Vocês escolheram o rumo e andaram pelo caminho que leva a derrocada do Legislativo brasileiro. Você deram ao país a condição de permanecer medíocre, e o que é pior, de vocês todos serem devidamente embalsamados como o cancro que corrói a nação nos seus anseios de democracia plena e liberdades e direitos conquistados após 21 anos de lutas, de dor, de repressão. Talvez vossa ganância por cargos e o lusco-fusco das câmeras de tevê, tenham nublado vossa percepção. Podendo ser dignos, optaram por se transformarem em canalhas amestrados.
Vocês estão condenando os próximos anos da vida política brasileira à imoralidade plena, autoritarismo caquético e ao mais pérfido sistema político de governo. O sistema canalha de ser saberá mostrar a cada um, o alto preço que cada um deverá pagar pelo baixo nível a que cada um se entregou e se submeteu sem resistência, apenas lambuzados da lama podre em que se mergulha vossa dignidade.
Saibam, pois, que o tempo saberá cobrar-lhes a traição cometida. E que o fogo ardente dos mil infernos que rodeiam as vossas patéticas figuras, os embale na sua estupidez e desvario. Nossa democracia acha-se ferida de morte pela cupidez de indignos cretinos chamados de representantes não do povo, mas da besta fera moral revestida em consciência mal-sã.
Vossa saúde mental, entorpecida pelas promessas indecorosas, cujo apelo indecente deveriam ter sido repelidas se acaso em vós morada fizesse a honra e o bom caráter que alimenta a missão de servir, acabará em desarranjo ignóbil e mordaz, por não resistir à cretinice idiotizada.
Pobre Nação a depender de boçais hipócritas travestidos em lídimos vorazes da boa fé. Seu apego à indecência superou de muito a legitimidade do mandato para o qual foram eleitos. Ao invés de servir, serviram-se, e depois de servidos, se deram à farra gananciosa da autocracia que habita o poder desde janeiro de 2003. Lá, exatamente lá onde a mentira fez morada, onde a corrupção tornou-se vício, num habitueé que nos transforma em pátria da indecência, da degradação moral e do costume decadente e voraz de desviar o produto retirado à fórceps daqueles que trabalham e amam a sua pátria. Sanguessugas ? Vampiros ? Gigolôs ? Mensaleiros vendedores de consciências ? Ou a fauna completa de mandarins abjetos, entronados na promiscuidade deslavada e desmedida a vilipendiar as energias e a riqueza do país, amealhando-os em contas individuais, fazendo figuração em paradisíacas ilhas, onde a fantasia se conspurca na bestialidade da alma canalha !
Vossa imundície moral feriu de morte esta democracia ainda criança, que tentativa engatinhar em passadas mais firmes e mais largas na longa avenida em que o aventureiro é largado para trás, a assistir, compungido, o andar alegre daqueles construtores dos ideais de progresso e liberdade. Nesta avenida, mudaram-se as direções opostas, seguindo-se agora em mão única em direção ao nada perdido num horizonte denegrido pelo caudilho que, com sua flauta mágica, entoa o hino do atraso num balé dantesco que arrasta a todos à submissão sem fronteiras, com total servilismo, diante da figura diabólica que sorri para os tolos a prestar-lhe tão cândida reverência. Entre o rabo e os chifres, balança a pança sedenta de alimentar-se de poder, com incrível volúpia, e desmesurado apetite insaciável.
Para os que souberam resistir e não se entregaram tão dóceis e frágeis criaturas de aluguel, resta o consolo de que no mundo nunca a estupidez conseguiu vencer a honra. Nunca o canalha logrou viver revestido pela máscara com que esconde sua verdadeira face macabra. Se a cada manhã um novo dia recomeça, a cada punhalada traiçoeira dos mentores da desfaçatez, há de fulgir vigorosa a esperança de que a opressão não convence em tempo integral: apenas sufoca, por algum tempo, o grito da indignação, esperando o melhor momento do agora-basta-e-acabou. Aos dementes incrédulos de que no mundo haja lugar para integridade moral, leiam a história humana, seus canalhas, e aprendam as lições fartas que ela vos oferece. Nenhum déspota se fez ilustre. A todos foi reservado o mausoléu dos imbecis, da corja imunda varrida para os esgotos onde cada qual foi parido, onde cada qual feneceu.
Portanto, aproveitem e gozem com puro deleite o momento consagrado ao jeito canalha de ser. Tais momentos serão breves e amorfos. Mas bastante intensos para amortalhar vossa cupidez decadente e degradante. Com a mesma medida com que traem a pátria, por ela serão varridos e engolfados com o desprezo que vossas pestilentas e repugnantes figuras merecem receber. Façam, pois, bom proveito de vossa desonra.
Vocês estão condenando os próximos anos da vida política brasileira à imoralidade plena, autoritarismo caquético e ao mais pérfido sistema político de governo. O sistema canalha de ser saberá mostrar a cada um, o alto preço que cada um deverá pagar pelo baixo nível a que cada um se entregou e se submeteu sem resistência, apenas lambuzados da lama podre em que se mergulha vossa dignidade.
Saibam, pois, que o tempo saberá cobrar-lhes a traição cometida. E que o fogo ardente dos mil infernos que rodeiam as vossas patéticas figuras, os embale na sua estupidez e desvario. Nossa democracia acha-se ferida de morte pela cupidez de indignos cretinos chamados de representantes não do povo, mas da besta fera moral revestida em consciência mal-sã.
Vossa saúde mental, entorpecida pelas promessas indecorosas, cujo apelo indecente deveriam ter sido repelidas se acaso em vós morada fizesse a honra e o bom caráter que alimenta a missão de servir, acabará em desarranjo ignóbil e mordaz, por não resistir à cretinice idiotizada.
Pobre Nação a depender de boçais hipócritas travestidos em lídimos vorazes da boa fé. Seu apego à indecência superou de muito a legitimidade do mandato para o qual foram eleitos. Ao invés de servir, serviram-se, e depois de servidos, se deram à farra gananciosa da autocracia que habita o poder desde janeiro de 2003. Lá, exatamente lá onde a mentira fez morada, onde a corrupção tornou-se vício, num habitueé que nos transforma em pátria da indecência, da degradação moral e do costume decadente e voraz de desviar o produto retirado à fórceps daqueles que trabalham e amam a sua pátria. Sanguessugas ? Vampiros ? Gigolôs ? Mensaleiros vendedores de consciências ? Ou a fauna completa de mandarins abjetos, entronados na promiscuidade deslavada e desmedida a vilipendiar as energias e a riqueza do país, amealhando-os em contas individuais, fazendo figuração em paradisíacas ilhas, onde a fantasia se conspurca na bestialidade da alma canalha !
Vossa imundície moral feriu de morte esta democracia ainda criança, que tentativa engatinhar em passadas mais firmes e mais largas na longa avenida em que o aventureiro é largado para trás, a assistir, compungido, o andar alegre daqueles construtores dos ideais de progresso e liberdade. Nesta avenida, mudaram-se as direções opostas, seguindo-se agora em mão única em direção ao nada perdido num horizonte denegrido pelo caudilho que, com sua flauta mágica, entoa o hino do atraso num balé dantesco que arrasta a todos à submissão sem fronteiras, com total servilismo, diante da figura diabólica que sorri para os tolos a prestar-lhe tão cândida reverência. Entre o rabo e os chifres, balança a pança sedenta de alimentar-se de poder, com incrível volúpia, e desmesurado apetite insaciável.
Para os que souberam resistir e não se entregaram tão dóceis e frágeis criaturas de aluguel, resta o consolo de que no mundo nunca a estupidez conseguiu vencer a honra. Nunca o canalha logrou viver revestido pela máscara com que esconde sua verdadeira face macabra. Se a cada manhã um novo dia recomeça, a cada punhalada traiçoeira dos mentores da desfaçatez, há de fulgir vigorosa a esperança de que a opressão não convence em tempo integral: apenas sufoca, por algum tempo, o grito da indignação, esperando o melhor momento do agora-basta-e-acabou. Aos dementes incrédulos de que no mundo haja lugar para integridade moral, leiam a história humana, seus canalhas, e aprendam as lições fartas que ela vos oferece. Nenhum déspota se fez ilustre. A todos foi reservado o mausoléu dos imbecis, da corja imunda varrida para os esgotos onde cada qual foi parido, onde cada qual feneceu.
Portanto, aproveitem e gozem com puro deleite o momento consagrado ao jeito canalha de ser. Tais momentos serão breves e amorfos. Mas bastante intensos para amortalhar vossa cupidez decadente e degradante. Com a mesma medida com que traem a pátria, por ela serão varridos e engolfados com o desprezo que vossas pestilentas e repugnantes figuras merecem receber. Façam, pois, bom proveito de vossa desonra.