segunda-feira, junho 18, 2012

Índios invadem obra de Belo Monte e promovem quebradeira, diz consórcio


Aguirre Talento
Folha online

Índios invadiram neste sábado (12) o principal canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte, em Vitória do Xingu (oeste do Pará), e quebraram materiais de escritório, diz o CCBM (Consórcio Construtor de Belo Monte).

Entre os equipamentos danificados estão computadores, cadeiras, mesas e máquinas de café, de acordo com o consórcio. O valor do prejuízo ainda está sendo apurado.

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) também confirmou a invasão, mas não sabia informar se houve danos patrimoniais.

Segundo a PRF, o grupo era formado por cerca de cem índios, que passaram meia hora no local. Não houve confronto com funcionários da empresa.

O episódio ocorreu por volta das 12h. Antes de entrarem no canteiro, os índios carregavam equipamentos como pás e picaretas, segundo a PRF. O CCBM afirmou que esses equipamentos foram usados para causar os danos.

A invasão foi no escritório central do sítio Belo Monte, o principal dos cinco canteiros de obras da hidrelétrica. Possui 35 salas. O CCBM não sabe ainda quantas salas foram danificadas.

Outra área do mesmo canteiro de obras já havia sido invadida nesta sexta-feira (15), em protesto com participação de ativistas ambientais, índios e ribeirinhos, mas sem o registro de danos patrimoniais.

O clima no local está acirrado desde a última quarta-feira (13), quando teve início o evento Xingu +23, conferência paralela a Rio+20 organizada pelo Movimento Xingu Vivo com o objetivo de protestar contra Belo Monte.

Os participantes do encontro estão acampados em uma área próxima às obras.

O CCBM classificou a invasão de "vandalismo" e informou que registrará boletim de ocorrência e "tomará as medidas cabíveis na Justiça".

Representantes do Movimento Xingu Vivo não foram localizados na tarde deste sábado para comentar o caso.

A hidrelétrica de Belo Monte é uma das principais obras do governo federal e, quando pronta, será a terceira maior do mundo. Ambientalistas contrários à usina afirmam que ela prejudicará o modo de vida da população que vive na região do Xingu.

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Movimento contra Belo Monte nega participação em invasão de obra

O Movimento Xingu Vivo negou neste domingo (17) ter participado da invasão do escritório central do canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte (no oeste do Pará), realizado no sábado (16).

Na invasão, liderada por índios, foram quebrados materiais de escritório como computadores, mesas e cadeiras, afirmou o CCBM (Consórcio Construtor de Belo Monte).

A assessoria do Xingu Vivo disse que "nenhum integrante do movimento participou do ato" e que todas as ações do movimento são "pacíficas".

O Xingu Vivo é o principal opositor da construção da hidrelétrica. O movimento organizou, da última quarta-feira (13) até este domingo (17), a conferência Xingu +23, na região das obras de Belo Monte, em Vitória do Xingu (a 945 km de Belém).

Houve debates sobre os impactos da hidrelétrica para a região, com presença de índios de diversos locais.

De acordo com o Xingu Vivo, os índios que invadiram o escritório relataram terem ficado "revoltados" com as futuras consequências da hidrelétrica.

O movimento afirmou não ter "nenhum tipo de poder para impedi-los".

Ainda ontem, o consórcio registrou boletim de ocorrência sobre a invasão afirmou que "tomará as medidas cabíveis na Justiça".

***** COMENTANDO A NOTÍCIA:
Medidas cabíveis na Justiça”, mas quais medidas? A construção de Belo Monte tivesse tido um processo legítimo, de total transparência, sem tanta confusão, e muito provavelmente não teria se transformado numa espécie de “geni” dos ambientalistas. Tanto é assim, que até algumas “celebridades” internacionais resolveram condenar a obra sem ter um pingo de informação, somente baseados na mentira canalha que as ong’s oxigenadas resolveram espalhar para perturbar e fazer barulho. 

E se não bastasse este movimento eco-terrorista eivado de mentiras, resolveram arregimentar tribos indígenas para induzi-las a ações de depredação e selvageria. 

O chefe do movimento Xingu Vivo pode se esquivar como quiser, mas as imagens exibidas pelo Fantástico mostram índios verdadeiros envolvidos na quebradeira e na baderna. 

Quanto às tais medidas, o consórcio responsável pela construção de Belo Monte pode esperar sentado. Nada vai acontecer e não teremos um índio preso ou sendo ao menos processado. Para este bando de loucos não haverá punição alguma. Estão liberados para agirem como lhes der na telha. São, a exemplo dos políticos, inimputáveis. Até porque o que não faltaram foram justamente ameaças dos indígenas e que agora resultaram nestes atos de vandalismo.

Belo Monte é indispensável para o desenvolvimento do país. Seu grande problema foi o governo Lula ter afrontado todos os limites legais para mandá-la construir a qualquer custo. A usina em si nada tem a ver com o processo criminoso empregado para o início de sua construção, tampouco com os ressentidos ambientalista que não conseguiram impor mais um degrau de atraso ao desenvolvimento brasileiro, porque, no fundo, é exatamente isto que eles desejam: que todos os brasileiros vivam como selvagens, enquanto eles, bem ... aí basta investigar quem os financia para entender quais os verdadeiros propósito destes cretinos.