sábado, novembro 03, 2012

Policiais do Rio vão usar armas não letais em operações nas cracolândias. Haja canalhice, hein, senhor Cardozo!!!

Comentando a Notícia

O texto que vocês veem abaixo, de Pâmela Oliveira para a Veja online, é a comprovação de que o governo federal que aí está não governo “O”  Brasil para os brasileiros. Muito embora todos paguem impostos, simpatizantes ou não, votantes ou não, para a soberana Dilma existe diferença e seu governo faz questão de deixar isto muito claro: onde o prefeito ou governador for de sua base de apoio legislativo, mesmo que não tenha um único projeto decente para captação de recursos, basta apenas piscar um olho e ele escorrega fácil para seus cofres. Ao contrário, se prefeito ou governador pertencerem a partidos que fazem oposição ao governo }Dilma, então as trevas caíram sobre ‘eles. Mesmo que tenham ótimos projetos e as necessidades sejam urgentes, ouvirão sonoros “não” aos seus pleitos. As população sejam esquecidas de que são brasileiros e contribuintes. 

Já publicamos aqui não faz muito, levantamento do Contas Abertas demonstrando esta verdade. O governo Dilma faz questão de deixar claro que os recursos públicos só serão repartidos com aqueles que tem como governo, municipal ou estadual, apoiadores de seu governo de merda. 

Portanto, a atitude cafajeste do senhor Cardozo diante do pedido do governo paulista respondendo que não era Casa da Moeda para ajudar o estado de São Paulo, me autoriza  a classificar este governinho de bosta de plêiade de cafajestes. Nada menos do que isto. Esta cambada que aproveite bem os seus bons ventos. Um dia eles acabam, ah, não duvidem, acabam mesmo!!!! 

E que os demais governadores e prefeitos de partidos de oposição podem preparar suas populações: para o governo petista, elas deixaram de ser brasileiras. É isto que eles entendem por sistema republicano. Eta gentinha bem ordinária...

É injustificável que, em nome de um projeto político de poder, se trate com tamanho descaso e irresponsabilidade a vida e a segurança das pessoas pelo simples fato de morarem num estado governado por alguém da oposição.  Tamanha desídia merece ser repudiada por todos os brasileiros.

Segue o texto da Veja online.

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Ministério da Justiça entregou pistolas e sprays de pimenta à Secretaria de Segurança, para distribuição entre PMs, guardas municipais e policiais civis


(Divulgação)
O governador Sérgio Cabral mostra a pistola Taser, 
arma não-letal que será usada nas UPPs 

Depois de dizer que não era Casa da Moeda para ajudar o estado de São Paulo, o Ministério da Justiça decidiu doar armas não letais para o programa de combate a droga no Rio de Janeiro, governado pelo PMDB.

A doação de equipamentos faz parte do programa 'Crack, é Possível Vencer', do governo federal, lançado em dezembro de 2011. Até agosto, 12 estados aderiram ao programa: Alagoas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Acre, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Piauí, Paraná e Ceará. São Paulo não está entre os beneficiados. A previsão de investimentos contra o crack nesse pacote de iniciativas é de investimento de 4 bilhões de reais até 2014, em ações que vão da oferta de tratamento de saúde ao combate ao tráfico. Segundo o Ministério da Justiça, até 2014, o estado do Rio de Janeiro receberá 240 milhões de reais.

Policiais civis, militares e guardas municipais do estado do Rio receberão, a partir da próxima terça-feira, treinamento para usar armas de choque e spray de pimenta em ações que envolvam usuários de crack. Até novembro, o Ministério da Justiça entregará ao estado 250 "armas de condutibilidade elétrica" e 750 sprays de pimenta e de espuma e gel.

A orientação que será passada para os policiais é para uso "apenas em casos extremos". De acordo com o ministério, esses equipamentos não devem ser usados em pessoas sob efeito da droga ou de álcool, devido ao risco de efeitos fora de controle, como paradas cardíacas. Esse tipo de armamento já é empregado em algumas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio.

Em março deste ano, o estudante brasileiro Roberto Laudisio Curti morreu ao ser atingido por 14 disparos feitos pela polícia australiana. O rapaz foi perseguido sob suspeita de ter furtado biscoitos de uma loja de conveniência e, pouco antes, teria ingerido pequena quantidade de LSD. Uma das hipóteses consideradas para a amorte de Curti é a de soma de dois fatores: o excesso de disparos e as alterações de batimentos cardíacos causados pela droga.

Como as armas não letais têm objetivo principal de proteger o agente de segurança, imobilizando o suspeito sem que ele corre risco de morte, em tese não haveria problemas de seu uso em áreas onde há grande concentração de pessoas sob efeito de drogas. Parte do material já está no Batalhão de Choque, no Rio. 

Coordenador do terceiro módulo do curso de capacitação destinado aos policiais que atuam no enfrentamento ao crack, o capitão Senna afirma que as aulas -  são 160 horas de curso -  têm como objetivo dar segurança aos usuários e agentes que atuam nas cracolândias. Ele alerta que as armas de choque só deverão ser usadas em “casos extremos”.

“Nosso objetivo é que o policial consiga saber o momento adequado para usar a arma de choque. Apesar de ser catalogada como não-letal, o uso indevido pode trazer riscos ao usuário. Esse equipamento só poderá ser usado como último recurso, quando um usuário estiver colocando em risco a sua segurança, a dos agentes envolvidos na operação ou de outro usuário”, diz o capitão. 

A meta da secretaria estadual de Segurança é treinar 200 policiais e guardas municipais até 15 de dezembro. Nos primeiros módulos, o curso tem como objetivo dar aos profissionais de segurança pública informações sobre a rede de assistência para que ele possa encaminhar usuários para os serviços de saúde e assistencial.