Maria Clara Cabral, Redação Terra
Após quase duas horas de discussão, líderes do governo e da oposição no Senado decidiram determinar o prazo de 20 dias para a indicação dos membros da CPI do Apagão Aéreo. O requerimento de instalação da CPI será lido amanhã em Plenário pelo presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), mas até a indicação dos membros, o quadro ainda pode se reverter.
A idéia dos governistas é que neste meio tempo consigam convencer a oposição de criar apenas a Comissão na Câmara.
"Hoje temos uma situação real, que é a de esperar a decisão do Supremo (Tribunal Federal) na Câmara e de instalar a CPI aqui, mas qualquer entendimento político pode reverter qualquer situação tomada hoje", disse o líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR). "Para nós o ideal é apenas uma CPI e uma saída para isso pode ser um entendimento entre os líderes", completou.
O líder do Democratas na Casa, José Agripino Maia (RN), avalia que o prazo para a indicação dos nomes é maior do que ele esperava, mas garante que a oposição continuará brigando pela CPI no Senado. "O tempo é o mais longo do que eu esperava, mas agora não vejo a possibilidade de nenhum acordo. Qualquer modificação só poderá ser tomada ouvindo as bancadas, fora isso, acho improvável", disse.
Agripino, inclusive, descarta uma manobra do governo nestes vinte dias para enviar a CPI na Casa. Para ele, a possibilidade de quebrar um acordo entre líderes é pouco provável.
A decisão sobre a CPI na Câmara pode já ser tomada amanhã, quando está marcado o julgamento da matéria no Supremo Tribunal Federal (STF). O governo, que já tem a CPI na Câmara como certa, espera tentar um acordo para que ela só aconteça lá, onde tem a maioria dos parlamentares.
Uma das alternativas seria ceder a um deputado Democrata um cargo na presidência ou na relatoria, para que eles desistam da comissão no Senado.
Após quase duas horas de discussão, líderes do governo e da oposição no Senado decidiram determinar o prazo de 20 dias para a indicação dos membros da CPI do Apagão Aéreo. O requerimento de instalação da CPI será lido amanhã em Plenário pelo presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), mas até a indicação dos membros, o quadro ainda pode se reverter.
A idéia dos governistas é que neste meio tempo consigam convencer a oposição de criar apenas a Comissão na Câmara.
"Hoje temos uma situação real, que é a de esperar a decisão do Supremo (Tribunal Federal) na Câmara e de instalar a CPI aqui, mas qualquer entendimento político pode reverter qualquer situação tomada hoje", disse o líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR). "Para nós o ideal é apenas uma CPI e uma saída para isso pode ser um entendimento entre os líderes", completou.
O líder do Democratas na Casa, José Agripino Maia (RN), avalia que o prazo para a indicação dos nomes é maior do que ele esperava, mas garante que a oposição continuará brigando pela CPI no Senado. "O tempo é o mais longo do que eu esperava, mas agora não vejo a possibilidade de nenhum acordo. Qualquer modificação só poderá ser tomada ouvindo as bancadas, fora isso, acho improvável", disse.
Agripino, inclusive, descarta uma manobra do governo nestes vinte dias para enviar a CPI na Casa. Para ele, a possibilidade de quebrar um acordo entre líderes é pouco provável.
A decisão sobre a CPI na Câmara pode já ser tomada amanhã, quando está marcado o julgamento da matéria no Supremo Tribunal Federal (STF). O governo, que já tem a CPI na Câmara como certa, espera tentar um acordo para que ela só aconteça lá, onde tem a maioria dos parlamentares.
Uma das alternativas seria ceder a um deputado Democrata um cargo na presidência ou na relatoria, para que eles desistam da comissão no Senado.
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Na Câmara, caberia ao PMDB, que tem a maior bancada, indicar o presidente e ao PT o relator. Já no senado, a presidência também ficaria com o PMDB, mas a relatoria com os Democratas, que têm a segunda maior bancada.
COMENTANDO A NOTICIA: Este ganho de tempo é para os canalhas tentarem montar a estratégia da impunidade mais uma vez, esconderem provas e darem “um jeito” nas testemunhas. A oposição continua incompetente para lidar com a política podre instalada pelo PT no governo. E vai continuar levando lambadas a torto o e direito até aprender que, com PT, não se pode ser ingênuo. Contra o crime organizado, se faltar inteligência, você morre.
COMENTANDO A NOTICIA: Este ganho de tempo é para os canalhas tentarem montar a estratégia da impunidade mais uma vez, esconderem provas e darem “um jeito” nas testemunhas. A oposição continua incompetente para lidar com a política podre instalada pelo PT no governo. E vai continuar levando lambadas a torto o e direito até aprender que, com PT, não se pode ser ingênuo. Contra o crime organizado, se faltar inteligência, você morre.