sexta-feira, março 14, 2008

A ação contra a Vale é terrorista e orquestrada pelo Governo Lula.

Adelson Elias Vasconcellos

Vocês já repararam na quantidade de vezes que o MST e seus guerrilheiros agiram contra a Vale ? Ora, a principal “reivindicação” deste pessoal não é por acaso “reforma agrária” e desapropriação para assentamentos de agricultores pobres e sem terra”? E o que a Vale, que é o do ramo da mineração tem a ver com isso ? Absolutamente nada. Acontece que, desde que Lula assumiu o poder, o sonho de consumo do petismo é reestatizar a Vale que, depois da privatização, além de se tornar uma empresa rentável ao eliminar os cabides de empregos políticos para imprestáveis e inúteis vagabundos, se tornou também a maior do mundo no seu ramo. Claro, isto deveria servir de motivo de orgulho para nós, já que a privatização da Vale deixou-a em mãos de brasileiros, e não de multinacionais. Mas racionalidade é coisa que esta gente não entende.

Como o governo Lula não tem como agir contra a Vale, o que ele faz ? Coloca na rua o braço bandido do petismo, MST e seus associados, para perturbarem o quanto pode, sem contar na insistência de alguns órgãos estatais em multarem a Vale em milhões por qualquer picuinha legal. Ou seja, ou se reestatiza a Vale, na marra, no grito, na baderna, ou vão lhe provocar prejuízos incontáveis e impedi-la de viver em paz.

Vocês devem estar lembrados que, bem no início do governo Lula, houve um imenso barulho por um plebiscito em favor da reestatização, que acabou não vingando.

Nesta semana, ao comemorar o quarto aniversário de criação do Ministério do Desenvolvimento Social – mais uma ocasião festiva de palanque, jogando tempo e dinheiro fora – o senhor Patrus Ananias que sonha em ser o candidato petista à sucessão de Lula, num discurso maior que o do seu chefe, (43 minutos !!!), dentre outras firulas, resolveu criticar a privatização da Vale. O que ela tem a ver com o trabalho da competência do Ministério do Patrus, ninguém ainda explicou. O certo é que ali ficou claro que há sim uma guerra orquestrada pelo Planalto de envenenar a opinião contra a Vale, colocando inclusive o braço guerrilheiro do MST para servir de bucha de canhão nesta ação terrorista em busca da tão desejada reestatização, sonho de consumo de 11 em cada dez petistas.

Isto dá bem a tônica da ação bagaceira que se desencadeia no submundo vagabundo por onde perambula o petismo. Basta ver a ação intimidatória movida pelo PT contra o Poder Judiciário na figura do ministro Marco Aurélio de Mello, e inúmeras tentativas de colocar a imprensa independente genuflexa à ideologia dos cretinos esquerdistas.

Até aqui, nem o Poder Judiciário aceitou o jogo imundo, tampouco os verdadeiros jornalistas do “bem” deixaram de resistir, como também a reestatização da Vale ainda permanece no campo da guerrilha porca dos arruaceiros do MST.

Patrus, do Bolsa Família, faz discurso de candidato
Veja online

Titular da pasta responsável pela principal bandeira do governo Lula -- o programa Bolsa Família --, o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, adotou discurso de candidato num evento para marcar os quatro anos do ministério, na quarta-feira, em Brasília. Num discurso de 43 minutos diante de 1.280 pessoas -- além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice José Alencar e de nada menos que dezesseis ministros --, Patrus não se limitou a falar sobre o Bolsa Família. Criticou a privatização da Vale do Rio Doce (“... a Vale foi privatizada por um preço muito aquém do que valia. ..”), falou sobre o PAC e deixou claro que pensa em vôos mais altos para 2010. O ex-prefeito de Belo Horizonte é citado como postulante à sucessão estadual em Minas Gerais e até à candidatura petista à Presidência. No fim da cerimônia, o comandante do programa social que atinge cerca de 45 milhões de pessoas tentou evitar falar em eventual candidatura. "Não faço política pensando em degrau superior", garantiu ele. Lula, que discursou muito menos que Patrus (cerca de 20 minutos), prefere Dilma Rousseff para sua sucessão. Patrus, porém, é visto como boa alternativa por parte do PT.