Jornal do Brasil
A Argentina tem agora menos motivos para reclamar dos resultados do intercâmbio comercial com o Brasil. As importações de produtos argentinos por brasileiros cresceram 40,5% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo US$ 2,28 bilhões. Já as exportações brasileiras para o país vizinho foram de US$ 2,86 bilhões, crescimento de 15,5% em relação a igual período de 2006.
O superávit brasileiro com a Argentina, portanto, totalizou US$ 581 milhões entre janeiro e março, ante um saldo positivo de US$ 855 milhões verificado nos três primeiros meses do ano passado.
Com o objetivo de fortalecer a integração da América do Sul, o governo tenta reduzir os descontentamentos dos parceiros comerciais com o tamanho do superávit comercial brasileiro. Para o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o fundamental é o intercâmbio comercial com a Argentina sempre apresentar crescimento.
- É importante o mínimo de equilíbrio - disse o chanceler.
A Argentina é o segundo maior parceiro comercial do Brasil. Só fica atrás dos Estados Unidos. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Meziat, a queda do saldo comercial do Brasil com a Argentina é benéfica, pois os vizinhos sempre se queixam às autoridades brasileiras do tamanho do saldo negativo obtido nas relações comerciais com o Brasil.
- Os resultados demonstram o acerto das nossas negociações e a recuperação da indústria argentina, o que é positivo para as relações entre os dois países - disse o secretário. - O crescimento das vendas dos argentinos é uma preocupação nossa a fim de equilibrar os negócios. (F.E)
A Argentina tem agora menos motivos para reclamar dos resultados do intercâmbio comercial com o Brasil. As importações de produtos argentinos por brasileiros cresceram 40,5% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo US$ 2,28 bilhões. Já as exportações brasileiras para o país vizinho foram de US$ 2,86 bilhões, crescimento de 15,5% em relação a igual período de 2006.
O superávit brasileiro com a Argentina, portanto, totalizou US$ 581 milhões entre janeiro e março, ante um saldo positivo de US$ 855 milhões verificado nos três primeiros meses do ano passado.
Com o objetivo de fortalecer a integração da América do Sul, o governo tenta reduzir os descontentamentos dos parceiros comerciais com o tamanho do superávit comercial brasileiro. Para o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o fundamental é o intercâmbio comercial com a Argentina sempre apresentar crescimento.
- É importante o mínimo de equilíbrio - disse o chanceler.
A Argentina é o segundo maior parceiro comercial do Brasil. Só fica atrás dos Estados Unidos. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Meziat, a queda do saldo comercial do Brasil com a Argentina é benéfica, pois os vizinhos sempre se queixam às autoridades brasileiras do tamanho do saldo negativo obtido nas relações comerciais com o Brasil.
- Os resultados demonstram o acerto das nossas negociações e a recuperação da indústria argentina, o que é positivo para as relações entre os dois países - disse o secretário. - O crescimento das vendas dos argentinos é uma preocupação nossa a fim de equilibrar os negócios. (F.E)