José Paulo Kupfer, NoMínimo
O material de capa da edição desta semana da prestigiada revista The Economist, bíblia do pensamento econômico liberal, trata da Organização das Nações Unidas (ONU) e de como a ONU poderia operar de modo mais eficaz para fazer do mundo um lugar mais seguro. Uma das sugestões é a ampliar o Conselho de Segurança, com a admissão de no mínimo cinco novos membros permanentes.
Segundo a revista, com o ingresso desses novos países, o Conselho de Segurança refletiria melhor o mundo de hoje do que o Conselho atual, que reflete a situação pós-1945 e no qual têm assento apenas Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China.
Japão, Índia, Alemanha e um da África são quatro dos países indicados pela The Economist. O outro é…o Brasil.
Assim, ficamos sabendo que os redatores da revista de maior prestígio em todo o mundo não são lá isso tudo que pintam por aí. Afinal, falharam feio ao não tomarem conhecimento das toneladas de papel e tinta gastas pelos sabichões tupiniquins para ensinar que o desejo de Lula de pôr o Brasil no Conselho de Segurança não passava de uma megalomania sem pé nem cabeça.
E agora, será que a célebre revista pirou ou os sabichões que criticaram Lula são apenas arrogantes e preconceituosos?
O material de capa da edição desta semana da prestigiada revista The Economist, bíblia do pensamento econômico liberal, trata da Organização das Nações Unidas (ONU) e de como a ONU poderia operar de modo mais eficaz para fazer do mundo um lugar mais seguro. Uma das sugestões é a ampliar o Conselho de Segurança, com a admissão de no mínimo cinco novos membros permanentes.
Segundo a revista, com o ingresso desses novos países, o Conselho de Segurança refletiria melhor o mundo de hoje do que o Conselho atual, que reflete a situação pós-1945 e no qual têm assento apenas Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China.
Japão, Índia, Alemanha e um da África são quatro dos países indicados pela The Economist. O outro é…o Brasil.
Assim, ficamos sabendo que os redatores da revista de maior prestígio em todo o mundo não são lá isso tudo que pintam por aí. Afinal, falharam feio ao não tomarem conhecimento das toneladas de papel e tinta gastas pelos sabichões tupiniquins para ensinar que o desejo de Lula de pôr o Brasil no Conselho de Segurança não passava de uma megalomania sem pé nem cabeça.
E agora, será que a célebre revista pirou ou os sabichões que criticaram Lula são apenas arrogantes e preconceituosos?