Adelson Elias Vasconcellos
Reportagem da Tribuna da Imprensa, informa a reação do ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, que classificou a decisão do STF de conceder liminar suspendendo a ação de guerra para desocupação de brasileiros não indígenas da reserva Raposa do Sol,como “gravíssima”.
Impressionante este pessoal do petê: quando a decisão é favor, eles elogiam as instituições, cantam marra, mantém um bom humor nas alturas. Basta, porém, que a decisão da Justiça não lhes agrade, e logo partem para a agressão, já saem gritando que “é golpe”, fazem um escândalo danado, ameaçam botar sua banda na rua, etc., etc., etc., etc. Êta pessoal ordinário este !!!
Gravíssima foi a maneira como o governo demarcou a área, gravíssima é desalojar centenas de famílias sem sequer oferecer-lhes alternativas, uma vez que estão naquelas terras desde que nasceram. Não são invasores como os delinqüentes querem fazer crer. Trata-se de gente honesta, trabalhadora, e que talvez esteja pagando por não terem votado em Lula em 2006. Trata-se de uma falta total de respeito e de humanidade. Um ato de traição explícito. Qual o problema de deixarem esta gente morando naquela área, porque tanto quanto se saiba eles jamais foram ameaça aos índios. Por quê de todo este ranço, este ódio febril contra aquele povo?
Não se trata apenas de se venderem para as ongs estrangeiras que lá se encontram às centenas. É algo até muito pior, e que bem demonstra a índole perversa desta gente do governo.
Incrível é a ignorância do ministro que, com toda a boçalidade que lhe caracteriza, chega ao ridículo de afirmar que “... a ocupação da reserva por agricultores é, segundo ele, inconstitucional e o Supremo é justamente o tribunal encarregado de zelar pelo cumprimento da Constituição.”
Seria ótimo se o ministro primeiro se informasse melhor e, segundo, que não falta com a verdade de forma tão repulsiva. Mente o senhor Vannuchi, como mentem também todos os que com ele se acolhem na farsa que se tenta construir para a opinião pública. Primeiro, quando a Constituição foi assinada em 1988, aquela gente já morava e trabalhava lá, portanto, se invasores há eles foram criados pelo atual governo que, de forma cretina, mudou a demarcação realizada em 1998, que não determinava que a reserva fosse em áreas contínuas. Mente também porque tanto quanto se saiba o PT sequer assinou a Carta de 1988, portanto não tem competência moral para reivindicar direitos que nem a carta consagrou nem tampouco o PT tomou conhecimento.
E, se o senhor Vannuchi quer bancar o safado até quando chega a dizer que “...Com todo o respeito que é obrigatório a um cidadão em relação ao STF..”, que então respeite a instituição, e pare de se indispor contra ela, uma vez que ela lá está não é para cinicamente provocar divisão no seio do povo brasileiro, nem tampouco praticar agrados eleitoreiros e demagógicos. Justamente por lá estar como guardiã da Constituição, é que o STF entende que, tanto a forma como a reserva foi demarcada em 2005, contrariamente ao projeto original de 1998, quanto a forma como quer jogar na rua da amargura que lá nasceram e viveram suas vidas, como também o que a Constituição determinou em termos de reservas indígenas era aquelas que já haviam naquela data. E aqui é falta a estes petistas entreguistas e ignorantes, a devida e correta interpretação da carta magna.
Portanto, melhor faria o senhor Vannuchi se se recolhesse à sua insignificância e cumprisse o seu papel de ministro responsável pela área dos Direitos Humanos, uma vez que a maneira como o governo Lula está procedendo em relação ao não índios moradores daquela região, é uma total e flagrante violação de direitos humanos.
Segue a reportagem da Tribuna da Imprensa com as declarações delinqüentes deste boçal que sequer cumpre com seu próprio papel.
SÃO PAULO - O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, classificou ontem de "gravíssima" a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu a operação de retirada de arrozeiros da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Segundo ele, a homologação da área de 1,7 milhão de hectares cumpriu todos os requisitos legais e, portanto, a desocupação deve ser concluída.
"Com todo o respeito que é obrigatório a um cidadão em relação ao STF, a intervenção interrompe um processo de mais de três anos, com todas as fases de convencimento postergadas, e que é um ato jurídico perfeito", afirmou Vannuchi, em discurso na abertura do seminário O Caso Guarani Kaiowá: uma História de Violação dos Direitos Humanos. O evento aconteceu na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
Para o ministro, a decisão do STF, em caráter liminar, é "surpreendente", uma vez que a ocupação da reserva por agricultores é, segundo ele, inconstitucional e o Supremo é justamente o tribunal encarregado de zelar pelo cumprimento da Constituição.
Vannuchi disse, no entanto, que não é a primeira vez que o STF toma uma decisão contrária aos direitos dos povos indígenas. Ele lembrou uma determinação semelhante, de dezembro de 2005, em que o tribunal suspendeu a desocupação de uma área indígena Ñanderu Marangatu, no Mato Grosso do Sul.
A área foi ratificada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março de 2005. O então presidente do STF, Nelson Jobim, concedeu liminar suspendendo a demarcação até o julgamento do mérito, ainda não concluído.
Segundo Vannuchi, a medida acarretou conflitos entre índios e agricultores da região, que levaram à morte de um líder indígena. "O Judiciário é a instituição mais defasada no que diz respeito aos direitos humanos", avaliou Vannuchi.
Reportagem da Tribuna da Imprensa, informa a reação do ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, que classificou a decisão do STF de conceder liminar suspendendo a ação de guerra para desocupação de brasileiros não indígenas da reserva Raposa do Sol,como “gravíssima”.
Impressionante este pessoal do petê: quando a decisão é favor, eles elogiam as instituições, cantam marra, mantém um bom humor nas alturas. Basta, porém, que a decisão da Justiça não lhes agrade, e logo partem para a agressão, já saem gritando que “é golpe”, fazem um escândalo danado, ameaçam botar sua banda na rua, etc., etc., etc., etc. Êta pessoal ordinário este !!!
Gravíssima foi a maneira como o governo demarcou a área, gravíssima é desalojar centenas de famílias sem sequer oferecer-lhes alternativas, uma vez que estão naquelas terras desde que nasceram. Não são invasores como os delinqüentes querem fazer crer. Trata-se de gente honesta, trabalhadora, e que talvez esteja pagando por não terem votado em Lula em 2006. Trata-se de uma falta total de respeito e de humanidade. Um ato de traição explícito. Qual o problema de deixarem esta gente morando naquela área, porque tanto quanto se saiba eles jamais foram ameaça aos índios. Por quê de todo este ranço, este ódio febril contra aquele povo?
Não se trata apenas de se venderem para as ongs estrangeiras que lá se encontram às centenas. É algo até muito pior, e que bem demonstra a índole perversa desta gente do governo.
Incrível é a ignorância do ministro que, com toda a boçalidade que lhe caracteriza, chega ao ridículo de afirmar que “... a ocupação da reserva por agricultores é, segundo ele, inconstitucional e o Supremo é justamente o tribunal encarregado de zelar pelo cumprimento da Constituição.”
Seria ótimo se o ministro primeiro se informasse melhor e, segundo, que não falta com a verdade de forma tão repulsiva. Mente o senhor Vannuchi, como mentem também todos os que com ele se acolhem na farsa que se tenta construir para a opinião pública. Primeiro, quando a Constituição foi assinada em 1988, aquela gente já morava e trabalhava lá, portanto, se invasores há eles foram criados pelo atual governo que, de forma cretina, mudou a demarcação realizada em 1998, que não determinava que a reserva fosse em áreas contínuas. Mente também porque tanto quanto se saiba o PT sequer assinou a Carta de 1988, portanto não tem competência moral para reivindicar direitos que nem a carta consagrou nem tampouco o PT tomou conhecimento.
E, se o senhor Vannuchi quer bancar o safado até quando chega a dizer que “...Com todo o respeito que é obrigatório a um cidadão em relação ao STF..”, que então respeite a instituição, e pare de se indispor contra ela, uma vez que ela lá está não é para cinicamente provocar divisão no seio do povo brasileiro, nem tampouco praticar agrados eleitoreiros e demagógicos. Justamente por lá estar como guardiã da Constituição, é que o STF entende que, tanto a forma como a reserva foi demarcada em 2005, contrariamente ao projeto original de 1998, quanto a forma como quer jogar na rua da amargura que lá nasceram e viveram suas vidas, como também o que a Constituição determinou em termos de reservas indígenas era aquelas que já haviam naquela data. E aqui é falta a estes petistas entreguistas e ignorantes, a devida e correta interpretação da carta magna.
Portanto, melhor faria o senhor Vannuchi se se recolhesse à sua insignificância e cumprisse o seu papel de ministro responsável pela área dos Direitos Humanos, uma vez que a maneira como o governo Lula está procedendo em relação ao não índios moradores daquela região, é uma total e flagrante violação de direitos humanos.
Segue a reportagem da Tribuna da Imprensa com as declarações delinqüentes deste boçal que sequer cumpre com seu próprio papel.
SÃO PAULO - O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, classificou ontem de "gravíssima" a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu a operação de retirada de arrozeiros da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Segundo ele, a homologação da área de 1,7 milhão de hectares cumpriu todos os requisitos legais e, portanto, a desocupação deve ser concluída.
"Com todo o respeito que é obrigatório a um cidadão em relação ao STF, a intervenção interrompe um processo de mais de três anos, com todas as fases de convencimento postergadas, e que é um ato jurídico perfeito", afirmou Vannuchi, em discurso na abertura do seminário O Caso Guarani Kaiowá: uma História de Violação dos Direitos Humanos. O evento aconteceu na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
Para o ministro, a decisão do STF, em caráter liminar, é "surpreendente", uma vez que a ocupação da reserva por agricultores é, segundo ele, inconstitucional e o Supremo é justamente o tribunal encarregado de zelar pelo cumprimento da Constituição.
Vannuchi disse, no entanto, que não é a primeira vez que o STF toma uma decisão contrária aos direitos dos povos indígenas. Ele lembrou uma determinação semelhante, de dezembro de 2005, em que o tribunal suspendeu a desocupação de uma área indígena Ñanderu Marangatu, no Mato Grosso do Sul.
A área foi ratificada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março de 2005. O então presidente do STF, Nelson Jobim, concedeu liminar suspendendo a demarcação até o julgamento do mérito, ainda não concluído.
Segundo Vannuchi, a medida acarretou conflitos entre índios e agricultores da região, que levaram à morte de um líder indígena. "O Judiciário é a instituição mais defasada no que diz respeito aos direitos humanos", avaliou Vannuchi.