Leiam a nota a seguir, postada no Blog do Reinaldo Azevedo, sobre o comportamento de um governo que deveria incentivar o investimento privado em serviços, e adota práticas que seguem na contramão do próprio incentivo. Um governo que não respeita contratos, não merece ser levado a sério. Inicialmente, Reinaldo dá uma chacoalhada no Elio Gaspari que num artigo na Folha de São Paulo deste domingo, voltou a criticar o processo de privatização ocorrido no governo FHC. Aliás não é a primeira e não será última. Tanto Gaspari quanto inúmeros outros jornalistas, parecem ainda não terem entendido que a privatização beneficiou o país, e não ao partido que estava no poder. Beneficiou a população ao democratizar serviços que antes eram privilégio de alguns poucos. Acabou com muita empresa deficitária e que servia apenas como cabides de empregos, às custas de toda a nação. Empresas sem capacidade de investirem em sua melhoria, sua eficiência, em tecnologia e modernidade. Agora, o alvo de Gaspari foi o Banco Postal. Mas deixemos para o comentário de Reinaldo Azevedo esclarecer.
Retornamos depois para comentar.
Chavismo à moda da casa: o governo federal quer assaltar o Bradesco
Certo, leitor amigo, fica chato dizer que um banco pode ser vítima da truculência do governo. A se acreditar em certa esquerda, sempre acontece o contrário. Mas a verdade é que o triângulo "governo Lula-Banco Postal-Bradesco" expõe um arreganho escancaradamente chavista do Planalto. A se concretizar de fato, a primeira coisa que está indo para o brejo é a segurança jurídica. Junto com ela, o bom senso e até o decoro argumentativo. E noto: o Bradesco é sabidamente uma empresa que mantém relações amistosas com o governo Lula. Dá para imaginar o que essa gente não gostaria de fazer com inimigos. Para quem não sabe do que estou falando, uma explicação rápida.
Retornamos depois para comentar.
Chavismo à moda da casa: o governo federal quer assaltar o Bradesco
Certo, leitor amigo, fica chato dizer que um banco pode ser vítima da truculência do governo. A se acreditar em certa esquerda, sempre acontece o contrário. Mas a verdade é que o triângulo "governo Lula-Banco Postal-Bradesco" expõe um arreganho escancaradamente chavista do Planalto. A se concretizar de fato, a primeira coisa que está indo para o brejo é a segurança jurídica. Junto com ela, o bom senso e até o decoro argumentativo. E noto: o Bradesco é sabidamente uma empresa que mantém relações amistosas com o governo Lula. Dá para imaginar o que essa gente não gostaria de fazer com inimigos. Para quem não sabe do que estou falando, uma explicação rápida.
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Em 2001, o governo federal resolveu fazer uma licitação entre bancos para que agências dos correios pudessem funcionar com postos bancários. O objetivo principal era levar o serviço a algumas cidades que haviam ficado sem banco por conta do enxugamento do número de agências, que veio com a reestruturação do setor bancário. Três empresas participaram da licitação: Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal. Ganhou o primeiro, com uma proposta de R$ 201 milhões e mais repasses de parte das taxas cobradas dos clientes pelos serviços. A atividade rende aos Correios hoje algo entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões. O contrato vai até 2010. Pois não é que o ministro das Comunicações, Helio Costa, decidiu simplesmente romper o contrato? O argumento não poderia ser mais vagabundo: o Bradesco está lucrando demais.Elio Gaspari escreveu uma nota na Folha de domingo a respeito e concluiu assim: “O lucro do banco não é da conta do ministro. Se a privataria tucana vendeu a concessão a preço de banana, é aí que ele deve procurar a anomalia.” Gaspari é informado o bastante para ser tão simplório na sua sanha antiprivatizante. “Privataria” por quê? Tem a obrigação de explicar a seus leitores se não quer ficar, a esta altura da carreira, fazendo embaixadinha para a torcida. Suponho que não precise disso. Quanto valia, Gaspari, um serviço que não existia? Sob que argumento se pode dizer que R$ 210 milhões, mais o que o serviço rende mensalmente, são preço de banana?
Em 2001, o governo federal resolveu fazer uma licitação entre bancos para que agências dos correios pudessem funcionar com postos bancários. O objetivo principal era levar o serviço a algumas cidades que haviam ficado sem banco por conta do enxugamento do número de agências, que veio com a reestruturação do setor bancário. Três empresas participaram da licitação: Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal. Ganhou o primeiro, com uma proposta de R$ 201 milhões e mais repasses de parte das taxas cobradas dos clientes pelos serviços. A atividade rende aos Correios hoje algo entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões. O contrato vai até 2010. Pois não é que o ministro das Comunicações, Helio Costa, decidiu simplesmente romper o contrato? O argumento não poderia ser mais vagabundo: o Bradesco está lucrando demais.Elio Gaspari escreveu uma nota na Folha de domingo a respeito e concluiu assim: “O lucro do banco não é da conta do ministro. Se a privataria tucana vendeu a concessão a preço de banana, é aí que ele deve procurar a anomalia.” Gaspari é informado o bastante para ser tão simplório na sua sanha antiprivatizante. “Privataria” por quê? Tem a obrigação de explicar a seus leitores se não quer ficar, a esta altura da carreira, fazendo embaixadinha para a torcida. Suponho que não precise disso. Quanto valia, Gaspari, um serviço que não existia? Sob que argumento se pode dizer que R$ 210 milhões, mais o que o serviço rende mensalmente, são preço de banana?
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Na opinião do jornalista, o Bradesco correu ou não algum risco quando decidiu operar o sistema? “Banana” foi também a moeda que disseram ter sido usada para comprar os 19% (!) de ações da Telebras, que renderam aos cofres públicos R$ 22 bilhões. Um ano depois, as ações valiam quase a metade em Bolsa. Ou seja: foram vendidas a peso de ouro, não de banana! Considerando os investimentos feitos e os impostos pagos, fica fácil demonstrar que a privatização da Telebras rendeu ao Brasil R$ 265 bilhões, R$ 135 bilhões só de investimentos em infra-estrutura. Investimentos permanentes, não consumidos pelo pagamento da dívida — já que essa é a crítica mais freqüente que se faz às privatizações.
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Sempre que a “banana” vira moeda na boca ou na pena de alguém, fico muito irritado porque acho a crítica populista e obscurantista. Que os idiotas optem por isso, vá lá. Talvez a ignorância lhes perdoe a tolice. Que alguém informado o faça, aí é indesculpável. Não se fez privataria nem na Telebras nem no Banco Postal. Quem, agora, está se comportando como pirata, como ladrão, é o governo federal, que quer roubar o Bradesco.
Na opinião do jornalista, o Bradesco correu ou não algum risco quando decidiu operar o sistema? “Banana” foi também a moeda que disseram ter sido usada para comprar os 19% (!) de ações da Telebras, que renderam aos cofres públicos R$ 22 bilhões. Um ano depois, as ações valiam quase a metade em Bolsa. Ou seja: foram vendidas a peso de ouro, não de banana! Considerando os investimentos feitos e os impostos pagos, fica fácil demonstrar que a privatização da Telebras rendeu ao Brasil R$ 265 bilhões, R$ 135 bilhões só de investimentos em infra-estrutura. Investimentos permanentes, não consumidos pelo pagamento da dívida — já que essa é a crítica mais freqüente que se faz às privatizações.
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Sempre que a “banana” vira moeda na boca ou na pena de alguém, fico muito irritado porque acho a crítica populista e obscurantista. Que os idiotas optem por isso, vá lá. Talvez a ignorância lhes perdoe a tolice. Que alguém informado o faça, aí é indesculpável. Não se fez privataria nem na Telebras nem no Banco Postal. Quem, agora, está se comportando como pirata, como ladrão, é o governo federal, que quer roubar o Bradesco.
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Hélio Costa disse que vai constituir uma comissão para indenizar o banco. Vejam só: não sei se vocês estão entendendo. Uma empresa tem um contrato para gerir um serviço. Para tê-lo, disputou e venceu uma licitação. O governo olha para a coisa, descobre que o negócio deu certo, que ele é bom — e só é assim porque está funcionando direito —, e decide, então, tungar a empresa privada, tomar a coisa de volta, rasgando o contrato. E quais são os argumentos do ministro? “O contrato é injusto porque o Banco Postal é um enorme sucesso, mas os Correios lucram pouco”. É mesmo? E se a operação desse prejuízo, ministro? Costa diz ainda que o governo não pode deixar de levar em consideração que “o Banco Postal é um sucesso”. Então fique longe dele, meu senhor!
Hélio Costa disse que vai constituir uma comissão para indenizar o banco. Vejam só: não sei se vocês estão entendendo. Uma empresa tem um contrato para gerir um serviço. Para tê-lo, disputou e venceu uma licitação. O governo olha para a coisa, descobre que o negócio deu certo, que ele é bom — e só é assim porque está funcionando direito —, e decide, então, tungar a empresa privada, tomar a coisa de volta, rasgando o contrato. E quais são os argumentos do ministro? “O contrato é injusto porque o Banco Postal é um enorme sucesso, mas os Correios lucram pouco”. É mesmo? E se a operação desse prejuízo, ministro? Costa diz ainda que o governo não pode deixar de levar em consideração que “o Banco Postal é um sucesso”. Então fique longe dele, meu senhor!
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COMENTANDO A NOTICIA:
Os "argumentos" do Hélio Costa são, no mínimo, cretinos e levianos. E na época que divulgamos a notícia, acrescentamos (muito antes do PAC), que a ser assim, quem apostaria um tostão furado em parceria público-privada com um Governo que não respeita contratos ? Que não reconhece o ponto básico do capitalismo que é o lucro ? Pois bem: o que esta imundície de governo Lula fez de lá prá cá ? Deu outro tapa na cara dos empresários brasileiros que foi a suspensão das concessões das rodovias por entendê-las como lucrativas demais, que as empresas estavam ganhando muito dinheiro com os pedágios e que estes estavam muito caros! Acaso o governo chamou os empresários para negociar ? Não, resolveu radicalizar,acabou e pronto. Inclusive, o senhor Hélio Costa chegou a afirmar, de maneira irresponsável e cretina, que o Bradesco já lucrou demais com o Banco Postal ! Talvez ele considere lucro “saudável” aquele que o governo obteve com o tal Banco Popular ...
Ora, no caso do Banco Postal a pergunta que faço é: a empresa que faça contratos com o governo federal está proibida de ganhar dinheiro com o negócio montado ? Por trás de todo este ranço está justamente a questão do quanto o governo "permite" que se ganhe dinheiro.
Então, logo salta outra questão: no caso das rodovias, todos somos assaltados com a tal CIDE. Muito bem: para que a tal contribuição foi criada mesmo ? E quanto dela o governo investe efetivamente na recuperação e manutenção de rodovias ? Apenas para não esquecer: alguém ainda lembra para que mesmo foi criada a CPMF ? E quanto dela efetivamente chega até a Saúde ?
Com o Banco Postal será a mesma coisa: um serviço que teve o dom de reduzir as filas nos bancos, que, juntamente com as agências lotéricas, se tornou indispensável à população para pagamento de contas, agora o governo quer administrar aquilo que não teve interesse e que não tem competência ! Quem perde ? Claro, o povo, como sempre. E caso o governo consiga rescindir o contrato com o Bradesco o que vai acontecer ? A CEF provavelmente irá assumir, e os ganhos que deveriam servir para a melhora dos serviços vão afundar na burocracia e os mesmos assaltantes de sempre é que acabarão desviando para suas contas paradisíacas. Aliás, seria bom a gente ficar de olho para quem os Correios serão entregues pelo governo Lula. Provavelmente serão os herdeiros a administrarem os lucros do Banco Postal...
Em tempo: o brasileiro paga a taxa de embarque nos aeroportos do país mais caras do mundo. Para que serviriam, em tese, as taxas ? Pois é, depois o governo retorna os serviços com apagão aéreo. Quanto a Saúde com CPMF e as rodovias com a tal CIDE, talvez o governo Lula nos explique melhor a porcaria que se tornaram a assistência médica e o estado das rodovias, e nos preste contas do que foi feito com o dinheiro recebido. Por sinal, não foi pouco dinheiro não!
Dinheiro na mão de um governo acostumado a desviá-lo e não lhe dar a destinação adequada, acaba invariavelmente tornando os serviços para quais a cobrança foi imposta em um descalabro e um caos.
Claro que o Bradesco não irá falir, nem sequer talvez vá criar caso se o governo insistir muito na rescisão do contrato. O Bradesco tem sua forma de ganhar dinheiro sem depender do Banco Postal. Ganhava antes, continuará ganhando depois. Porém, para todos os empresários o recado está dado: ao se meterem em contratos, seja de que tipo ou natureza for, se preparem, o governo Lula vai impor uma tabela de lucros. Esta será a "democracia" sem oposição, e com capitalismo com lucros "tabelados".
Adoraria saber quem foi o "gênio" que iluminou estes "abençoados"! Apenas para lembrar: a licitação foi feita no governo FHC, em 2001. O governo Lula nada tem com ela, e por isto é que o Banco Postal deu certo. Entenda-se que participaram da licitação, dois bancos privados e mais a Caixa Econômica Federal. Já o tal Banco Popular, bem... Mas, lógico, em se tratando de que algo que deu certo lá atrás é melhor destruí-la, logo. Senão suas sementes podem germinar ...
Quanto ao comentário do Gaspari, resta acrescentar o seguinte: todo aquele que for contra às privatizações, acaba sendo contra o país e o povo. Primeiro, porque impedem a socialização e democratização de serviços essenciais à população, que nas mãos dos governantes, eram meros cabides de emprego, deficitárias, sem investimentos de modernização, e de custo proibitivo à população. Segundo, por detestarem empreendimentos que dão certo. No Brasil, já se disse, temos verdadeira ojeriza ao sucesso de outros brasileiros. Provavelmente, para esta gente atrasada e imbecil, privatização tem que ser aos moldes do que o governo Lula fará com a Floresta Amazônica, vão “doar” a exploração de áreas da floresta à iniciativa privada !!!! Ou seja, não se trata de vender empresas deficitárias, e sim de se “doar” pedaços do próprio território brasileiro...
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Os "argumentos" do Hélio Costa são, no mínimo, cretinos e levianos. E na época que divulgamos a notícia, acrescentamos (muito antes do PAC), que a ser assim, quem apostaria um tostão furado em parceria público-privada com um Governo que não respeita contratos ? Que não reconhece o ponto básico do capitalismo que é o lucro ? Pois bem: o que esta imundície de governo Lula fez de lá prá cá ? Deu outro tapa na cara dos empresários brasileiros que foi a suspensão das concessões das rodovias por entendê-las como lucrativas demais, que as empresas estavam ganhando muito dinheiro com os pedágios e que estes estavam muito caros! Acaso o governo chamou os empresários para negociar ? Não, resolveu radicalizar,acabou e pronto. Inclusive, o senhor Hélio Costa chegou a afirmar, de maneira irresponsável e cretina, que o Bradesco já lucrou demais com o Banco Postal ! Talvez ele considere lucro “saudável” aquele que o governo obteve com o tal Banco Popular ...
Ora, no caso do Banco Postal a pergunta que faço é: a empresa que faça contratos com o governo federal está proibida de ganhar dinheiro com o negócio montado ? Por trás de todo este ranço está justamente a questão do quanto o governo "permite" que se ganhe dinheiro.
Então, logo salta outra questão: no caso das rodovias, todos somos assaltados com a tal CIDE. Muito bem: para que a tal contribuição foi criada mesmo ? E quanto dela o governo investe efetivamente na recuperação e manutenção de rodovias ? Apenas para não esquecer: alguém ainda lembra para que mesmo foi criada a CPMF ? E quanto dela efetivamente chega até a Saúde ?
Com o Banco Postal será a mesma coisa: um serviço que teve o dom de reduzir as filas nos bancos, que, juntamente com as agências lotéricas, se tornou indispensável à população para pagamento de contas, agora o governo quer administrar aquilo que não teve interesse e que não tem competência ! Quem perde ? Claro, o povo, como sempre. E caso o governo consiga rescindir o contrato com o Bradesco o que vai acontecer ? A CEF provavelmente irá assumir, e os ganhos que deveriam servir para a melhora dos serviços vão afundar na burocracia e os mesmos assaltantes de sempre é que acabarão desviando para suas contas paradisíacas. Aliás, seria bom a gente ficar de olho para quem os Correios serão entregues pelo governo Lula. Provavelmente serão os herdeiros a administrarem os lucros do Banco Postal...
Em tempo: o brasileiro paga a taxa de embarque nos aeroportos do país mais caras do mundo. Para que serviriam, em tese, as taxas ? Pois é, depois o governo retorna os serviços com apagão aéreo. Quanto a Saúde com CPMF e as rodovias com a tal CIDE, talvez o governo Lula nos explique melhor a porcaria que se tornaram a assistência médica e o estado das rodovias, e nos preste contas do que foi feito com o dinheiro recebido. Por sinal, não foi pouco dinheiro não!
Dinheiro na mão de um governo acostumado a desviá-lo e não lhe dar a destinação adequada, acaba invariavelmente tornando os serviços para quais a cobrança foi imposta em um descalabro e um caos.
Claro que o Bradesco não irá falir, nem sequer talvez vá criar caso se o governo insistir muito na rescisão do contrato. O Bradesco tem sua forma de ganhar dinheiro sem depender do Banco Postal. Ganhava antes, continuará ganhando depois. Porém, para todos os empresários o recado está dado: ao se meterem em contratos, seja de que tipo ou natureza for, se preparem, o governo Lula vai impor uma tabela de lucros. Esta será a "democracia" sem oposição, e com capitalismo com lucros "tabelados".
Adoraria saber quem foi o "gênio" que iluminou estes "abençoados"! Apenas para lembrar: a licitação foi feita no governo FHC, em 2001. O governo Lula nada tem com ela, e por isto é que o Banco Postal deu certo. Entenda-se que participaram da licitação, dois bancos privados e mais a Caixa Econômica Federal. Já o tal Banco Popular, bem... Mas, lógico, em se tratando de que algo que deu certo lá atrás é melhor destruí-la, logo. Senão suas sementes podem germinar ...
Quanto ao comentário do Gaspari, resta acrescentar o seguinte: todo aquele que for contra às privatizações, acaba sendo contra o país e o povo. Primeiro, porque impedem a socialização e democratização de serviços essenciais à população, que nas mãos dos governantes, eram meros cabides de emprego, deficitárias, sem investimentos de modernização, e de custo proibitivo à população. Segundo, por detestarem empreendimentos que dão certo. No Brasil, já se disse, temos verdadeira ojeriza ao sucesso de outros brasileiros. Provavelmente, para esta gente atrasada e imbecil, privatização tem que ser aos moldes do que o governo Lula fará com a Floresta Amazônica, vão “doar” a exploração de áreas da floresta à iniciativa privada !!!! Ou seja, não se trata de vender empresas deficitárias, e sim de se “doar” pedaços do próprio território brasileiro...