terça-feira, fevereiro 01, 2011

Educação ou molestamento infantil?

Adelson Elias Vasconcellos.

Dentre todas as obrigações do Estado para com a sociedade, há três que destaco como prioridades acima de todas as outras: educação, saúde e segurança. O resto, pode esperar. Pode ficar para depois, podem até ser adiadas. Mas estas três são as prioridades maiores.

Olhem na lateral direita do blog: primeiro vem uma chamada à educação, em seguida, um apelo à saúde. É isto: não se conquista absolutamente nada no campo da justiça social, dos direitos humanos, da cidadania, se uma destas questões estiver em situação deprimente. No Brasil, impossível negar, nenhuma das três maiores obrigações do Estado é atendida com um mínimo de qualificação.

Em muitas escolas pelo país, fevereiro coincide com início do ano letivo. Sendo assim, e até para que sirva de alerta para alguns pais, reproduzimos abaixo dois artigos transcritos do site Escola sem Partido, e que demonstra um, dentre dezenas, os motivos para ser crítico ferrenho da política empreendida do MEC sob o comando de Fernando Haddad.

E não se enganem: não se pratica o que vocês vão ler a seguir, apenas nas escolas públicas. Muitas escolas privadas adotaram o lixo que o MEC empurra mente adentro de nossas crianças e jovens. Não é a toa que o país vive de cabeça para baixo.

O Blog não é crítico do petismo apenas por discordar ideologicamente do lixo que defendem: é crítico das ação coletiva que tenta impor ao país com uma cartilha ultrapassada, anacrônica e burra. Mas não apenas as cartilhas: são as ações e programas cujo único propósito é impor uma mentalidade sórdida de emburrecimento da sociedade, para se sustentar ad eternum no poder.

Não, não abriremos mão de defender os valores nos quais acreditamos, e que fizeram o ser humano sair da idade da pedra para uma era de modernidade e com melhor qualidade de vida. Há setenta anos atrás, a perspectiva média de vida dos brasileirols mal passava dos quarenta anos. Hoje, já são mais setenta anos de expectativa. E esta melhora não se deu por conta dos imbecis que querem nos privar da nossa individualidade, das nossas liberdades e das nossas conquistas e valores. Querem comer capim? Á vontade, estão livres para se deliciarem com o repasto que melhor lhes apetece o espírito e o corpo. Mas não queiram impedir que a maioria deseje ser livre, decente, abraçada à modernidade do pensamento e aos valores cristão mais sagrados em que acreditam. E sem a mão de tiranos a lhes solapar direitos e garantias que somente as democracias, livres e sanadas, conseguem oferecer.

O primeiro artigo (post abaixo) é uma daqueles lixos morais em que as “autoridades” que permitiram a livre circulação nas escolas, deveriam ser enquadradas no Estatuto da Criança e do Adolescente por molestamento de menores. Esta gente não apenas é lixo moral: são doentes paranoicos que não merecem circular livremente no meio de pessoas decentes e civilizadas. Trata-se de um tal livro de orientação sexual, numa linguagem chula e perniciosa para crianças em formação. Não é pelo caminho da orientação libertina e licenciosa que se educará melhor nossas crianças. Até porque a escola é um complemento da educação vinda da casa, e portanto, não pode afrontar a orientação doméstica. Até onde sei, o Estado não tem poderes para se sobrepor aos pais e mães. Sua obrigação é outra, seu dever segue noutra direção. Escolas que não tem competência para ensinar matemática e português, não tem moral para ensinar sexualidade em linguagem e ilustrações totalmente inadequadas. De que adianta o Ministério da justiça determinar que certas novelas só sejam exibidas em determinados horários, se nas escolas, para crianças de 7 a 10 anos, o MEC autoriza que se distribua livros que tentam catequizar uma prática sexual infantil como política de absoluta permissividade e imoralidade? Qual é? Se a turma do MEC pirou de vez e perdeu todos os limites da decência, isto não lhe dá direitos de se sobreporem à moral e aos costumes que, a muito custo, a maioria das famílias tentam transmitir aos seus filhos.

O segundo artigo mostra como a atividade rural no país é vista com o preconceito dos ideólogos da esquerda e como esta cambada de vagabundos tenta disseminar na mente das crianças e dos jovens estes preconceitos. Vai ver são os mesmos que, nas refeições, devem ir ao gramado mais próximo para se deliciarem com capim, do tipo magro, para não quebrar a dieta. É bonito entrarem nos mercados abarrotados de frutas, verduras e legumes, esquecendo-se de onde vieram tais alimentos. É bonito tomarem seu leitinho, gelado ou morno, na hora que bem entendem, pagando um preço baratinho, ignorando o trabalho de milhares de pessoas que deram um duro danado para o imbecil se deliciar. Ou quem sabe no iogurte do café da manhã para ajudar a destravar aquilo que desceu do cérebro?

Ainda bem que a sociedade brasileira é mais conservadora, mais moralista e mais decente do que os mestres da libertinagem com cadeira e cargos no MEC. Assim, vale o aviso para todos os pais e mães com filhos em idade escolar: cuidem de suas crianças, confiram o conteúdo dos livros que estão sendo entregues aos  filhos. Talvez vocês se surpreendam que, ao invés de educação, matemática e português, seus filhos estão sofrendo é um processo de molestamento infantil, devidamente autorizado e recomendado por autoridades que perderam todos os escrúpulos possíveis.