terça-feira, dezembro 18, 2012

China mantém política monetária e aprofunda reformas em 2013. Já o Brasil...


Exame.com
Com Agência Reuters

O BC da China tem mantido uma política monetária prudente desde o final de 2010, com a crise financeira global

Feng Li/Getty Images
O crescimento anual da economia chinesa caiu 
para 7,4 por cento no terceiro trimestre - o ritmo mais fraco
 desde o auge da crise financeira mundial no início de 2009

Pequim - A China vai manter uma política monetária "prudente" e uma política fiscal pró-ativa em 2013, deixando uma margem de manobra em face das incertezas globais, a agência oficial Xinhua disse após conferência anual do país para definição política neste domingo.

Os líderes chineses também avançarão para a próxima fase de reformas econômicas "com maior coragem política e sabedoria", disse a agência.

"A China vai continuar a implementar a política fiscal pró-ativa e uma política monetária prudente em 2013", disse a Xinhua, após o encerramento da Conferência Central de Trabalho Econômico, que acontece anualmente em Pequim, no primeiro encontro sob a nova liderança do Partido Comunista.

O Banco central da China tem mantido uma política monetária prudente desde o final de 2010, que englobou primeiro um modesto aperto e depois moderado afrouxamento após a crise financeira global.

A política fiscal tem sido pró-ativa, ou expansionista, desde o final de 2008, quando Pequim anunciou um pacote de estímulo de 4 trilhões de iuans depois que a economia sofreu grande impacto durante a crise financeira global.

O crescimento anual da economia chinesa caiu para 7,4 por cento no terceiro trimestre - o ritmo mais fraco desde o auge da crise financeira mundial no início de 2009 -, mas o crescimento tem sido constante desde outubro graças a uma série de políticas pró-crescimento.

O vasto setor de manufatura da China expandiu em dezembro em seu ritmo mais rápido em 14 meses como novas encomendas e crescimento do emprego, mostrou uma pesquisa de sexta-feira, aumentando a evidência de uma recuperação da economia que ajudou a impulsionar o sentimento do mercado.