Infraero poderá investir R$ 243,2 milhões ainda este ano
Lu Aiko Otta e Gerusa Marques, Estado de São Paulo
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BRASÍLIA - A Infraero foi autorizada neste domingo a investir R$ 243,2 milhões ainda este ano. Desse valor, R$ 224,4 milhões serão usados na expansão dos aeroportos de Goiânia, Macapá, Santos Dumont (RJ) e Florianópolis. Os outros R$ 18,8 milhões vão para manutenção e compra de equipamentos de informática, informação e teleprocessamento.
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A autorização consta da Lei 11.405, publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União, que trouxe autorização de novos gastos nos diversos ministérios, no total de R$ 2,6 bilhões. Num procedimento comum em todo fim de ano, o Orçamento da União passa por ajustes. Verbas reservadas para obras que não andaram são canceladas, enquanto projetos em melhor ritmo de execução recebem mais recursos.
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No caso da Infraero, parte dos R$ 243,2 milhões é financiada por obras da estatal. Um total de R$ 34,9 milhões reservados para a expansão dos aeroportos de Natal, Maceió, Recife, Brasília, Fortaleza e João Pessoa foram cancelados.
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Morre pai do Scooby Doo, Flintstones e Jetsons
da Folha Online
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Aos 95 anos, Joseph Barbera, co-fundador da empresa de desenhos animados Hanna-Barbera, morreu nesta segunda-feira (18), de causas naturais, em sua casa em Los Angeles, ao lado de sua mulher Sheila, informou o estúdio Warner Bros., sem fornecer mais detalhes.
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Ele foi um dos criadores de personagens dos desenhos animados, como Tom e Jerry, Scooby Doo, os Flintstones, os Jetsons, Dom Pixote e Zé Colméia, entre outros.
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Lu Aiko Otta e Gerusa Marques, Estado de São Paulo
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BRASÍLIA - A Infraero foi autorizada neste domingo a investir R$ 243,2 milhões ainda este ano. Desse valor, R$ 224,4 milhões serão usados na expansão dos aeroportos de Goiânia, Macapá, Santos Dumont (RJ) e Florianópolis. Os outros R$ 18,8 milhões vão para manutenção e compra de equipamentos de informática, informação e teleprocessamento.
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A autorização consta da Lei 11.405, publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União, que trouxe autorização de novos gastos nos diversos ministérios, no total de R$ 2,6 bilhões. Num procedimento comum em todo fim de ano, o Orçamento da União passa por ajustes. Verbas reservadas para obras que não andaram são canceladas, enquanto projetos em melhor ritmo de execução recebem mais recursos.
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No caso da Infraero, parte dos R$ 243,2 milhões é financiada por obras da estatal. Um total de R$ 34,9 milhões reservados para a expansão dos aeroportos de Natal, Maceió, Recife, Brasília, Fortaleza e João Pessoa foram cancelados.
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Morre pai do Scooby Doo, Flintstones e Jetsons
da Folha Online
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Aos 95 anos, Joseph Barbera, co-fundador da empresa de desenhos animados Hanna-Barbera, morreu nesta segunda-feira (18), de causas naturais, em sua casa em Los Angeles, ao lado de sua mulher Sheila, informou o estúdio Warner Bros., sem fornecer mais detalhes.
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Ele foi um dos criadores de personagens dos desenhos animados, como Tom e Jerry, Scooby Doo, os Flintstones, os Jetsons, Dom Pixote e Zé Colméia, entre outros.
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Barbera fundou a Hanna-Barbera com William Hanna em 1957. A empresa cresceu e se tornou uma das marcas mais famosas de Hollywood no ramo da animação.
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Hanna morreu em março de 2001, aos 90 anos. Entre 1943 e 1952, a dupla ganhou sete Oscar. A série "Os Flintstones" foi um grande sucesso de audiência nos EUA. Entrou no ar em 1960. Foi a primeira série de animação a ocupar o horário nobre. Segundo a Warner Bros., atualmente é exibida em mais de 80 países.
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Antes de se dedicar exclusivamente aos desenhos, trabalhou em um banco, chegou a ficar desempregado e passar dificuldades financeiras, antes de se tornar uma lenda da animação. Barbera nasceu em Nova York no dia 24 de março de 1911. Ele tinha três filhos (Jayne, Neal e Lynn).
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Pacote do governo
Carlos Alberto Sardenberg, G1
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Nesta quinta-feira, finalmente, sai o pacote do governo Lula para “destravar” o país - conforme a expressão consagrada pelo presidente - e acelerar o crescimento já no próximo ano.
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O que virá?
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Os sinais não são bons.
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Primeiro, o processo parece bastante confuso. Ministros, inclusive o da Fazenda, Guido Mantega, e outros assessores do presidente falaram sobre um monte de coisas, adiantaram hipóteses, citaram medidas que ainda estavam em estudos.
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Segundo, essas informações freqüentemente eram contraditórias. Ora se falava em aumentar os gastos, ora em cortá-los. Depois, vieram promessas de redução de impostos, o que significa perda de receita pelo governo, de novo junto com propostas de mais investimentos, o que exige dinheiro.
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Terceiro, as promessas de redução de impostos geraram lobies. Líderes de setores empresariais foram a Brasília tentar cavar a sua redução. As pretensões são legítimas, claro, mas politizam o pacote e podem tirar eficácia. Pode levar não o setor mais importante, mas o que tem as melhores conexões. O ideal, claro, seria redução de impostos linear, igual para todos.
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Quarto, o governo está procurando dinheiro para novos investimentos - e ocorre que os recursos públicos estão quase totalmente comprometidos com gastos correntes, Previdência, pessoal e custeio da máquina. Há dinheiro no setor privado, sobrando, mas ainda não há boas regras que garantam e “destravem” esses investimentos. E também não é certo que tais regras apareçam no pacote.
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Enfim, existe o risco de a montanha parir um ratinho.
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De todo modo, há um ponto importante: parece que haverá novos incentivos à construção civil, o que é bom.
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Pacote do governo
Carlos Alberto Sardenberg, G1
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Nesta quinta-feira, finalmente, sai o pacote do governo Lula para “destravar” o país - conforme a expressão consagrada pelo presidente - e acelerar o crescimento já no próximo ano.
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O que virá?
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Os sinais não são bons.
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Primeiro, o processo parece bastante confuso. Ministros, inclusive o da Fazenda, Guido Mantega, e outros assessores do presidente falaram sobre um monte de coisas, adiantaram hipóteses, citaram medidas que ainda estavam em estudos.
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Segundo, essas informações freqüentemente eram contraditórias. Ora se falava em aumentar os gastos, ora em cortá-los. Depois, vieram promessas de redução de impostos, o que significa perda de receita pelo governo, de novo junto com propostas de mais investimentos, o que exige dinheiro.
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Terceiro, as promessas de redução de impostos geraram lobies. Líderes de setores empresariais foram a Brasília tentar cavar a sua redução. As pretensões são legítimas, claro, mas politizam o pacote e podem tirar eficácia. Pode levar não o setor mais importante, mas o que tem as melhores conexões. O ideal, claro, seria redução de impostos linear, igual para todos.
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Quarto, o governo está procurando dinheiro para novos investimentos - e ocorre que os recursos públicos estão quase totalmente comprometidos com gastos correntes, Previdência, pessoal e custeio da máquina. Há dinheiro no setor privado, sobrando, mas ainda não há boas regras que garantam e “destravem” esses investimentos. E também não é certo que tais regras apareçam no pacote.
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Enfim, existe o risco de a montanha parir um ratinho.
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De todo modo, há um ponto importante: parece que haverá novos incentivos à construção civil, o que é bom.
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Pensando bem...
Cláudio Humberto
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...a Justiça Eleitoral mostrou ao PT que é difícil prestar contas quando as contas não prestam.
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Dirceu promete: “Devo encerrar meu período de silêncio sobre o PT”
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O deputado cassado José Dirceu (PT-SP), apontado como o mentor do esquema de compra de apoio parlamentar pelo governo Lula – o chamado “mensalão” –, reapareceu esta semana prometendo voltar a participar ativamente do PT. “Com a decisão do Diretório Nacional do PT de convocar o 3º Congresso Nacional para junho de 2007, considero que devo encerrar meu período de silêncio sobre o partido”, avisou.
.Em nota publicado em seu blog, o petista explica suas razões para voltar à ativa. “Quanto ao PT, quero deixar claro que não abro mão da minha filiação. Nessa condição, vou participar do 3º Congresso Nacional do PT. Não vou participar de chapas ou da disputa de cargos, mas da avaliação dos últimos dez anos e do debate sobre futuro do partido, assumindo minha responsabilidade política sobre os 12 anos decisivos em que fui secretário geral e presidente do PT.”
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Pensando bem...
Cláudio Humberto
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...a Justiça Eleitoral mostrou ao PT que é difícil prestar contas quando as contas não prestam.
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Dirceu promete: “Devo encerrar meu período de silêncio sobre o PT”
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O deputado cassado José Dirceu (PT-SP), apontado como o mentor do esquema de compra de apoio parlamentar pelo governo Lula – o chamado “mensalão” –, reapareceu esta semana prometendo voltar a participar ativamente do PT. “Com a decisão do Diretório Nacional do PT de convocar o 3º Congresso Nacional para junho de 2007, considero que devo encerrar meu período de silêncio sobre o partido”, avisou.
.Em nota publicado em seu blog, o petista explica suas razões para voltar à ativa. “Quanto ao PT, quero deixar claro que não abro mão da minha filiação. Nessa condição, vou participar do 3º Congresso Nacional do PT. Não vou participar de chapas ou da disputa de cargos, mas da avaliação dos últimos dez anos e do debate sobre futuro do partido, assumindo minha responsabilidade política sobre os 12 anos decisivos em que fui secretário geral e presidente do PT.”
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Dirceu reforçou ainda que continua intimamente ligado ao Planalto: “Não abro mão de meu compromisso com o governo do presidente Lula. O programa vitorioso nas urnas, especialmente no segundo turno, representa a defesa do governo, mas também um voto pelo aprofundamento e pela aceleração das mudanças estruturais. O período do 3º Congresso Nacional do PT coincidirá com a formação do segundo governo e as tarefas para a implementação de uma política desenvolvimentista.”