Fernando Exman , Jornal do Brasil
Em um cenário de dólar barato, o Brasil bateu em março o recorde histórico de importação em um único mês. Foram US$ 9,53 bilhões. Como as exportações chegaram a US$ 12,85 bilhões, a balança comercial registrou superávit de US$ 3,32 bilhões em março, queda de 8,56% sobre o mesmo mês do ano passado. Neste ano, as vendas ao mercado externo crescem acima das compras. No primeiro trimestre, importações e exportações subiram, respectivamente, 25,27% e 15,42%.
Entre janeiro e março, o saldo positivo da balança foi de US$ 8,69 bilhões, queda de 6,01% na comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho resulta de US$ 33,92 bilhões em exportações e de US$ 25,22 bilhões em importações. Ambas as cifras são recordes para o período.
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Armando Meziat, a tendência é que o superávit deste ano seja inferior ao do ano passado, de US$ 46,1 bilhões. Ele negou que o crescimento das importações seja prejudicial para a indústria, como alegam entidades produtivas. A exceção, reconheceu, são os segmentos que enfrentam a concorrência dos produtos chineses. Meziat ressaltou, no entanto, que o ministério tem tomado providências de defesa comercial para impedir que tais áreas, como têxteis e brinquedos, sejam afetadas por preços desleais e importações irregulares.
A desvalorização do dólar incentiva sobretudo as compras de bens de consumo. No primeiro trimestre, as importações desses produtos cresceram 39%. As importações também têm crescido. O setor investe para aumentar a produção e obter maior competitividade. As importações somaram US$ 4,26 bilhões nos primeiros três meses do ano, 24,6% maior que no primeiro trimestre de 2006.
Foi a primeira vez desde 2001 que o saldo positivo em 12 meses fica menor do que no mesmo período anterior. Entre abril do ano passado e março deste ano, o superávit foi de US$ 45,53 bilhões. De abril de 2005 a março de 2006, ficou em US$ 45,65 bilhões.
No primeiro trimestre, as vendas de manufaturados somaram US$ 18,52 bilhões (alta de 13,2%), enquanto as de básicos foram de US$ 9,83 bilhões (alta de 25,1%) e as de semimanufaturados alcançaram US$ 4,88 bilhões (aumento de 22,2%).
Em um cenário de dólar barato, o Brasil bateu em março o recorde histórico de importação em um único mês. Foram US$ 9,53 bilhões. Como as exportações chegaram a US$ 12,85 bilhões, a balança comercial registrou superávit de US$ 3,32 bilhões em março, queda de 8,56% sobre o mesmo mês do ano passado. Neste ano, as vendas ao mercado externo crescem acima das compras. No primeiro trimestre, importações e exportações subiram, respectivamente, 25,27% e 15,42%.
Entre janeiro e março, o saldo positivo da balança foi de US$ 8,69 bilhões, queda de 6,01% na comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho resulta de US$ 33,92 bilhões em exportações e de US$ 25,22 bilhões em importações. Ambas as cifras são recordes para o período.
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Armando Meziat, a tendência é que o superávit deste ano seja inferior ao do ano passado, de US$ 46,1 bilhões. Ele negou que o crescimento das importações seja prejudicial para a indústria, como alegam entidades produtivas. A exceção, reconheceu, são os segmentos que enfrentam a concorrência dos produtos chineses. Meziat ressaltou, no entanto, que o ministério tem tomado providências de defesa comercial para impedir que tais áreas, como têxteis e brinquedos, sejam afetadas por preços desleais e importações irregulares.
A desvalorização do dólar incentiva sobretudo as compras de bens de consumo. No primeiro trimestre, as importações desses produtos cresceram 39%. As importações também têm crescido. O setor investe para aumentar a produção e obter maior competitividade. As importações somaram US$ 4,26 bilhões nos primeiros três meses do ano, 24,6% maior que no primeiro trimestre de 2006.
Foi a primeira vez desde 2001 que o saldo positivo em 12 meses fica menor do que no mesmo período anterior. Entre abril do ano passado e março deste ano, o superávit foi de US$ 45,53 bilhões. De abril de 2005 a março de 2006, ficou em US$ 45,65 bilhões.
No primeiro trimestre, as vendas de manufaturados somaram US$ 18,52 bilhões (alta de 13,2%), enquanto as de básicos foram de US$ 9,83 bilhões (alta de 25,1%) e as de semimanufaturados alcançaram US$ 4,88 bilhões (aumento de 22,2%).