domingo, novembro 22, 2009

A violência e a vigarice que o MST ensina, e que Lula financia

Adelson Elias Vasconcellos

A reportagem do Portal G1, sobre a ação do cacique Babau e sua gangue no sul da Bahia, publicado nesta edição, O Lampião Tupinambá, (clique aqui), é o demonstrativo da porcaria que está em curso neste país, que não tem outro nome senão vigarice, misturada com formação de quadrilha e assalto aos cofres públicos para patrocinar o roubo descarado de propriedades privadas.

E quero desde já afirmar que, quando falo em insegurança jurídica, não me refiro apenas a esta bagunça promovida pelo Ministério da Fazenda combinado com a Secretaria da Receita Federal, quando promovem este festival de leis sobre leis, portarias sob portarias, desestabilizando toda a atividade econômica pela mudança constante das regras do jogo. Eles não são os únicos em promover a bagunça no país. Há outras inseguranças, jurídicas ou não, que afetam de forma até mais violenta a normalidade do cotidiano brasileiro.

O MST, por exemplo, é a maior demonstração do quanto a vigarice viceja no país inteiro. Bando de arruaceiros e criminosos, desfilam pelo país inteiro promovendo de tudo um pouço. Trabalho que é bom, ZERO. A própria Policia Federal dispõem de fartos relatórios nos quais se apontam que, das muitas terras cedidas ao MST para assentamento, muitas já foram vendidas. Nestas áreas não se plantou um mísero pé de alface que fosse. Nada. Há, sim, assentamentos produtivos, mas somente chegou-se a este nível, porque os assentados conseguiram se livrar das garras do MST. Infelizmente, são exceções.

Mas o movimento continua aí, livre, leve e solto e bancado com dinheiro público. Para fazer exatamente aquilo tudo que já noticiamos neste espaço. Claro, com a cumplicidade e a conivência criminosas deste presidente que está aí: senhor Lula da Silva. É o único responsável pelo assalto aos cofres públicos e ao ordenamento jurídico vigente, e que o movimento não se cansa de agredir e esbulhar. E, por favor, não venham reivindicar, não neste espaço ao menos, que o MST é um movimento social, que se está criminalizando o movimento e tal. O MST já foi um movimento social. Faz tempo isto. Hoje não passa de uma quadrilha, muitas vezes armada, a praticar toda a sorte de crimes. O apelo que exibem de luta pela terra, é apenas um chamariz, um apelo mentiroso, para permanecerem praticando suas vigarices.

Para o cidadão comum, que trabalha e paga impostos, experimente desviar-se da lei um milímetro sequer! Contudo, os terroristas, vagabundos e bandoleiros do MST, sob as bênçãos salafrárias de um governo organizado para o crime e com ele permissivo, além de tudo que de ruim já aprontaram, agora se insinuam em nações indígenas para promoverem as mesmas desgraças que já praticaram no meio rural. Agora, quando alguns de seus membros mentem ser de descendência indígena, praticam uma falsidade sem limites. É impressionante.

Doloroso ver a direção que o governo Lula tem dado ao país. A leitura da reportagem é de deixar qualquer cidadão honesto deste país, indignado, quando não enfurecido. Reparem nos trechos em que fica comprovado a participação, ou por vezes, a omissão da FUNAI nesta bandalheira toda. E, tal qual já ocorrera na Raposa Serra do Sol, só que lá em dosagem muito maior, mais uma vez identificamos na ação do cacique de araque, Babau, a cumplicidade pusilânime e criminosa de uma das centenas de ONGs vigaristas que flagelam o Brasil.

Em agosto de 2008, escrevemos uma série de quatro artigos, frutos de longa pesquisa histórica, em que fica clara e evidente a mistificação que se desenhava em torno, por exemplo, da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. A começar pela demarcação, baseada em um laudo antropológico falso, e assinado por pseudos profissionais. Um deles, inclusive, era um humilde motorista de caminhão, e que nunca sequer ouvira falar qualquer coisa a respeito. Mesmo assim, e apesar de comprovada a falsidade do documento chave, o STF garantiu a demarcação fajuta. Nos artigos de que que falamos acima, e que datam de agosto de 2008, demonstramos, ainda, que muitas “nações” indígenas que se diziam serem moradoras seculares da região, na verdade tinham emigrado do Peru e das Antilhas/Caribe, a partir de 1988, data da Constituição brasileira pela qual se concedia direito aos índios de reivindicarem as terras em que moravam. Coincidência?

E é exatamente o mesmo fenômeno que se repete na Bahia, e com um agravante: dada a dificuldade de importação de indígenas, a Bahia não faz fronteira com nenhum país latino-americano, agora os “falsos” indígenas são recrutados no próprio MST. E isto, a reportagem dá testemunho indiscutível.

E não se espantem: duvido que o senhor Luiz Inácio se recuse em assinar a tal demarcação na dimensão que os falsos índios estão reivindicando! É capaz de até aumentar um pouco mais! Afinal, se preciso, não faltará um laranja vigarista, para assinar um laudo antropológico falso, não é mesmo? Depois, se preciso, em caso do assunto acabar no STF, não há de faltar um ministro Carlos Brito para dar autenticidade ao laudo fajuto, em nome de um sentimentalismo anacrônico ...

E quanto aos agricultores que lá nasceram, moram, criam seus filhos e da terra tiram seu sustento com trabalho honesto, o governo esta pouco se importando. Que se expulse dali quem acredita que no Brasil trabalho honesto vale a pena. O negócio, com um governo picareta como o que temos, é bagunçar. Se necessário, se cria uma bolsa–vale tudo para financiar a pilantragem.

Não é a toa que Fernandinho Beira-Mar, de dentro da prisão, deve se questionar o tempo todo: “Por que só eu?”...

Está mais do que na hora de surgir um movimento no Brasil, formado por trabalhadores realmente honestos, e pensadores comprometidos com a seriedade, além de empresários devotados à ordem e ao progresso, para, diante de palhaçadas deste quilate, denunciar o governo brasileiro, capitaneado pelo senhor Lula, junto aos organismos internacionais. Está em curso no país um total desrespeito aos direitos individuais, há flagrante confronto de grupos financiados com dinheiro público com a Constituição e o regime de leis do Brasil. São crimes de responsabilidade praticados pelo presidente da república de elevada magnitude, que não se pode condescender com sua continuada repetição e impunidade. Há que se denunciar sim, porque acredito que o povo brasileiro, ou em sua grande maioria, desejam um país onde direitos e propriedades sejam respeitados, onde o dinheiro público seja aplicado e destinado para o bem da sociedade, e não para financiar arruaças, bandalheiras, terrorismo urbano e rural, quadrilheiros cujo único apetite é a prática seqüenciada de crimes contra o país e seu povo. E tais crimes justificam a deposição do governo, sim, , porque, senhores, golpe de estado quem tem praticado, incessantemente, tem sido o próprio Lula: golpe de estado na segurança interna, golpe de estado no ordenamento jurídico, golpe de estado no respeito aos direitos individuais previstos em lei, golpe de estado mediante a liberação de recursos públicos para financiar práticas criminosas. O golpista tem nome e endereço certos: é Lula e habita no Palácio do Planalto.

Vale repetir aqui, afirmações anteriores: ou reagimos para recuperar a decência, a ordem e a segurança, o respeito às leis, a dignidade do país como um todo, ou é barbárie no seu nível mais violento, na sua forma mais estúpida.