Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Bastaram dois artigos de Ali Kammel de O Globo, e ambos reproduzidos aqui pelo COMENTANDO A NOTÍCIA, para o país tomar conhecimento do porre que é o Ministério de Educação comandado por Fernando Haddad.
Talvez muitos pais e mães, do tipo responsáveis e dedicados de fato a adequada formação de seus filhos, passaram a perder o sono por conta do que o governo está ensinando às nossas crianças nas escolas públicas. Mais especificamente, de que tipo de leitura e de que qualidade de informação, as escolas estão transmitindo para os nossos jovens. A máscara caiu, mas a farsa, ou sua tentativa espúria de continuarem na prática criminosa da desinformação, ainda continua. Precisará uma ação bastante dura por parte da sociedade para dar fim à pedagogia da mentira e da mistificação implantada pelo governo do vossa excelência.
Nem nos ocuparemos de comentar trechos dos livros analisados pelo Kammel em seus excelentes e oportunos artigos. O leitor pode tirar suas conclusões revendo os artigos. Os links estão aqui e aqui.
Cobrado por aplicar milhões de reais em livros cretinos, o ministro se saiu com a desculpa fajuta de que não se pode praticar censura. Ah, sim, ministro: ninguém quer que se juntem as ditas “obras” para serem incineradas em praça pública. Cada autor é responsável por aqui que escreve, vive num país livre e ele tem o direito de por no papel a cretinice e a mentira que quiser. Outra coisa porém, é o MEC adotar livros com conotação político-partidária, e às custas dos contribuintes, entrega-los nas escolas públicas como se em suas páginas estivesse escrito verdade límpida e cristalina de fatos históricos. Mascarar a matança de milhões de inocentes por conta dos regimes comunistas de Mao, Stalin, Hitler e Fidel para ficar nos mais famosos, e apenas enaltecer suas “glórias”, é de uma descomunal falta de decência, de responsabilidade e de respeito.
Inicialmente, nas versões que se tentaram vender, se empurrou a culpa para os professores da rede pública a responsabilidade pelas escolhas e indicações. E mesmo que tais “versões” fossem verdadeiras, ainda assim já questionávamos: como podem professores escolher e indicar “livros”, sabendo-se que os níveis de escolaridade e de qualidade, em 2007, eram piores do que os avaliados em 1995 !!! Precisariam primeiro requalificarem os professores, para somente depois, e ainda diante de avaliações com um mínimo de aproveitamento, entregarem aos professores da rede pública tamanha responsabilidade.
Porém, até a versão inicial era mentirosa. Por detrás dela, se escondia a verdadeira face de uma metodologia implementada pelo MEC de fazer inveja aos nazismo de Hitler, ou à Revolução Cultural de Mao , ou aos métodos comunistas do sanguinário Stalin.
Vamos recorrer ao testemunho que o Reinaldo Azevedo colheu e publicou ontem em seu blog, de professores da rede pública, para que os leitores possam avaliar os “critérios” que o MEC de Haddad adota para torrar dinheiro público em lixo, e o que é pior: para praticar uma lavagem mental aos jovens de forma sórdida. Fascismo puro.
Disse Haddad quando lhe cobraram uma postura diante dos artigos de Kammel: “O MEC não professa ideologias. O MEC é guardião da liberdade e vai continuar sendo guardião da liberdade...” E achou que sua contribuição ao equívoco ainda era pequena, daí ter optado pelo complemento: “O Ministério da Educação só compra livros que são escolhidos pelos professores. Então, tem três soluções: manter a liberdade, censurar os livros ou trocar os professores. Eu fico com a primeira.”
Muito bem: e quando esta “maioria” com liberdade de escolha, acaba por escolher um lixo como livro didático, eivado de mentiras, de desinformações, de inverdades, qual o critério, deixar rolar, ou submeter todas as escolhas a um critério científico e pedagógico dentro de padrões adequados ? E mais: toda a liberdade consentida é filtrada e deve ser submetida à fiscalização. E além disso, ao tentar passar para os professores a função de indicar e escolher livros, o MEC no fundo está se desvencilhando de uma obrigação que seria sua. Ao professor cabe indicar e sugerir, mas jamais compete a ele ser responsabilizado pela escolha final.
Isto seria um lado. Mas o quê, a verdade vocês acham que fica só “nestes detalhes”? Não mesmo, no próximo post vamos ver o que os professores que o MEC indica como os responsáveis pelas escolhas, tem a dizer desta função que tentaram lhe impor. A verdade, às vezes, está na contramão das versões. E é este o caso.
Bastaram dois artigos de Ali Kammel de O Globo, e ambos reproduzidos aqui pelo COMENTANDO A NOTÍCIA, para o país tomar conhecimento do porre que é o Ministério de Educação comandado por Fernando Haddad.
Talvez muitos pais e mães, do tipo responsáveis e dedicados de fato a adequada formação de seus filhos, passaram a perder o sono por conta do que o governo está ensinando às nossas crianças nas escolas públicas. Mais especificamente, de que tipo de leitura e de que qualidade de informação, as escolas estão transmitindo para os nossos jovens. A máscara caiu, mas a farsa, ou sua tentativa espúria de continuarem na prática criminosa da desinformação, ainda continua. Precisará uma ação bastante dura por parte da sociedade para dar fim à pedagogia da mentira e da mistificação implantada pelo governo do vossa excelência.
Nem nos ocuparemos de comentar trechos dos livros analisados pelo Kammel em seus excelentes e oportunos artigos. O leitor pode tirar suas conclusões revendo os artigos. Os links estão aqui e aqui.
Cobrado por aplicar milhões de reais em livros cretinos, o ministro se saiu com a desculpa fajuta de que não se pode praticar censura. Ah, sim, ministro: ninguém quer que se juntem as ditas “obras” para serem incineradas em praça pública. Cada autor é responsável por aqui que escreve, vive num país livre e ele tem o direito de por no papel a cretinice e a mentira que quiser. Outra coisa porém, é o MEC adotar livros com conotação político-partidária, e às custas dos contribuintes, entrega-los nas escolas públicas como se em suas páginas estivesse escrito verdade límpida e cristalina de fatos históricos. Mascarar a matança de milhões de inocentes por conta dos regimes comunistas de Mao, Stalin, Hitler e Fidel para ficar nos mais famosos, e apenas enaltecer suas “glórias”, é de uma descomunal falta de decência, de responsabilidade e de respeito.
Inicialmente, nas versões que se tentaram vender, se empurrou a culpa para os professores da rede pública a responsabilidade pelas escolhas e indicações. E mesmo que tais “versões” fossem verdadeiras, ainda assim já questionávamos: como podem professores escolher e indicar “livros”, sabendo-se que os níveis de escolaridade e de qualidade, em 2007, eram piores do que os avaliados em 1995 !!! Precisariam primeiro requalificarem os professores, para somente depois, e ainda diante de avaliações com um mínimo de aproveitamento, entregarem aos professores da rede pública tamanha responsabilidade.
Porém, até a versão inicial era mentirosa. Por detrás dela, se escondia a verdadeira face de uma metodologia implementada pelo MEC de fazer inveja aos nazismo de Hitler, ou à Revolução Cultural de Mao , ou aos métodos comunistas do sanguinário Stalin.
Vamos recorrer ao testemunho que o Reinaldo Azevedo colheu e publicou ontem em seu blog, de professores da rede pública, para que os leitores possam avaliar os “critérios” que o MEC de Haddad adota para torrar dinheiro público em lixo, e o que é pior: para praticar uma lavagem mental aos jovens de forma sórdida. Fascismo puro.
Disse Haddad quando lhe cobraram uma postura diante dos artigos de Kammel: “O MEC não professa ideologias. O MEC é guardião da liberdade e vai continuar sendo guardião da liberdade...” E achou que sua contribuição ao equívoco ainda era pequena, daí ter optado pelo complemento: “O Ministério da Educação só compra livros que são escolhidos pelos professores. Então, tem três soluções: manter a liberdade, censurar os livros ou trocar os professores. Eu fico com a primeira.”
Muito bem: e quando esta “maioria” com liberdade de escolha, acaba por escolher um lixo como livro didático, eivado de mentiras, de desinformações, de inverdades, qual o critério, deixar rolar, ou submeter todas as escolhas a um critério científico e pedagógico dentro de padrões adequados ? E mais: toda a liberdade consentida é filtrada e deve ser submetida à fiscalização. E além disso, ao tentar passar para os professores a função de indicar e escolher livros, o MEC no fundo está se desvencilhando de uma obrigação que seria sua. Ao professor cabe indicar e sugerir, mas jamais compete a ele ser responsabilizado pela escolha final.
Isto seria um lado. Mas o quê, a verdade vocês acham que fica só “nestes detalhes”? Não mesmo, no próximo post vamos ver o que os professores que o MEC indica como os responsáveis pelas escolhas, tem a dizer desta função que tentaram lhe impor. A verdade, às vezes, está na contramão das versões. E é este o caso.