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Se Gabrielli deixou esqueletos como chefe da estatal, a então ministra da Casa Civil era presidente do Conselho
Foto: Montagem/247
Ao que tudo indica, havia esqueletos no armário da Petrobras. E esse discurso, alimentado por Graça Foster, deve fazer com que a empresa consiga um reajuste considerável nos preços da gasolina.
Sabe-se ainda que Lula, assim como boa parte do PT, ainda não digeriu a demissão de José Sergio Gabrielli da empresa. A esse respeito, o colunista Ilimar Franco, do Globo, narra uma história com uma boa intriga que envolve Lula, a presidente Dilma Rousseff e a estatal. Leia:
O pai da criança
O caso conto como contaram. Um integrando do governo critica para o ex-presidente Lula a “má gestão de Sergio Gabrielli na Petrobras”, por causa do prejuízo de R$ 1,3 bilhão. Depois de ouvir, Lula responde com a pergunta: “Ué, mas na época dele a presidente do Conselho de Administração da Petrobras era a presidente Dilma”.
***** COMENTANDO A NOTÍCIA:
O que está por detrás destas intrigas, no fundo, é a tentativa de se tentar livrar Lula das lambanças cometidas na estatal, durante o período em que foi presidente. Mesmo que Dilma Rousseff tenha sido presidente do Conselho de Administração, as ordens e o comando geral sempre estiveram nas mãos de Lula. Sérgio Gabrielli nada mais era do que seu mero capacho. Sempre se dirigiu ao ex-presidente e jamais se curvou à autoridade de Dilma. Não por outra razão, tão logo assumiu a presidência, Dilma tratou de se livrar de Gabrielli.
Portanto, com ou sem intriga, o fato é que a Petrobrás chegou ao ponto em que se encontra, em razão da administração Lula e sua interferência política excessiva.
Tendo, assim, maior controle sobre os atos da estatal, pode ser que a Petrobrás volte a ter o mesmo rendimento de antes. Até porque, Lula inflou os dados da companhia a um ponto extremo que, como se vê agora, serviu para mascarar a má administração Gabrielli.
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