Redação Terra
A Polícia Civil de Brasília abriu uma sindicância para saber por que o depoimento que o advogado Bruno Miranda Ribeiro Brito Lins, afilhado de casamento de Renan Calheiros, prestou com denúncias contra o presidente do Senado ficou guardado quase um ano sem ter havido nenhuma investigação. A informação é do Jornal Nacional.
Em entrevista à revista Época, Lins afirmou que Luiz Carlos Garcia Coelho, seu ex-sogro, teria montado um esquema de arrecadação para o senador em ministérios chefiados por indicados do PMDB, entre eles a Previdência Social e a Saúde, e que ele próprio teria buscado sacolas de dinheiro para Calheiros. O advogado prestou um depoimento à Polícia Civil fazendo as mesmas acusações em setembro do ano passado.
"Tudo o que saiu na revista é o que consta do depoimento do Bruno Miranda e que está sendo investigado pela Polícia Federal", explicou Miguel Lucena, diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal.
Calheiros divulgou nota na qual diz que as novas denúncias contra ele são "requentadas" e fruto de depoimento de uma pessoa que estava em curso de uma "separação litigiosa".
O parlamentar responde a três processos no Conselho de Ética do Senado. Um diz respeito à suspeita de ter contas pessoais pagas por um lobista. Outro investiga se Calheiros beneficiou a empresa de bebidas Schincariol e o último apura denúncias de que o parlamentar teria usado laranjas para comprar veículos de comunicação em Alagoas.
A Polícia Civil de Brasília abriu uma sindicância para saber por que o depoimento que o advogado Bruno Miranda Ribeiro Brito Lins, afilhado de casamento de Renan Calheiros, prestou com denúncias contra o presidente do Senado ficou guardado quase um ano sem ter havido nenhuma investigação. A informação é do Jornal Nacional.
Em entrevista à revista Época, Lins afirmou que Luiz Carlos Garcia Coelho, seu ex-sogro, teria montado um esquema de arrecadação para o senador em ministérios chefiados por indicados do PMDB, entre eles a Previdência Social e a Saúde, e que ele próprio teria buscado sacolas de dinheiro para Calheiros. O advogado prestou um depoimento à Polícia Civil fazendo as mesmas acusações em setembro do ano passado.
"Tudo o que saiu na revista é o que consta do depoimento do Bruno Miranda e que está sendo investigado pela Polícia Federal", explicou Miguel Lucena, diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal.
Calheiros divulgou nota na qual diz que as novas denúncias contra ele são "requentadas" e fruto de depoimento de uma pessoa que estava em curso de uma "separação litigiosa".
O parlamentar responde a três processos no Conselho de Ética do Senado. Um diz respeito à suspeita de ter contas pessoais pagas por um lobista. Outro investiga se Calheiros beneficiou a empresa de bebidas Schincariol e o último apura denúncias de que o parlamentar teria usado laranjas para comprar veículos de comunicação em Alagoas.