Maria Helena R. R. Silva
Hoje o papo é minimérrimo:
a) eu ouvi mal, ou o Lula disse que está na hora de Minas ter um presidente da República, pois nunca teve um? Com certeza eu ouvi muito mal...
b) passo a palavra hoje para o Cláudio Alves - parece brincadeira, mas o que eu tinha em mente é o que ele escreveu. E rendo-me a que disse tudo muito melhor do que eu diria. MH
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“É pau, é pedra...”
Existem coisas que devem ter o nome dito como realmente são...
Mas não ocorre isso com algumas pessoas nesse país.
Na entrevista dada ao Jornal Nacional, a “cumpanhera candidata Dilma” disse que seu “braço-direito” de longa data, Erenice, cometeu “um erro”. Peraí... Um erro? Ainda por cima, esqueceu-se de seguir o conselho do seu “guru-ventríloquo” que a mandou “se dizer indignada”...
Como nesse país crime, contravenção, extorsão, e tantas outras afrontas à Lei, mudaram de nome ou viraram simplesmente “erros”?
Se ela admite que Erenice errou, tem que admitir que houve prevaricação, no mínimo. Ah... Tá... Tem que esperar as investigações da Policia Federal pra saber o que ocorreu, mas as cabeças já rolaram e cada vez mais vão se descobrindo informações comprometedoras... Mas não... ”Foi um erro”...
“Caixa-dois” virou “recursos não contabilizados”;
“Achacadores” virou “aloprados”;
“Dossiê” virou “banco de dados”;
Devemos dar nome às coisas como elas são.
Caixa-dois é crime e assim deve ser encarado e repreendido.
Achacar, chantagear, prevaricar, corromper ou deixar-se corromper é crime ou contravenção e assim deve ser tratado, independente de partido, cor, credo, gênero ou grau de parentesco.
É isso... “É pau, é pedra...” e se a Justiça for realmente justa, “é o fim do caminho...”
Cláudio Alves