A ecologia usada como arma do terrorismo moderno.
Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Em vários comentários e artigos, já colocamos aqui nossa opinião sobre as questões ambientais, que, de repente, viraram assunto da ordem do dia no mundo inteiro.
É bom que se discuta preservação, mas é melhor quando se trata o assunto com menos paixão, e com mais ciência. Muito do que se discute em termos de fim de mundo na questão ambiental, nada tem a ver com ciência. Os tais “estudos” e “projeções” estão muito mais relacionados à própria estupidez do projetista do que propriamente calcada em razões puramente científicas. A ver, na década de 70, lembro bem, por conta de alguns anos seguidos de muito frio no mundo inteiro, se previa a chegada de uma nova era glacial. Hoje, trinta anos depois, não apenas a era glacial anunciada sumiu, como se dá o extremo oposto. Fala-se do aquecimento e se culpa o ser humano que, com sua ânsia de progresso, estaria destruindo seu próprio planeta.
Na verdade estamos diante de uma situação que, dentro em pouco, pode ser revertida, naturalmente, sem nenhuma interferência humana. Lembram de quando postamos o aquecimento em Marte ? Lá não ser humano destruindo o ambiente, o aquecimento se dá por conta das radiações solares. Pois é, aqui poderia ocorrer o mesmo, não é mesmo ?
Antes de prosseguir, devo destacar um detalhe, e este sim, me parece fundamental, e tem muito a ver com o Brasil: há uma falha enorme, e não sei se por conivência, das nossas autoridades em duas atividades tremendamente destrutivas do ecossistema. Uma, a atividade madeireira cuja ganância por lucros fáceis e rápidos, destrói o que encontra pela frente, tudo às vezes para o corte de duas ou três árvores pertencentes à determinada espécie de grande valor comercial. A outra o garimpo, ainda mais destruidor, uma vez que provoca o envenenamento dos rios e córregos, assoreamento de rios e deixa um rastro de destruição por anda passa sem um pingo de consciência nem de respeito com a natureza. Nestes dois casos, sou a favor de fiscalizações e legislação sobre a exploração, na base do extremo rigor. Até porque, sejam madeireiras ou garimpos, regra geral, esta gente destrói sem a contrapartida de recuperação das áreas que arrasaram.
Seguindo. Há questão de uns 30 dias atrás, especialistas, a convite da ONU, traçaram um cenário apocalíptico. No ritmo que a coisa ia, o mundo estavas prestes a acabar, nos próximos, digamos 300 ou 500 anos. A sorte da rapaziada que fez a projeção, é que já não mais estarão vivos para serem cobradas sobre suas profecias. Mas enfim...
Hoje, o grupo retornou ao noticiário. O ser humano ainda pode evitar o pior, há tempo para evitar o final dos tempos, mas isto, claro, vai depender do próprio ser humano (ufa! que sorte não depender do mico leão dourado), mas isto – o final dos tempos – vai também custar muito caro. Não sei qual o economista que projetou os cálculos para evitar-se o desastre. Adoraria conferir as planilhas de cálculo para certificar-me do quanto caro isto vai nos custar.
O certo é que alguém parece que acordou e deu-se conta de que a desgraça pode não ser tão imensa quanto as projeções iniciais revelaram, nem tampouco que algumas “coisitas” podem acontecer no meio do caminho, e não dependentes da ação humana, seja para o bem ou para o mal.
Menos mal, um pouco de juízo não fará mal a esta boa gente preocupada com o planeta nosso de cada dia. Mas de tudo o que se tem ouvido, lido e noticiado é bom a gente saber e conhecer alguns aspectos essenciais: o aquecimento do planeta pode não ter nenhuma relação com o progresso como quiseram insinuar a princípio, até porque você pode ter progresso com responsabilidade, e o caso das madeireiras e dos garimpos é um exemplo bem vivo. Outra, que fenômenos naturais independem da vontade humana. Eles simplesmente acontecem. O exemplo disto é o aquecimento em Marte, provocado por radiação solar, sem que nenhum marciano de lá tenha combinado alguma coisa com o Sol, ou por tenha construído seu progresso sobre a desgraça da natureza.
É bom refletirmos sobre estas mensagens que mais soam como terrorismo do que “ciência pura”. O que há de ressentido e viúva desde a queda do Muro de Berlim e da URSS, tentando abraçar uma causa de horror para praticar seu terrorismo e proselitismo, é uma fábula. O que este povo mais quer é vender dificuldade para comprar facilidade. Um cargo federal já lhes bastaria. E um pouco de pavor na mente das pessoas tem um pouco desta maldade calcada na ignorância e desinformação absolutas.
É importante preservar a natureza, sim, assim como é importante não desperdiçarmos recursos naturais e usar estes recursos com responsabilidade e cuidados. Porém, não se vá aqui condenar o progresso humano como o responsável por tudo que de ruim a natureza apresenta, tais como furacões, terremotos, tempestades, etc. A Terra, é sempre oportuno lembrar, é um planeta em plena fase de transformação, e as atividades vulcânicas assim como os terremotos, são exemplos bem visíveis disto. Daí porque a sociedade humana deve precaver-se destes “vendedores” de apocalipse: na raiz de seus anunciados finais dos tempos, estejam certos, há todo um desejo de imporem seus nomes na história e saírem do anonimato posando de pais das “verdades” que salvaram o mundo. Não fosse o homem um bicho inquieto, e dentre nós não houvesse verdadeiros sábios, ainda estaríamos vivendo na escuridão da idade média, e comendo carne podre. O que permitiu o homem viver mais e melhor, em apenas 250 anos de revolução industrial, foi justamente o fato de se ter jogado no lixo as profecias dos apocalípticos ignorantes vendedores de pantomima.
E uma das questões que mais me intriga é que, geralmente, aqueles que ficam na beira das praias cuidando e preservando a integridades dos ovos de tartaruga marinha para que ninguém os roube, são os mesmos que depois se perfilam para defenderem a liberação do aborto, apenas por ser um projeto do partido. Para estes imbecis, um ovo de tartaruga, ainda que sem nenhuma vida dentro dele, é mais importante do que a vida de um ser humano, em completo estado de formação. Para estes bocós, talvez seja uma surpresa que após a fecundação, a mulher já carrega dentro de si uma vida humana. Isto até o dia em que as mulheres comecem a por ovo, o que não acontece com as tartarugas marinhas por exemplo, cujos ovos tem mais respeito e cuidados, do que a vida humana cujo aborto os perturbados tanto defendem.
Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Em vários comentários e artigos, já colocamos aqui nossa opinião sobre as questões ambientais, que, de repente, viraram assunto da ordem do dia no mundo inteiro.
É bom que se discuta preservação, mas é melhor quando se trata o assunto com menos paixão, e com mais ciência. Muito do que se discute em termos de fim de mundo na questão ambiental, nada tem a ver com ciência. Os tais “estudos” e “projeções” estão muito mais relacionados à própria estupidez do projetista do que propriamente calcada em razões puramente científicas. A ver, na década de 70, lembro bem, por conta de alguns anos seguidos de muito frio no mundo inteiro, se previa a chegada de uma nova era glacial. Hoje, trinta anos depois, não apenas a era glacial anunciada sumiu, como se dá o extremo oposto. Fala-se do aquecimento e se culpa o ser humano que, com sua ânsia de progresso, estaria destruindo seu próprio planeta.
Na verdade estamos diante de uma situação que, dentro em pouco, pode ser revertida, naturalmente, sem nenhuma interferência humana. Lembram de quando postamos o aquecimento em Marte ? Lá não ser humano destruindo o ambiente, o aquecimento se dá por conta das radiações solares. Pois é, aqui poderia ocorrer o mesmo, não é mesmo ?
Antes de prosseguir, devo destacar um detalhe, e este sim, me parece fundamental, e tem muito a ver com o Brasil: há uma falha enorme, e não sei se por conivência, das nossas autoridades em duas atividades tremendamente destrutivas do ecossistema. Uma, a atividade madeireira cuja ganância por lucros fáceis e rápidos, destrói o que encontra pela frente, tudo às vezes para o corte de duas ou três árvores pertencentes à determinada espécie de grande valor comercial. A outra o garimpo, ainda mais destruidor, uma vez que provoca o envenenamento dos rios e córregos, assoreamento de rios e deixa um rastro de destruição por anda passa sem um pingo de consciência nem de respeito com a natureza. Nestes dois casos, sou a favor de fiscalizações e legislação sobre a exploração, na base do extremo rigor. Até porque, sejam madeireiras ou garimpos, regra geral, esta gente destrói sem a contrapartida de recuperação das áreas que arrasaram.
Seguindo. Há questão de uns 30 dias atrás, especialistas, a convite da ONU, traçaram um cenário apocalíptico. No ritmo que a coisa ia, o mundo estavas prestes a acabar, nos próximos, digamos 300 ou 500 anos. A sorte da rapaziada que fez a projeção, é que já não mais estarão vivos para serem cobradas sobre suas profecias. Mas enfim...
Hoje, o grupo retornou ao noticiário. O ser humano ainda pode evitar o pior, há tempo para evitar o final dos tempos, mas isto, claro, vai depender do próprio ser humano (ufa! que sorte não depender do mico leão dourado), mas isto – o final dos tempos – vai também custar muito caro. Não sei qual o economista que projetou os cálculos para evitar-se o desastre. Adoraria conferir as planilhas de cálculo para certificar-me do quanto caro isto vai nos custar.
O certo é que alguém parece que acordou e deu-se conta de que a desgraça pode não ser tão imensa quanto as projeções iniciais revelaram, nem tampouco que algumas “coisitas” podem acontecer no meio do caminho, e não dependentes da ação humana, seja para o bem ou para o mal.
Menos mal, um pouco de juízo não fará mal a esta boa gente preocupada com o planeta nosso de cada dia. Mas de tudo o que se tem ouvido, lido e noticiado é bom a gente saber e conhecer alguns aspectos essenciais: o aquecimento do planeta pode não ter nenhuma relação com o progresso como quiseram insinuar a princípio, até porque você pode ter progresso com responsabilidade, e o caso das madeireiras e dos garimpos é um exemplo bem vivo. Outra, que fenômenos naturais independem da vontade humana. Eles simplesmente acontecem. O exemplo disto é o aquecimento em Marte, provocado por radiação solar, sem que nenhum marciano de lá tenha combinado alguma coisa com o Sol, ou por tenha construído seu progresso sobre a desgraça da natureza.
É bom refletirmos sobre estas mensagens que mais soam como terrorismo do que “ciência pura”. O que há de ressentido e viúva desde a queda do Muro de Berlim e da URSS, tentando abraçar uma causa de horror para praticar seu terrorismo e proselitismo, é uma fábula. O que este povo mais quer é vender dificuldade para comprar facilidade. Um cargo federal já lhes bastaria. E um pouco de pavor na mente das pessoas tem um pouco desta maldade calcada na ignorância e desinformação absolutas.
É importante preservar a natureza, sim, assim como é importante não desperdiçarmos recursos naturais e usar estes recursos com responsabilidade e cuidados. Porém, não se vá aqui condenar o progresso humano como o responsável por tudo que de ruim a natureza apresenta, tais como furacões, terremotos, tempestades, etc. A Terra, é sempre oportuno lembrar, é um planeta em plena fase de transformação, e as atividades vulcânicas assim como os terremotos, são exemplos bem visíveis disto. Daí porque a sociedade humana deve precaver-se destes “vendedores” de apocalipse: na raiz de seus anunciados finais dos tempos, estejam certos, há todo um desejo de imporem seus nomes na história e saírem do anonimato posando de pais das “verdades” que salvaram o mundo. Não fosse o homem um bicho inquieto, e dentre nós não houvesse verdadeiros sábios, ainda estaríamos vivendo na escuridão da idade média, e comendo carne podre. O que permitiu o homem viver mais e melhor, em apenas 250 anos de revolução industrial, foi justamente o fato de se ter jogado no lixo as profecias dos apocalípticos ignorantes vendedores de pantomima.
E uma das questões que mais me intriga é que, geralmente, aqueles que ficam na beira das praias cuidando e preservando a integridades dos ovos de tartaruga marinha para que ninguém os roube, são os mesmos que depois se perfilam para defenderem a liberação do aborto, apenas por ser um projeto do partido. Para estes imbecis, um ovo de tartaruga, ainda que sem nenhuma vida dentro dele, é mais importante do que a vida de um ser humano, em completo estado de formação. Para estes bocós, talvez seja uma surpresa que após a fecundação, a mulher já carrega dentro de si uma vida humana. Isto até o dia em que as mulheres comecem a por ovo, o que não acontece com as tartarugas marinhas por exemplo, cujos ovos tem mais respeito e cuidados, do que a vida humana cujo aborto os perturbados tanto defendem.