de sensibilizar pelos “apelos” e pela “dramaticidade” e mudaria sua preferência. Esqueceram de que o povo além de ser mal informado, tem sua sensibilidade no bolso. Bastante é ver como as eleições ainda são “vencidas” ou “compradas” Brasil afora.
Quando Lula e seus ministros iniciaram um processo de chantagem emocional junto ao Congresso para aprovar a CPMF no ano passado, aqui se disse repetidas vezes: o desespero pelo dinheiro da CPMF não é em razão dele ser necessário à saúde. A motivação é outra. Em 2008 teremos eleições municipais, e este dinheiro será para pavimentar o caminho da vitória dos aliados do governo e para Lula isto será o mote da campanha de 2010, porque com apoio popular em alta e com retumbante vitória nas eleições municipais, não faltará algum “voluntário” a assoprar a tentação de um terceiro mandato. E é justamente por causa disto que até agora, apesar dos muitos discursos, ninguém se atreveu em votar o fim da reeleição. Ela dependerá fundamentalmente das urnas de 2008 que, por outro lado, dependerão dos recursos que o governo distribuir.
Pois bem, nos palanques que Lula vai montando desde janeiro do corrente ano ele não perde a chance de espinafrar a oposição pela recusa do projeto da CPMF. Claro que a claque contratada com quentinhas (alô, alô TSE) os puxa sacos de olho nos cargos e nas verbas, não lembrarão, talvez até nem saiba que o governo sequer precisava da oposição para aprovar a CPMF. Quem disse “não” foi justamente a base aliada de Lula no Congresso. Vale dizer também que em todas estas ocasiões, tem havido um enorme cuidado para evitar que alguém faça protestos próximo de Lula.
Pois bem, no artigo “Circos armados de Brasília”, postado em 18.02.08 (acesse aqui), já dizíamos, vejam lá: “(...)Inadmissível é as oposições aceitarem a armação do circo mistificador da “investigação parcial”, aceitando que as CPI’s não “prejudiquem” ao presidente Lula (...)”.
No mesmo dia, ainda postamos duas reportagens, uma da Revista Veja, “A fábula da CPI”, e a outra da Revista IstoÉ, “Os gastos que Lula quer esconder" (acesse aqui e aqui).
Assim, sabíamos que o acordo acertado pela oposição com os governistas resultaria em uma palhaçada e a conseqüência disto seria que oposição estaria passando um atestado de bons antecedentes para notórios delinqüentes.
Na mesma época, eis o que publicou o Estadão, em reportagem de Vera Rosa:
Planalto prepara dossiê sobre era FHC para enfrentar CPI dos Cartões
Governo pediu a todos os ministérios que encontrem prestações de contas, personagens e estatísticas desde 1998
Às vésperas da instalação da CPI dos Cartões, o Planalto vai distribuir aos líderes aliados um dossiê com informações detalhadas sobre os gastos com suprimentos de fundos nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso. No comando da operação de guerra, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) pediu aos 37 ministérios e principais repartições da administração direta que encontrem prestações de contas antigas, personagens, relatórios de fiscalização - com o respectivo "comprovante de saneamento" do erro, quando for constatada irregularidade -, além de estatísticas dos valores desembolsados desde 1998.
Em seguida, reportagem da Folha Online, e como que respondendo à informação dada pelo Estadão, lá vem o senhor Luiz Inácio e responde:
Lula nega que Planalto esteja preparando dossiê para CPI dos Cartões
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta terça-feira que o Planalto esteja preparando um dossiê para a CPI dos Cartões Corporativos no Congresso.
"Não procede. Eu aprendi nesse tempo de governo que tem muitas coisas que procedem e muitas coisas que não procedem. O governo vai atender aquilo que a CPI reivindicar. A CPI existe para isso, para investigar. Na medida em que ela sinta necessidade de ter algum documento, ela peça ao governo. Se o governo tiver condições de oferecer, oferecerá. Se não tiver, não vai oferecer. Eu sou da tese de que o Congresso Nacional existe para legislar, existe para fazer CPI, existe para investigar, e o governo existe para trabalhar."
No post seguinte, publicaremos reportagem da Revista Veja que chega nas bancas neste final de semana da Páscoa, comprovando a informação que o Estadão divulgara em fevereiro. A reportagem com o título “Um dossiê feito para chantagear”, e será usado para “(...) intimidar a oposição, o Planalto usa documentos com informações sigilosas sobre as despesas do ex-presidente FHC(...)”
A reportagem da VEJA informa “(...)O Palácio do Planalto mandou fazer um dossiê sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em seus últimos cinco anos de governo – e ameaça divulgá-lo para tentar constranger os oposicionistas que insistem em investigar o presidente Lula (...)”.
É uma vergonha. Como diz a VEFA, “(...) É grave saber que informações de estado, algumas sigilosas por lei, estão sendo usadas para chantagear políticos de oposição. Mais grave ainda saber que a estrutura funcional do estado está sendo utilizada para montar um dossiê contra adversários – e, o que é mais espantoso, dentro do Palácio do Planalto, na vizinhança do gabinete do presidente Lula. Com o início da crise dos cartões, um grupo de funcionários da Casa Civil da Presidência da República se debruçou, durante semanas, sobre uma imensa pilha de processos, notas fiscais e relatórios de viagem. Oficialmente, fazia um levantamento administrativo de rotina sobre todas as despesas realizadas pelo gabinete do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Extra-oficialmente, a missão tinha outro objetivo: juntar material para ser usado, se necessário, numa operação para neutralizar a ação dos parlamentares da oposição no Congresso. Milhares de transações de 1998 a 2002 foram analisadas, e separadas apenas as que continham despesas pessoais do presidente, da primeira-dama e de seus auxiliares mais próximos (...)”..
O que temos então? O que se tem, conforme apurou a VEJA, é que “(...) O dossiê construído dentro do Palácio do Planalto, usado pelos assessores do presidente na CPI em tom de ameaça e vazado pelos petistas como estratégia de intimidação, contém informações consideradas sigilosas e iguais às que o governo Lula briga para manter longe dos olhos da opinião pública(...)”.
Agora releiam tanto a informação dada pelo Estadão quanto a armação do dossiê, quanto a resposta dada por Lula. Quem mentiu ? Ficou óbvio, não é mesmo ?
Em 2006, quando estourou o escândalo do tal dossiê, houve 1,7 milhão de reais cujo dono até hoje nem o Ministério da Justiça tampouco a Polícia Federal se dignaram informar. Gente da intimidade presidencial foi presa de posse do dossiê, gravações detectaram a transação, mas o inquérito acabou encenando o epílogo de toda a farsa: não concluiu coisa alguma, porque muito embora houvesse o crime, a PF entendeu que não havia criminosos (???).
Portanto, aquele partido político que um dia, na oposição desfraldava a bandeira da moralidade, que se agitava no combate à corrupção, que enchia a boca para falar de ética, no poder, agiu da mesma forma como todos aqueles cuja reputação ela golpeou, fossem inocentes ou não.
O que precisa ficar claro é que, de um lado, a Oposição se tiver vergonha na cara, denuncia a trama sórdida armada mais uma vez pelo Planalto, e caia fora deste circo armado para não dar em nada, e desafie o governo para, assim como foi canalha em quebrar o sigilo do governo anterior, fazer com a mesma coragem com o seu sigilo, abrindo-o para julgamento público, porque do contrário, estará assumindo que ele é mais criminoso que qualquer outro, pois não se impede de acusar em outrem crimes que ele próprio comete. A mãos cheias.
Lembram-se ontem (clique aqui) quando denunciamos o “controlador” Jorge Hage e sua declarações e comportamentos delinqüentes na CPI ? Pois então: se a oposição quer de fato marcar sua presença junto ao povo brasileiro, não pode ficar temerosa de agir no limite da decência. Denuncie o circo, caia fora da palhaçada e entre com ação no STF por quebra de sigilo contra o Palácio do Planalto, afinal, ele é o responsável pela guarda de informações sigilosas. Lembram-se ainda do caseiro Francenildo ? É isto aí: o PT, mesmo no poder, só sabe fazer política com canalhices, com dossiês contra os “inimigos” e contra a lei.
Política para esta gente sem moral, é feita com terrorismo e chantagem abaixo da linha de cintura. E que a oposição aprenda a lição: nem presidente, tampouco seus auxiliares, merecem um pingo de crédito. Então, chega de acordos “camaradas”, se o desejo for reconquistar o respeito do povo brasileiro (ou elo menos, a parte decente dele).
Em 2006, tão logo estouro o escândalo do dossiê fajuto anti-PSDB, sugeri que Alckmin denunciasse o caso à ONU e pedisse que as eleições no pais fossem acompanhadas por observadores internacionais. A renúncia deveria reunir os principais órgãos de imprensa nacional e os correspondentes estrangeiros da mídia internacional.
Muitos, não todos, acharam que a sugestão era uma loucura, seria entregar o governo de mão beijada para Lula. Ninguém viu que, mesmo que Lula fosse eleito, e no caso ele simplesmente acabaria correndo praticamente sozinho, durante todo este segundo mandato pairaria sob sua cabeça uma terrível suspeita da qual ele não poderia se livrar tão fácil, a de que ele e seu partido simplesmente fraudaram as eleições. Tivessem ali feito o que sugeri e agora a oposição teria uma força que nem mesmo sonhava em ter.
Mas qual, acharam que o povo, cuja grande maioria sequer lê jornais, seria capaz de sensibilizar pelos “apelos” e pela “dramaticidade” e mudaria sua preferência. Esqueceram de que o povo além de ser mal informado, tem sua sensibilidade no bolso. Bastante é ver como as eleições ainda são “vencidas” ou “compradas” Brasil afora.
Quando Lula e seus ministros iniciaram um processo de chantagem emocional junto ao Congresso para aprovar a CPMF no ano passado, aqui se disse repetidas vezes: o desespero pelo dinheiro da CPMF não é em razão dele ser necessário à saúde. A motivação é outra. Em 2008 teremos eleições municipais, e este dinheiro será para pavimentar o caminho da vitória dos aliados do governo e para Lula isto será o mote da campanha de 2010, porque com apoio popular em alta e com retumbante vitória nas eleições municipais, não faltará algum “voluntário” a assoprar a tentação de um terceiro mandato. E é justamente por causa disto que até agora, apesar dos muitos discursos, ninguém se atreveu em votar o fim da reeleição. Ela dependerá fundamentalmente das urnas de 2008 que, por outro lado, dependerão dos recursos que o governo distribuir.
Pois bem, nos palanques que Lula vai montando desde janeiro do corrente ano ele não perde a chance de espinafrar a oposição pela recusa do projeto da CPMF. Claro que a claque contratada com quentinhas (alô, alô TSE) os puxa sacos de olho nos cargos e nas verbas, não lembrarão, talvez até nem saiba que o governo sequer precisava da oposição para aprovar a CPMF. Quem disse “não” foi justamente a base aliada de Lula no Congresso. Vale dizer também que em todas estas ocasiões, tem havido um enorme cuidado para evitar que alguém faça protestos próximo de Lula.
Pois bem, no artigo “Circos armados de Brasília”, postado em 18.02.08 (acesse aqui), já dizíamos, vejam lá: “(...)Inadmissível é as oposições aceitarem a armação do circo mistificador da “investigação parcial”, aceitando que as CPI’s não “prejudiquem” ao presidente Lula (...)”.
No mesmo dia, ainda postamos duas reportagens, uma da Revista Veja, “A fábula da CPI”, e a outra da Revista IstoÉ, “Os gastos que Lula quer esconder" (acesse aqui e aqui).
Assim, sabíamos que o acordo acertado pela oposição com os governistas resultaria em uma palhaçada e a conseqüência disto seria que oposição estaria passando um atestado de bons antecedentes para notórios delinqüentes.
Na mesma época, eis o que publicou o Estadão, em reportagem de Vera Rosa:
Planalto prepara dossiê sobre era FHC para enfrentar CPI dos Cartões
Governo pediu a todos os ministérios que encontrem prestações de contas, personagens e estatísticas desde 1998
Às vésperas da instalação da CPI dos Cartões, o Planalto vai distribuir aos líderes aliados um dossiê com informações detalhadas sobre os gastos com suprimentos de fundos nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso. No comando da operação de guerra, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) pediu aos 37 ministérios e principais repartições da administração direta que encontrem prestações de contas antigas, personagens, relatórios de fiscalização - com o respectivo "comprovante de saneamento" do erro, quando for constatada irregularidade -, além de estatísticas dos valores desembolsados desde 1998.
Em seguida, reportagem da Folha Online, e como que respondendo à informação dada pelo Estadão, lá vem o senhor Luiz Inácio e responde:
Lula nega que Planalto esteja preparando dossiê para CPI dos Cartões
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta terça-feira que o Planalto esteja preparando um dossiê para a CPI dos Cartões Corporativos no Congresso.
"Não procede. Eu aprendi nesse tempo de governo que tem muitas coisas que procedem e muitas coisas que não procedem. O governo vai atender aquilo que a CPI reivindicar. A CPI existe para isso, para investigar. Na medida em que ela sinta necessidade de ter algum documento, ela peça ao governo. Se o governo tiver condições de oferecer, oferecerá. Se não tiver, não vai oferecer. Eu sou da tese de que o Congresso Nacional existe para legislar, existe para fazer CPI, existe para investigar, e o governo existe para trabalhar."
No post seguinte, publicaremos reportagem da Revista Veja que chega nas bancas neste final de semana da Páscoa, comprovando a informação que o Estadão divulgara em fevereiro. A reportagem com o título “Um dossiê feito para chantagear”, e será usado para “(...) intimidar a oposição, o Planalto usa documentos com informações sigilosas sobre as despesas do ex-presidente FHC(...)”
A reportagem da VEJA informa “(...)O Palácio do Planalto mandou fazer um dossiê sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em seus últimos cinco anos de governo – e ameaça divulgá-lo para tentar constranger os oposicionistas que insistem em investigar o presidente Lula (...)”.
É uma vergonha. Como diz a VEFA, “(...) É grave saber que informações de estado, algumas sigilosas por lei, estão sendo usadas para chantagear políticos de oposição. Mais grave ainda saber que a estrutura funcional do estado está sendo utilizada para montar um dossiê contra adversários – e, o que é mais espantoso, dentro do Palácio do Planalto, na vizinhança do gabinete do presidente Lula. Com o início da crise dos cartões, um grupo de funcionários da Casa Civil da Presidência da República se debruçou, durante semanas, sobre uma imensa pilha de processos, notas fiscais e relatórios de viagem. Oficialmente, fazia um levantamento administrativo de rotina sobre todas as despesas realizadas pelo gabinete do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Extra-oficialmente, a missão tinha outro objetivo: juntar material para ser usado, se necessário, numa operação para neutralizar a ação dos parlamentares da oposição no Congresso. Milhares de transações de 1998 a 2002 foram analisadas, e separadas apenas as que continham despesas pessoais do presidente, da primeira-dama e de seus auxiliares mais próximos (...)”..
O que temos então? O que se tem, conforme apurou a VEJA, é que “(...) O dossiê construído dentro do Palácio do Planalto, usado pelos assessores do presidente na CPI em tom de ameaça e vazado pelos petistas como estratégia de intimidação, contém informações consideradas sigilosas e iguais às que o governo Lula briga para manter longe dos olhos da opinião pública(...)”.
Agora releiam tanto a informação dada pelo Estadão quanto a armação do dossiê, quanto a resposta dada por Lula. Quem mentiu ? Ficou óbvio, não é mesmo ?
Em 2006, quando estourou o escândalo do tal dossiê, houve 1,7 milhão de reais cujo dono até hoje nem o Ministério da Justiça tampouco a Polícia Federal se dignaram informar. Gente da intimidade presidencial foi presa de posse do dossiê, gravações detectaram a transação, mas o inquérito acabou encenando o epílogo de toda a farsa: não concluiu coisa alguma, porque muito embora houvesse o crime, a PF entendeu que não havia criminosos (???).
Portanto, aquele partido político que um dia, na oposição desfraldava a bandeira da moralidade, que se agitava no combate à corrupção, que enchia a boca para falar de ética, no poder, agiu da mesma forma como todos aqueles cuja reputação ela golpeou, fossem inocentes ou não.
O que precisa ficar claro é que, de um lado, a Oposição se tiver vergonha na cara, denuncia a trama sórdida armada mais uma vez pelo Planalto, e caia fora deste circo armado para não dar em nada, e desafie o governo para, assim como foi canalha em quebrar o sigilo do governo anterior, fazer com a mesma coragem com o seu sigilo, abrindo-o para julgamento público, porque do contrário, estará assumindo que ele é mais criminoso que qualquer outro, pois não se impede de acusar em outrem crimes que ele próprio comete. A mãos cheias.
Lembram-se ontem (clique aqui) quando denunciamos o “controlador” Jorge Hage e sua declarações e comportamentos delinqüentes na CPI ? Pois então: se a oposição quer de fato marcar sua presença junto ao povo brasileiro, não pode ficar temerosa de agir no limite da decência. Denuncie o circo, caia fora da palhaçada e entre com ação no STF por quebra de sigilo contra o Palácio do Planalto, afinal, ele é o responsável pela guarda de informações sigilosas. Lembram-se ainda do caseiro Francenildo ? É isto aí: o PT, mesmo no poder, só sabe fazer política com canalhices, com dossiês contra os “inimigos” e contra a lei.
Política para esta gente sem moral, é feita com terrorismo e chantagem abaixo da linha de cintura. E que a oposição aprenda a lição: nem presidente, tampouco seus auxiliares, merecem um pingo de crédito. Então, chega de acordos “camaradas”, se o desejo for reconquistar o respeito do povo brasileiro (ou elo menos, a parte decente dele).