domingo, agosto 04, 2013

Entre o céu e o inferno

Comentando a Notícia

Há uma guerra de textos entre o filósofo e professor Olavo de Carvalho e um jornalista da Folha Breno Altmann sobre a existência do Foro de São Paulo. A simples leitura de um texto e outro já mostra suficiente diferença para separarmos a razão da estupidez. 

É impressionante notar que haja quem defenda a existência do tal Foro de São Paulo, e depois, de forma cínica bata no peito e se autodeclare como democrata.  Esta instituição, prá começo de conversa foi fundado sobre a ideologia de um Fidel Castro (Lula é cofundador), e ao longo de sua história, sabotou ou tentou sabotar todos os regimes democráticos do continente. De certa forma, em alguns países, conseguiram impor seu receituário, onde pontificam ações de repressão às liberdades e direitos individuais.

Antes de chegarem ao poder continental, o Foro foi alimentado, subsidiado e patrocinado com recursos oriundos do narcotráfico. Nenhum de seus integrantes tinha patrimônio suficiente para bancar a orgia destes “seguidores”.

O primeiro brasileiro a denunciar a atividade terrorista da organização foi Olavo de Carvalho. Durante certo tempo, nossos esquerdistas  da ala petista, não só negaram a existência do movimento, mas alegaram uma tal “teoria da conspiração” para que as práticas e ideias difundidas no Foro não pudessem ser informadas e tornadas públicas. 

Hoje, não apenas admitem que o Foro existe, mas sobretudo, defendem de forma veemente as ações e as ideias da organização.

Com um pouquinho de informação histórica é possível perceber que o senhor Breno Altmann não quer debater, não quer ser contrariado, não quer perder  o debate de argumentos e trata apenas de cimentar um desfilar de impropérios, ofensas de baixo nível, para reduzir o opositor à desqualificação, entendo que com sua ignorância e seus métodos ofensivos, consegue se sobrepor a quem lhe opõe o pensamento.

Infelizmente, esta tática  discursiva empregada por Altmann é reveladora de um método que no Brasil de hoje faz muito sucesso. Se faltar argumento convincente, apele-se para a desqualificação e ofensa de baixo nível. O diabo é que esta gente não admite que exista um mundo além da utopia  caquética que imaginam.  O tal estado de direito que apregoam é o direito de apenas dizer “sim” para todas as baboseiras que professam. 

Não imaginam, por exemplo, que exista democracia, regime de leis, respeito às ideias e expressões livres, mundo este chamado de “civilização”. Se querem “progressistas”,  mas não passam de reacionários quando se trata de avançar nos direitos individuais, nas liberdades de escolhas. Querem controlar os atos e o pensamento de quantos estiverem ao seu alcance e domínio. Na democracia, que odeiam, estão livres até para professarem sua cantilena retrógrada.  Porém, tente ser diferente nos países em que impuseram seu receituário! Cuba, aliás, paraíso amado por todos eles, é bem exemplo do quanto estes libertinos adoram um regime democrático.

O blog disponibiliza abaixo alguns links para os leitores se deliciarem com esta guerra de textos. De sua leitura é possível se imaginar no que se transformaria o Brasil caso adotassem 100% a ideologia do tal Foro. De certa forma, é possível sentir os efeitos da ação nefasta deste clube de totalitários cafajestes. Tornamo-nos um celeiro de distribuição de drogas, nossas instituições estão impregnadas do raquitismo do pensamento de esquerda, e o Estado brasileiro abriga uma plêiade cada dia mais numerosa dos brutamontes que se deliciam em violentar nossa democracia. 

Talvez porque a informação sobre o Foro em toda a sua extensão, além da divulgação dos diferentes atos praticados por seus membros indignariam toda a sociedade, poderíamos entender as razões pelas quais a educação brasileira está tão distante do século 21. 

E também se encontra na possibilidade de que a permanência no poder destes salafrários esteja seriamente ameaçada, as razões para os atos de violência desesperada de alguns grupos que as esquerdas patrocinam. 
Desejo sinceramente que o povo brasileiro seja despertado para uma reflexão profunda, isenta e lúcida sobre o que vem a ser a existência do Foro de São Paulo, mas principalmente sobre com que mundo esta gente sonha e deseja estabelecer por aqui. Sim, porque, por enquanto, ainda é possível escolher o Brasil que desejamos. Com eles, contudo, não há direito de escolha. Não se admite divergência, oposição, liberdade de pensar e escolher. Com esta gente  só teremos o  direito de amá-los, incondicionalmente, como deuses.   Para eles, o inferno será o melhor dos paraísos, mesmo que arda em chamas.

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