Governo da França pretende montar uma agência de desenvolvimento no Brasil
Do G1 em Brasília
A ministra de Comércio Exterior Francês, Cristine Lagardi, anunciou nesta sexta-feira, em Brasília, (2) que muitas empresas francesas estão interessadas em investir em projetos de infra-estrutura, principalmente de energia, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A França já é o quarto maior investidor direto no Brasil.
Do G1 em Brasília
A ministra de Comércio Exterior Francês, Cristine Lagardi, anunciou nesta sexta-feira, em Brasília, (2) que muitas empresas francesas estão interessadas em investir em projetos de infra-estrutura, principalmente de energia, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A França já é o quarto maior investidor direto no Brasil.
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Neste sábado (3), a ministra visitará a obra da usina de Angra Três, no Rio de Janeiro. Segundo Lagardi, a agência deve começar a funcionar até o meio deste ano. Além de promover, a agência também poderá financiar, até mesmo sem contrapartida, investimentos no país.
Neste sábado (3), a ministra visitará a obra da usina de Angra Três, no Rio de Janeiro. Segundo Lagardi, a agência deve começar a funcionar até o meio deste ano. Além de promover, a agência também poderá financiar, até mesmo sem contrapartida, investimentos no país.
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Sobre subsídios agrícolas franceses e a retomada da rodada de Doha - negociação mundial de comércio - Cristine Lagardi disse que a França está disposta a conversar, mas avisou que os europeus devem proteger alguns produtos estratégicos. Ela pediu aos críticos que evitem comentários "nefastos que caricaturam" os acordos discutidos porque diz não ser razoável que essa discussão se limite à porcentagem.
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Secretária é condenada por tentar vender segredo da Coca-Cola à Pepsi
Do G1 Em São Paulo, com informações de EFE e AFP
Um júri americano considerou Joya Williams, 41 anos, que trabalhou como secretária da Coca-Cola, culpada por roubar segredos empresariais da companhia, os quais planejava vender à rival Pepsi por US$ 1,5 milhão. Ela vai pegar uma pena de dez anos de prisão, mas ainda não foi fixada uma data para a sentença começar a ser cumprida.
A advogada de Williams, Janice Singer, afirmou que sua cliente está "decepcionada" com a decisão e que vai recorrer da sentença.
O júri, formado por sete mulheres e cinco homens, deliberou durante três dias antes de tornar público seu veredicto. Williams foi despedida do cargo de secretária da diretoria da marca global da Coca-Cola, em Atlanta, nos Estados Unidos, depois que o esquema foi revelado.
Esquema
A ex-funcionária da multinacional declarou que, embora copiasse de forma rotineira documentos e os levasse para casa, não fazia parte do plano para roubar e vender informação confidencial de sua antiga empresa. Williams sustentou que foi vítima do plano de Ibrahim Dimson e Edmund Duhaney, outros dois acusados que se declararam culpados em outubro.
Sobre subsídios agrícolas franceses e a retomada da rodada de Doha - negociação mundial de comércio - Cristine Lagardi disse que a França está disposta a conversar, mas avisou que os europeus devem proteger alguns produtos estratégicos. Ela pediu aos críticos que evitem comentários "nefastos que caricaturam" os acordos discutidos porque diz não ser razoável que essa discussão se limite à porcentagem.
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Secretária é condenada por tentar vender segredo da Coca-Cola à Pepsi
Do G1 Em São Paulo, com informações de EFE e AFP
Um júri americano considerou Joya Williams, 41 anos, que trabalhou como secretária da Coca-Cola, culpada por roubar segredos empresariais da companhia, os quais planejava vender à rival Pepsi por US$ 1,5 milhão. Ela vai pegar uma pena de dez anos de prisão, mas ainda não foi fixada uma data para a sentença começar a ser cumprida.
A advogada de Williams, Janice Singer, afirmou que sua cliente está "decepcionada" com a decisão e que vai recorrer da sentença.
O júri, formado por sete mulheres e cinco homens, deliberou durante três dias antes de tornar público seu veredicto. Williams foi despedida do cargo de secretária da diretoria da marca global da Coca-Cola, em Atlanta, nos Estados Unidos, depois que o esquema foi revelado.
Esquema
A ex-funcionária da multinacional declarou que, embora copiasse de forma rotineira documentos e os levasse para casa, não fazia parte do plano para roubar e vender informação confidencial de sua antiga empresa. Williams sustentou que foi vítima do plano de Ibrahim Dimson e Edmund Duhaney, outros dois acusados que se declararam culpados em outubro.
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Duhaney testemunhou que Williams iniciou o estratagema e permitiu o acesso a documentos confidenciais e amostras de produtos que planejavam vender à Pepsi.
O esquema foi descoberto em maio de 2006, quando a PepsiCo divulgou uma carta afirmando que um alto executivo da rival lhe ofereceu informações confidenciais sobre a fórmula da bebida.
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Equador investiga Petrobras por razões ambientais
Agência Estado
O presidente do Equador, Rafael Correa, declarou hoje que o contrato que permite à Petrobras explorar petróleo no país pode ser rompido caso seja comprovado o descumprimento das leis ambientais por parte da estatal brasileira. "Se a Petrobras, ou quem quer que seja, tiver cometido graves irregularidades, o contrato poderá perder a validade", disse Correa, durante seu programa semanal de rádio. Uma investigação sobre possíveis irregularidades por parte da Petrobras está sendo feita mas, segundo ele, até o momento "nada consta" de errado.
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25% da energia consumida nas casas é desperdiçada, diz estudo
Agência Brasil
Rio - Os brasileiros, em suas casas, estão em segundo lugar no ranking de quem mais desperdiça energia elétrica no país. De acordo com dados preliminares da Eletrobrás, que vem realizando estudos para avaliar o consumo energético em parceria com universidades, 25% da energia consumida nas casas é desperdiçada. Ou seja, um em cada quatro reais gastos com a conta de luz é devido ao desperdício.
O setor industrial, porém, é o grande campeão, jogando fora 31% da energia que recebe. Esse resultado é responsável por perdas relativas a R$ 1,193 bilhão, que poderiam ser evitadas se as empresas utilizassem aparelhos e serviços mais eficientes.
A lista de piores usos da energia segue com comércio (19%), setor público (5%), saneamento (5%), e iluminação pública (4%). Com o uso de equipamentos eficientes, a economia de energia em todos esses setores somaria R$ 3,859 bilhões, estima a estatal.
Os estudos da Eletrobrás, que fazem parte do Programa Nacional de Conservação de Energia (Procel), pretendem definir formas de reduzir o desperdício de energia. A previsão é que estejam concluídos até 2008.
“Existe desperdício geral mas, muitas vezes, o desperdício não é intencional. Às vezes, ocorre até por falta de recursos para poder investir numa tecnologia mais eficiente”, destaca o chefe da Divisão de Planejamento e Conservação de Energia da Eletrobrás, Hamilton Pollis. "É um círculo vicioso que a gente precisa quebrar".
Pollis considera que a conscientização sobre o uso responsável da energia está melhor. "Mas isso não basta. As pessoas têm consciência de que estão desperdiçando energia, como ocorre no setor de saneamento, mas às vezes faltam condições para que eles possam melhorar essa situação”.
Conforme reconheceu Pollis, a falta de conhecimento técnico e de financiamento impede que as empresas realizem investimentos visando a melhoria de sua eficiência energética. Ele ressaltou ainda a falta de quadros técnicos em empresas e prefeituras, quadros estes que poderiam informar sobre a necessidade de se combater o desperdício.
Duhaney testemunhou que Williams iniciou o estratagema e permitiu o acesso a documentos confidenciais e amostras de produtos que planejavam vender à Pepsi.
O esquema foi descoberto em maio de 2006, quando a PepsiCo divulgou uma carta afirmando que um alto executivo da rival lhe ofereceu informações confidenciais sobre a fórmula da bebida.
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Equador investiga Petrobras por razões ambientais
Agência Estado
O presidente do Equador, Rafael Correa, declarou hoje que o contrato que permite à Petrobras explorar petróleo no país pode ser rompido caso seja comprovado o descumprimento das leis ambientais por parte da estatal brasileira. "Se a Petrobras, ou quem quer que seja, tiver cometido graves irregularidades, o contrato poderá perder a validade", disse Correa, durante seu programa semanal de rádio. Uma investigação sobre possíveis irregularidades por parte da Petrobras está sendo feita mas, segundo ele, até o momento "nada consta" de errado.
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25% da energia consumida nas casas é desperdiçada, diz estudo
Agência Brasil
Rio - Os brasileiros, em suas casas, estão em segundo lugar no ranking de quem mais desperdiça energia elétrica no país. De acordo com dados preliminares da Eletrobrás, que vem realizando estudos para avaliar o consumo energético em parceria com universidades, 25% da energia consumida nas casas é desperdiçada. Ou seja, um em cada quatro reais gastos com a conta de luz é devido ao desperdício.
O setor industrial, porém, é o grande campeão, jogando fora 31% da energia que recebe. Esse resultado é responsável por perdas relativas a R$ 1,193 bilhão, que poderiam ser evitadas se as empresas utilizassem aparelhos e serviços mais eficientes.
A lista de piores usos da energia segue com comércio (19%), setor público (5%), saneamento (5%), e iluminação pública (4%). Com o uso de equipamentos eficientes, a economia de energia em todos esses setores somaria R$ 3,859 bilhões, estima a estatal.
Os estudos da Eletrobrás, que fazem parte do Programa Nacional de Conservação de Energia (Procel), pretendem definir formas de reduzir o desperdício de energia. A previsão é que estejam concluídos até 2008.
“Existe desperdício geral mas, muitas vezes, o desperdício não é intencional. Às vezes, ocorre até por falta de recursos para poder investir numa tecnologia mais eficiente”, destaca o chefe da Divisão de Planejamento e Conservação de Energia da Eletrobrás, Hamilton Pollis. "É um círculo vicioso que a gente precisa quebrar".
Pollis considera que a conscientização sobre o uso responsável da energia está melhor. "Mas isso não basta. As pessoas têm consciência de que estão desperdiçando energia, como ocorre no setor de saneamento, mas às vezes faltam condições para que eles possam melhorar essa situação”.
Conforme reconheceu Pollis, a falta de conhecimento técnico e de financiamento impede que as empresas realizem investimentos visando a melhoria de sua eficiência energética. Ele ressaltou ainda a falta de quadros técnicos em empresas e prefeituras, quadros estes que poderiam informar sobre a necessidade de se combater o desperdício.