Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
É interessante o comportamento deste governo: começa com a regulamentação dos jogos, um deles o bingo, que acabou sendo “escanteado” por conta do estouro do escândalo Waldomiro Diniz, mas não pensem que foi abandonada a idéia. Tanto que corre no Congresso projeto que pode virar lei liberando os Estados para “criar” seus próprios jogos.
Depois, veio e ainda se debate, a questão da descriminalização das drogas, que só pode funcionar na cabeça de um camarada pra lá de “chapado”. Aliás, já se sabe, que o Brasil se tornou segunda pátria dos narcotraficantes. E é bem verdade que alguns foram pegos, mas existem outros, muitos outros espalhados e soltos por aí.
Em seguida o governo achou por bem proteger o desvalidos do preconceito social. Assim, com medidas pra lá de duvidosas intenções, criou regimes de cotas raciais nas universidades. Por elas institucionalizou o preconceito e ainda sua ministra (ir) responsável pela área afirmou que o preconceito de branco contra negro é crime, porém não é quando for de negro contra branco.
Não satisfeito, o governo luta agora para a liberação do aborto. Diz que se trata de política pública de saúde, quando na verdade se trata de política pública da morte. E é bom que se diga que, pesquisas recentes, assinalavam que 86% da população brasileira é contra o aborto, a não ser naqueles casos que a lei já prevê.
Um pouco antes disto, o ministério do Trabalho ainda no primeiro mandato de Lula, criou e disponibilizou na internet o Manual da Prostituta, vá ver baseado na biografia de muitos políticos que rondam o país.
Agora, CCJ da Câmara de Deputados acaba de dar seu parecer favorável ao projeto de lei que regulamenta a profissão das chamadas “mulheres de vida fácil”. Não li o projeto mas entendo que ele deveria prever também a atividade de gigolô, já que, em grande número de casos, um não vive apartado do outro. Poderia, a titulo de sugestão, recomendar ao governo trata-los como os “sindicalistas do sexo”, já que eles se auto-proclamam de protetores das “meninas”. Vai ver que, inspirado neles, o governo tratou de regulamentar a existência das centrais sindicais, a quem se destinará cerca de R$ 100,0 milhões para “aplicações diversas” na sua insana atividade.
Quando o atual presidente assumiu em janeiro de 2003, encontrou já implantados, inúmeros programas sociais. Assim, tratou de junta-los num único “bolsão” e liberou geral. A desnutrição, o trabalho infantil, a freqüência nas escolas, a mortalidade infantil e materna, tudo isso se considerou entraves à expansão do programa. Aliviou-se o freio no cadastro, e temos hoje 47,0 milhões de pessoas dependentes do bolsa-família, apelido que deram ao bolsa compra-voto. A conseqüência é a seguinte: a popularidade do “homi” aumentou e se mantém na esteira dos indicadores sociais que despencaram: a freqüência escolar diminui, inclusive com altas taxas de evasão, a mortalidade estagnou, a mortalidade materna aumentou, o trabalho infantil não cessa de avançar, e em muitas regiões grande parte dos beneficiados se negam em procurar emprego, e para os que conseguem, se negam em deixar assinar suas carteiras de trabalho.
Por outro lado, não há um só dia que não “estoura” algum escândalo de corrupção em algum canto escondido do governo federal. Em contrapartida, a carga tributária não cessa de aumentar. Os cargos ditos de confiança, ou seja, aqueles para os quais não se exige concurso e nem sequer qualificação, apenas padrinho político, pularam de pouco mais de 18 mil para cerca de 23 mil, tudo, claro, sustentado com salários acima dos de mercado.
Paralelamente, o Congresso nunca “gozou” de tão baixa confiança junto à população como agora. Pouco mais de 10% acredita em políticos, provavelmente estes pouco mais de 10% sejam eles próprios, acompanhados dos parentes colocados em alguma boca rica (e são muitas!), na prática canalha do fisiologismo que muito defendem e tentam asquerosamente “justificar”.
Este é o país que o governo atual está tentando criar: liberado para o crime, agora regulamentado em diversas atividades como “sérias”. Este é o espírito de corpo (e de porco) que a cretinice das esquerdas tenta impor à uma sociedade que se deseja, até sua chegada ao poder, como séria, honesta, trabalhadora, decente. Fica difícil considerar como “sério” um país em que o submundo do crime passa a ser institucionalizado, tornado “atividade” legal sobre aplausos das mentes medíocres que ainda nos cobram aplausos por seus “atos de puro vandalismo” ao desenvolvimento da nação.
Se algum esquerdopata quiser “justificar” esta ação medíocre como “avanço” social, é bom saber que, no mundo civilizado, todas estas atividades criminosas foram expurgadas da vida diária. Todas são crimes, todas são punidas com prisão. Assim, este dito “avanço” nada é mais do que ranço do atraso e da barbárie. Definitivamente, regredimos à Idade Média. Só um psicopata empedernido justificará tanta miséria moral. Doloroso é saber que eles ainda acham que “tudo” isto ainda é pouco.
Pelo andar da carruagem a conclusão que se pode chegar diante do descalabro que estamos assistindo é o seguinte: ser branco, honesto, estudante, trabalhador, sem indicações “políticas”, defensor da vida e não da morte, não drogado nem “bebum”, tudo isto neste país um dia ainda será considerado como um clandestino, um “marginal”. Mas a conclusão mais devastadora nem está aí. Está no fato de que este movimento todo contrário à cidadania civilizada, apesar do discurso cretino do governo, que fere princípios que ergueram nossa civilização ocidental e à levou ao progresso material e intelectual, que pôs ordem no caos e na baderna que antes vigorava, não consegue ser contraposta por nenhuma instituição com a força de demover a classe política de praticar este esbulho, este desmonte da organização social. Esta marcha para trás, este retrocesso gigantesco não encontrou ainda nenhuma entidade institucional capaz de levantar sua voz, e se fazer ouvir de forma mobilizadora, e que pudesse reverter este cenário que nos conduzirá, inevitavelmente, a desagregação social.
Assim, diante de eminente ruptura, questionamos: se não temos instituições confiáveis e suficientemente fortes de mobilizar a nação num movimento de defesa da nossa organização social, que se desmantela a olhos vistos, como poderemos defender a nossa ainda incipiente democracia ? Senhores, senhoras, dá um medo danado pensar no que tudo isto vai dar, e em que selva maluca estão enterrando o futuro da democracia brasileira.
É interessante o comportamento deste governo: começa com a regulamentação dos jogos, um deles o bingo, que acabou sendo “escanteado” por conta do estouro do escândalo Waldomiro Diniz, mas não pensem que foi abandonada a idéia. Tanto que corre no Congresso projeto que pode virar lei liberando os Estados para “criar” seus próprios jogos.
Depois, veio e ainda se debate, a questão da descriminalização das drogas, que só pode funcionar na cabeça de um camarada pra lá de “chapado”. Aliás, já se sabe, que o Brasil se tornou segunda pátria dos narcotraficantes. E é bem verdade que alguns foram pegos, mas existem outros, muitos outros espalhados e soltos por aí.
Em seguida o governo achou por bem proteger o desvalidos do preconceito social. Assim, com medidas pra lá de duvidosas intenções, criou regimes de cotas raciais nas universidades. Por elas institucionalizou o preconceito e ainda sua ministra (ir) responsável pela área afirmou que o preconceito de branco contra negro é crime, porém não é quando for de negro contra branco.
Não satisfeito, o governo luta agora para a liberação do aborto. Diz que se trata de política pública de saúde, quando na verdade se trata de política pública da morte. E é bom que se diga que, pesquisas recentes, assinalavam que 86% da população brasileira é contra o aborto, a não ser naqueles casos que a lei já prevê.
Um pouco antes disto, o ministério do Trabalho ainda no primeiro mandato de Lula, criou e disponibilizou na internet o Manual da Prostituta, vá ver baseado na biografia de muitos políticos que rondam o país.
Agora, CCJ da Câmara de Deputados acaba de dar seu parecer favorável ao projeto de lei que regulamenta a profissão das chamadas “mulheres de vida fácil”. Não li o projeto mas entendo que ele deveria prever também a atividade de gigolô, já que, em grande número de casos, um não vive apartado do outro. Poderia, a titulo de sugestão, recomendar ao governo trata-los como os “sindicalistas do sexo”, já que eles se auto-proclamam de protetores das “meninas”. Vai ver que, inspirado neles, o governo tratou de regulamentar a existência das centrais sindicais, a quem se destinará cerca de R$ 100,0 milhões para “aplicações diversas” na sua insana atividade.
Quando o atual presidente assumiu em janeiro de 2003, encontrou já implantados, inúmeros programas sociais. Assim, tratou de junta-los num único “bolsão” e liberou geral. A desnutrição, o trabalho infantil, a freqüência nas escolas, a mortalidade infantil e materna, tudo isso se considerou entraves à expansão do programa. Aliviou-se o freio no cadastro, e temos hoje 47,0 milhões de pessoas dependentes do bolsa-família, apelido que deram ao bolsa compra-voto. A conseqüência é a seguinte: a popularidade do “homi” aumentou e se mantém na esteira dos indicadores sociais que despencaram: a freqüência escolar diminui, inclusive com altas taxas de evasão, a mortalidade estagnou, a mortalidade materna aumentou, o trabalho infantil não cessa de avançar, e em muitas regiões grande parte dos beneficiados se negam em procurar emprego, e para os que conseguem, se negam em deixar assinar suas carteiras de trabalho.
Por outro lado, não há um só dia que não “estoura” algum escândalo de corrupção em algum canto escondido do governo federal. Em contrapartida, a carga tributária não cessa de aumentar. Os cargos ditos de confiança, ou seja, aqueles para os quais não se exige concurso e nem sequer qualificação, apenas padrinho político, pularam de pouco mais de 18 mil para cerca de 23 mil, tudo, claro, sustentado com salários acima dos de mercado.
Paralelamente, o Congresso nunca “gozou” de tão baixa confiança junto à população como agora. Pouco mais de 10% acredita em políticos, provavelmente estes pouco mais de 10% sejam eles próprios, acompanhados dos parentes colocados em alguma boca rica (e são muitas!), na prática canalha do fisiologismo que muito defendem e tentam asquerosamente “justificar”.
Este é o país que o governo atual está tentando criar: liberado para o crime, agora regulamentado em diversas atividades como “sérias”. Este é o espírito de corpo (e de porco) que a cretinice das esquerdas tenta impor à uma sociedade que se deseja, até sua chegada ao poder, como séria, honesta, trabalhadora, decente. Fica difícil considerar como “sério” um país em que o submundo do crime passa a ser institucionalizado, tornado “atividade” legal sobre aplausos das mentes medíocres que ainda nos cobram aplausos por seus “atos de puro vandalismo” ao desenvolvimento da nação.
Se algum esquerdopata quiser “justificar” esta ação medíocre como “avanço” social, é bom saber que, no mundo civilizado, todas estas atividades criminosas foram expurgadas da vida diária. Todas são crimes, todas são punidas com prisão. Assim, este dito “avanço” nada é mais do que ranço do atraso e da barbárie. Definitivamente, regredimos à Idade Média. Só um psicopata empedernido justificará tanta miséria moral. Doloroso é saber que eles ainda acham que “tudo” isto ainda é pouco.
Pelo andar da carruagem a conclusão que se pode chegar diante do descalabro que estamos assistindo é o seguinte: ser branco, honesto, estudante, trabalhador, sem indicações “políticas”, defensor da vida e não da morte, não drogado nem “bebum”, tudo isto neste país um dia ainda será considerado como um clandestino, um “marginal”. Mas a conclusão mais devastadora nem está aí. Está no fato de que este movimento todo contrário à cidadania civilizada, apesar do discurso cretino do governo, que fere princípios que ergueram nossa civilização ocidental e à levou ao progresso material e intelectual, que pôs ordem no caos e na baderna que antes vigorava, não consegue ser contraposta por nenhuma instituição com a força de demover a classe política de praticar este esbulho, este desmonte da organização social. Esta marcha para trás, este retrocesso gigantesco não encontrou ainda nenhuma entidade institucional capaz de levantar sua voz, e se fazer ouvir de forma mobilizadora, e que pudesse reverter este cenário que nos conduzirá, inevitavelmente, a desagregação social.
Assim, diante de eminente ruptura, questionamos: se não temos instituições confiáveis e suficientemente fortes de mobilizar a nação num movimento de defesa da nossa organização social, que se desmantela a olhos vistos, como poderemos defender a nossa ainda incipiente democracia ? Senhores, senhoras, dá um medo danado pensar no que tudo isto vai dar, e em que selva maluca estão enterrando o futuro da democracia brasileira.