O Metrô de São Paulo informou na tarde desta terça-feira que dois funcionários da companhia foram desligados de suas funções, depois da paralisação promovida na manhã de segunda-feira. Segundo o Metrô, Ronaldo Campos foi demitido por entrar na cabine do trem e impedir o operador de conduzi-lo. O empregado Ciro Morais foi desligado por circular pela via e bloquear a energização do trecho.
O Metrô ressaltou, em nota, que convive democraticamente com manifestações sindicais, mas que não admite a intervenção ilícita na operação do seu sistema, que requer segurança absoluta.
Apoio
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, manifestou apoio nesta terça-feira à paralisação do transporte público em São Paulo, realizada na segunda. O ministro teria dito que este foi "o instrumento de luta encontrado pelos trabalhadores para manifestar seu protesto".
Na segunda-feira, a população da cidade de São Paulo amanheceu sem os dois principais meios de transportes: ônibus e Metrô. A interrupção durou menos de duas horas, mas causou aglomeração de passageiros nos terminais de ônibus e estações do Metrô nas primeiras horas da manhã. A cidade viveu o seu terceiro maior engarrafamento do ano. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por volta das 9h o congestionamento chegou a 120 quilômetros na capital.
A paralisação foi um protesto contra a aprovação da emenda 3 da Super-Receita, que proíbe que auditores fiscais multem e tenham poder para desfazer pessoas jurídicas quando entenderem que a relação de prestação de serviços com uma empresa é, na verdade, uma relação trabalhista. Pelo texto aprovado no Congresso, apenas a Justiça do Trabalho teria esse poder.
Defensores da emenda dizem que sua intenção é garantir a segurança de contratos negociados entre as partes. Segundo Lupi, os partidos da coalizão estão unidos em relação ao veto da Emenda 3. (Com informações do jornal O Dia.)
COMENTANDO A NOTÍCIA: Lupi esqueceu completamente o papel que lhe cabe desempenhar no governo. Passou a defender os sindicalistas pelegos que, com uma mentira, tentaram uma greve para protestar contra a Emenda 3. Claro que se sabe a serviço do que Lupi se encontra, como também os cretinos interesses destes vagabundos que se escondem por detrás de sindicatos para praticar terrorismo político. Lupi aliou-se portanto à terroristas de carteirinha. E o que é pior: estes cretinos agem independente dos prejuízos que possam causar à população. Para este bando de dementados, o que conta é a causa. A causa petista, logicamente. Nos comentários do Reinaldo Azevedo a descrição das “ações” destes cretinos.
Cinco demissões, a greve que não houve e jornalismo filopetista
O Metrô ressaltou, em nota, que convive democraticamente com manifestações sindicais, mas que não admite a intervenção ilícita na operação do seu sistema, que requer segurança absoluta.
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O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, manifestou apoio nesta terça-feira à paralisação do transporte público em São Paulo, realizada na segunda. O ministro teria dito que este foi "o instrumento de luta encontrado pelos trabalhadores para manifestar seu protesto".
Na segunda-feira, a população da cidade de São Paulo amanheceu sem os dois principais meios de transportes: ônibus e Metrô. A interrupção durou menos de duas horas, mas causou aglomeração de passageiros nos terminais de ônibus e estações do Metrô nas primeiras horas da manhã. A cidade viveu o seu terceiro maior engarrafamento do ano. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por volta das 9h o congestionamento chegou a 120 quilômetros na capital.
A paralisação foi um protesto contra a aprovação da emenda 3 da Super-Receita, que proíbe que auditores fiscais multem e tenham poder para desfazer pessoas jurídicas quando entenderem que a relação de prestação de serviços com uma empresa é, na verdade, uma relação trabalhista. Pelo texto aprovado no Congresso, apenas a Justiça do Trabalho teria esse poder.
Defensores da emenda dizem que sua intenção é garantir a segurança de contratos negociados entre as partes. Segundo Lupi, os partidos da coalizão estão unidos em relação ao veto da Emenda 3. (Com informações do jornal O Dia.)
COMENTANDO A NOTÍCIA: Lupi esqueceu completamente o papel que lhe cabe desempenhar no governo. Passou a defender os sindicalistas pelegos que, com uma mentira, tentaram uma greve para protestar contra a Emenda 3. Claro que se sabe a serviço do que Lupi se encontra, como também os cretinos interesses destes vagabundos que se escondem por detrás de sindicatos para praticar terrorismo político. Lupi aliou-se portanto à terroristas de carteirinha. E o que é pior: estes cretinos agem independente dos prejuízos que possam causar à população. Para este bando de dementados, o que conta é a causa. A causa petista, logicamente. Nos comentários do Reinaldo Azevedo a descrição das “ações” destes cretinos.
Cinco demissões, a greve que não houve e jornalismo filopetista
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O Metrô de São Paulo decidiu demitir cinco funcionários, acusados de prática de sabotagem. Já contei a história aqui (vejam ali abaixo). Entre os cinco, estão Paulo Roberto Pasin, diretor do sindicato, que cortou a energia da linha, na estação Barra Funda, para impedir a circulação dos trens, e Ciro Moura e Pedro Augustinelli, também diretores da entidade, que se esconderam no túnel da estação Sé. Só por isso houve atrasos ontem no Metrô. Diretor de sindicato tem estabilidade, mas não pra isso.
O Metrô de São Paulo decidiu demitir cinco funcionários, acusados de prática de sabotagem. Já contei a história aqui (vejam ali abaixo). Entre os cinco, estão Paulo Roberto Pasin, diretor do sindicato, que cortou a energia da linha, na estação Barra Funda, para impedir a circulação dos trens, e Ciro Moura e Pedro Augustinelli, também diretores da entidade, que se esconderam no túnel da estação Sé. Só por isso houve atrasos ontem no Metrô. Diretor de sindicato tem estabilidade, mas não pra isso.
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Não houve greve. Os metroviários se apresentaram para trabalhar normalmente. A secretaria de Transportes Metropolitanos atuou de forma preventiva, como conto abaixo, e deixou os trens estacionados nas estações, não nos pátios, o que evitou o piquete. Ora, o que faz um sindicato quando os trabalhadores não obedecem à orientação? Age como terrorista, pondo em risco a segurança do sistema. É um esculacho.
Não houve greve. Os metroviários se apresentaram para trabalhar normalmente. A secretaria de Transportes Metropolitanos atuou de forma preventiva, como conto abaixo, e deixou os trens estacionados nas estações, não nos pátios, o que evitou o piquete. Ora, o que faz um sindicato quando os trabalhadores não obedecem à orientação? Age como terrorista, pondo em risco a segurança do sistema. É um esculacho.
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É pra demitir mesmo! E espero que o secretário José Luiz Portella, a direção do Metrô e o governador José Serra não voltem atrás. Nem sob a promessa de que agora os rapazes vão se comportar. É possível que ameacem com novas greves. A saída, então, é esclarecer a população sobre o que está acontecendo; deixar claro que ela está sendo usada pelos sindicalistas por causa de uma questão assumidamente política. Deixar claro que ela é bucha de canhão do PT.
É pra demitir mesmo! E espero que o secretário José Luiz Portella, a direção do Metrô e o governador José Serra não voltem atrás. Nem sob a promessa de que agora os rapazes vão se comportar. É possível que ameacem com novas greves. A saída, então, é esclarecer a população sobre o que está acontecendo; deixar claro que ela está sendo usada pelos sindicalistas por causa de uma questão assumidamente política. Deixar claro que ela é bucha de canhão do PT.
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É assim que não se fica refém dos sindicatos e do partido. Os petistas divulgaram ontem um documento em que conclama suas “bases” a fazer oposição severa aos tucanos José Serra, Aécio Neves e Yeda Crusius. A greve do Metrô, que não houve, é uma forma, reitero, de terrorismo político.
É assim que não se fica refém dos sindicatos e do partido. Os petistas divulgaram ontem um documento em que conclama suas “bases” a fazer oposição severa aos tucanos José Serra, Aécio Neves e Yeda Crusius. A greve do Metrô, que não houve, é uma forma, reitero, de terrorismo político.
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Nota: a cobertura dos jornais sobre o assunto é fraca e, na prática, filopetista. Lendo o que se escreveu, até parece que houve greve.
O governo de SP deveria mandar Luppi catar coquinho
Nota: a cobertura dos jornais sobre o assunto é fraca e, na prática, filopetista. Lendo o que se escreveu, até parece que houve greve.
O governo de SP deveria mandar Luppi catar coquinho
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Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, disse que, se necessário, vai interceder junto ao governador José Serra para tentar reverter as cinco demissões justíssimas decididas pelo Metrô de São Paulo (ver abaixo). É mesmo? Quem deveria se mobilizar é o ministro Luiz Marinho, da Previdência. Afinal, do ponto de vista político, os que praticaram atos semelhantes a terrorismo são todos subordinados seus, da CUT. O governo de São Paulo deveria mandar Luppi catar coquinho. Sugiro ao ministro, chegadito numa grandiloqüência cafona, que faça um comício, na estação Sé, no horário de rush, defendendo os coitadinhos que, não conseguindo parar os metroviários com argumentos, optaram por atos de força. Vá lá, Luppi, coragem! Vá ver de perto os trabalhadores, de que Vossa Excelência só conhece de manual. As centrais sindicais divulgaram uma nota exigindo a suspensão da punição. Como sempre, a retórica vai do vitimismo à arrogância. Também a elas sugiro: montem um banquinho da Praça da Sé, às 18h, e tentem explicar aos usuários por que a energia de uma linha foi cortada. Avante, valentes! Os covardes fazem lobby junto a jornalistas amigos. Os corajosos enfrentam a massa.
Morada do capeta
Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, disse que, se necessário, vai interceder junto ao governador José Serra para tentar reverter as cinco demissões justíssimas decididas pelo Metrô de São Paulo (ver abaixo). É mesmo? Quem deveria se mobilizar é o ministro Luiz Marinho, da Previdência. Afinal, do ponto de vista político, os que praticaram atos semelhantes a terrorismo são todos subordinados seus, da CUT. O governo de São Paulo deveria mandar Luppi catar coquinho. Sugiro ao ministro, chegadito numa grandiloqüência cafona, que faça um comício, na estação Sé, no horário de rush, defendendo os coitadinhos que, não conseguindo parar os metroviários com argumentos, optaram por atos de força. Vá lá, Luppi, coragem! Vá ver de perto os trabalhadores, de que Vossa Excelência só conhece de manual. As centrais sindicais divulgaram uma nota exigindo a suspensão da punição. Como sempre, a retórica vai do vitimismo à arrogância. Também a elas sugiro: montem um banquinho da Praça da Sé, às 18h, e tentem explicar aos usuários por que a energia de uma linha foi cortada. Avante, valentes! Os covardes fazem lobby junto a jornalistas amigos. Os corajosos enfrentam a massa.
Morada do capeta
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Cabeça desocupada é a morada do capeta. É o caso do ministro do Trabalho e (des)Emprego, Carlos Luppi. Mais de metade da mão-de-obra brasileira está na informalidade. O desemprego no país continua roçando a casa dos 10%. E ele está preocupado com cinco sindicalistas do Metrô, demitidos porque decidiram parar o sistema à força. Luppi pode se tranqüilizar. Assim como Lula, quando sindicalista, esses caras recebem salário do sindicato. Assim como Lula, não deixarão de receber um tostão — e o agora presidente da República, mesmo assim, pediu, e levou, uma indenização permanente ao estado. Por que o ministro não vai se ocupar de milhões de trabalhadores sem carteira assinada ou contrato de trabalho? Ah, porque isso é difícil. O amostrado quer chamar para si os holofotes.
Os sindicatos contra o povo
Cabeça desocupada é a morada do capeta. É o caso do ministro do Trabalho e (des)Emprego, Carlos Luppi. Mais de metade da mão-de-obra brasileira está na informalidade. O desemprego no país continua roçando a casa dos 10%. E ele está preocupado com cinco sindicalistas do Metrô, demitidos porque decidiram parar o sistema à força. Luppi pode se tranqüilizar. Assim como Lula, quando sindicalista, esses caras recebem salário do sindicato. Assim como Lula, não deixarão de receber um tostão — e o agora presidente da República, mesmo assim, pediu, e levou, uma indenização permanente ao estado. Por que o ministro não vai se ocupar de milhões de trabalhadores sem carteira assinada ou contrato de trabalho? Ah, porque isso é difícil. O amostrado quer chamar para si os holofotes.
Os sindicatos contra o povo
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Esse imbróglio do Metrô é mais importante do que parece. Trata-se de decidir se CUT, PT e esquerdas em geral vão ou não transformar a sociedade em refém de sua pauta. Essa é a questão de fundo. A Emenda 3, incluída no projeto da Super Receita, foi aprovada pelo Congresso, da forma mais democrática possível. Mas os burgueses sem capital querem vencer no grito, contando, claro, com a ajuda do presidente, que decidiu vetar o item. As centrais estão fazendo barulho para tentar constranger o Parlamento, que pode derrubar o veto. E, no caso da CUT, já se aproveita a onda para dar início à batalha eleitoral. A população tem direito à informação. Se sou o governo do Estado, faço panfletagem à porta das estações do Metrô, explicando quem é quem e qual é a tática. Trata-se de uma disputa entre uma minoria — os aparelhos sindicais — e a maioria: os usuários do Metrô, o chamado “povo”. Essa é uma batalha que tem de ser ganha nas ruas — ou melhor: nas estações.
Esse imbróglio do Metrô é mais importante do que parece. Trata-se de decidir se CUT, PT e esquerdas em geral vão ou não transformar a sociedade em refém de sua pauta. Essa é a questão de fundo. A Emenda 3, incluída no projeto da Super Receita, foi aprovada pelo Congresso, da forma mais democrática possível. Mas os burgueses sem capital querem vencer no grito, contando, claro, com a ajuda do presidente, que decidiu vetar o item. As centrais estão fazendo barulho para tentar constranger o Parlamento, que pode derrubar o veto. E, no caso da CUT, já se aproveita a onda para dar início à batalha eleitoral. A população tem direito à informação. Se sou o governo do Estado, faço panfletagem à porta das estações do Metrô, explicando quem é quem e qual é a tática. Trata-se de uma disputa entre uma minoria — os aparelhos sindicais — e a maioria: os usuários do Metrô, o chamado “povo”. Essa é uma batalha que tem de ser ganha nas ruas — ou melhor: nas estações.