Está passando da hora de Temporão falar menos e trabalhar e produzir mais. Aliás preveni, antes do atual Ministro da Saúde assumir a pasta, que, para omeu gosto, ele estava falando demais, e sobre assuntos se, nenhuma prioridade, mas apenas porque eram polêmicos e davam, assim, maior visibilidade. “Pimba na gorducinha” como diria famoso narrador de futebol. Não deu outra. E o Rio de Janeiro é apenas um caso representativo do que o ministro considera prioritário. Interessante é que a lei existe para todos, porém este governo alega como justificativas para apagões, os limites impostos pela legislação. Melhor faria, se assumisse seus erros e os tratasse de corrigir. Por exemplo, se em 2007, ano em que não houve eleições, tivesse o governo investido o que estava programado nos programas de prevenção, o Rio de Janeiro muito provavelmente não estaria chorando seus 67 mortos. Tivesse, ainda, o governo federal, ao invés de aparelhar o estado com os companheiros sindicalistas vagabundos, que lá estão apenas para mamar, e não para trabalhar, e o Rio de Janeiro não viveria este clima de terror que nele se instalou por conta da precariedade do sistema público de saúde. E isto não resumo todo o enredo da história, infelizmente.
Desta forma, que o ministro da saúde do mosquito se aperceba que, antes de preocupar em matar fetos, deve se preocupar em preservar vidas. Antes de sair por aí “abrindo” debates no campo da descriminalização das drogas, deve dotar a rede hospitalar de condições mínimas e dignas para atender a população de 183,0 milhões de pessoas.
Que ele saia desta calamidade mais maduro e com a lição aprendida de que deve priorizar cuidados para as carências que fazem vítimas, e neste caso, a rede hospitalar tanto quanto os postos de saúde, além da intensificação dos programas de prevenção e não apenas em relação a dengue, mas preparar-se e capacitar-se para enfrentar sem traumas, epidemias e calamidades.
Espero, ainda, que o ministro não leve muito a sério o que ele mesmo disse. Seria o fim da picada a população do Rio Janeiro ter que esperar pelo término para ser socorrida. Pelo que se saiba, não se criou no Brasil nenhuma lei que impeça os agentes públicos de salvarem vida.
Sábias são as palavras do Cláudio Humberto quando diz : Os cariocas convivem com dois fantasmas: a bala que se perde e o mosquito que se encontra.
A reportagem é da Renata Giraldi,da Folha Online
Temporão diz que combate à dengue em ano eleitoral é guerra perdida
Desta forma, que o ministro da saúde do mosquito se aperceba que, antes de preocupar em matar fetos, deve se preocupar em preservar vidas. Antes de sair por aí “abrindo” debates no campo da descriminalização das drogas, deve dotar a rede hospitalar de condições mínimas e dignas para atender a população de 183,0 milhões de pessoas.
Que ele saia desta calamidade mais maduro e com a lição aprendida de que deve priorizar cuidados para as carências que fazem vítimas, e neste caso, a rede hospitalar tanto quanto os postos de saúde, além da intensificação dos programas de prevenção e não apenas em relação a dengue, mas preparar-se e capacitar-se para enfrentar sem traumas, epidemias e calamidades.
Espero, ainda, que o ministro não leve muito a sério o que ele mesmo disse. Seria o fim da picada a população do Rio Janeiro ter que esperar pelo término para ser socorrida. Pelo que se saiba, não se criou no Brasil nenhuma lei que impeça os agentes públicos de salvarem vida.
Sábias são as palavras do Cláudio Humberto quando diz : Os cariocas convivem com dois fantasmas: a bala que se perde e o mosquito que se encontra.
A reportagem é da Renata Giraldi,da Folha Online
Temporão diz que combate à dengue em ano eleitoral é guerra perdida
O ministro José Gomes Temporão (Saúde) afirmou nesta quarta-feira que o combate à dengue em ano eleitoral é guerra perdida. Segundo ele, com a politização do tema, quem sai prejudicada é a população, porque são "desmobilizados os programas e demitidos os servidores que atuam na área".
O ministro advertiu ainda que além do Rio de Janeiro, outros cinco Estados estão em estado de alerta por causa do mosquito da dengue. "Todos os anos quando há disputa eleitoral nos municípios, a guerra contra a dengue perde. Se desmobilizam programas, se demitem servidores e se faz politicagem com uma coisa tão grave."
Temporão afirmou que além do Rio, Amazonas, Rondônia, Pará, Rio Grande do Norte e Bahia estão em estado de alerta por causa da dengue. "É preciso que se evite nesse locais que ocorra uma situação semelhante à que acontece no Rio. Estamos trabalhando para isso."
O ministro disse ainda que nesta quinta-feira será realizada no Rio a reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A idéia é debater as ações de combate à doença e intensificar o remanejamento de profissionais de saúde para que trabalhem nos atendimentos aos pacientes no Estado.
Temporão disse que a idéia é tirar médicos de atividades burocráticas, aumentar a carga horária de outras, aproveitar o trabalho dos aposentados e ainda contar com a ajuda de profissionais de outros Estados.
Segundo o ministro, há ainda a possibilidade de dar uma ajuda financeira àqueles que colaborarem com essas ações, mas essa seria, por enquanto, apenas uma possibilidade. "Se necessário, sim."
Temporão lembrou ainda que o governo federal, com a ajuda do gabinete de crise instalado no Rio, faz um levantamento de todos os médicos que atuam no Estado, mas, por enquanto, não tem o número que representa o déficit de profissionais na região.