A economia brasileira gerou 302 mil postos de trabalho com carteira assinada em abril, o maior resultado da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. O dado divulgado ontem representa uma alta de 1,08% em relação a março.
"Esse resultado está associado à presença de fatores sazonais relacionados à cadeia produtiva do agronegócio, ao ambiente favorável para os negócios propiciado pela continuidade da queda dos juros e às boas perspectivas decorrentes do anúncio das obras nos setores de infra-estrutura", disse o Ministério do Trabalho, em nota divulgada à imprensa.
O setor que mais contratou em abril foi a indústria de transformação, com resultado recorde de 103.763 novos postos, alta de 1,58%. No setor, o destaque ficou com a indústria de produtos alimentícios e bebidas.
A agropecuária abriu 41.227 vagas no mês, avanço de 2,76%, sendo 28.707 postos na produção de cana-de-açúcar. O setor de serviços gerou 82.768 postos em abril, elevação de 0,73% em comparação com março.
No acumulado do ano, houve um aumento de 2,54% de vagas com carteira assinada, o equivalente a 701.619 novas vagas. Essa foi a melhor performance da série para o período.
Nos últimos 12 meses, o emprego formal acumula alta de 5,04%, com a geração de 1.360.799 novas vagas.
COMENTANDO A NOTÍCIA: O governo justifica esta oferta de novas vagas dizendo que “(...) Esse resultado está associado à presença de fatores sazonais relacionados à cadeia produtiva do agronegócio, ao ambiente favorável para os negócios propiciado pela continuidade da queda dos juros e às boas perspectivas decorrentes do anúncio das obras nos setores de infra-estrutura (...)” .
"Esse resultado está associado à presença de fatores sazonais relacionados à cadeia produtiva do agronegócio, ao ambiente favorável para os negócios propiciado pela continuidade da queda dos juros e às boas perspectivas decorrentes do anúncio das obras nos setores de infra-estrutura", disse o Ministério do Trabalho, em nota divulgada à imprensa.
O setor que mais contratou em abril foi a indústria de transformação, com resultado recorde de 103.763 novos postos, alta de 1,58%. No setor, o destaque ficou com a indústria de produtos alimentícios e bebidas.
A agropecuária abriu 41.227 vagas no mês, avanço de 2,76%, sendo 28.707 postos na produção de cana-de-açúcar. O setor de serviços gerou 82.768 postos em abril, elevação de 0,73% em comparação com março.
No acumulado do ano, houve um aumento de 2,54% de vagas com carteira assinada, o equivalente a 701.619 novas vagas. Essa foi a melhor performance da série para o período.
Nos últimos 12 meses, o emprego formal acumula alta de 5,04%, com a geração de 1.360.799 novas vagas.
COMENTANDO A NOTÍCIA: O governo justifica esta oferta de novas vagas dizendo que “(...) Esse resultado está associado à presença de fatores sazonais relacionados à cadeia produtiva do agronegócio, ao ambiente favorável para os negócios propiciado pela continuidade da queda dos juros e às boas perspectivas decorrentes do anúncio das obras nos setores de infra-estrutura (...)” .
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Será mesmo ? Claro, o agronegócio é um fato, mas é sazonal, mas acaba sendo importante na indústria de transformação. Veja que o destaque vai para alimentos e bebidas. Há incremento forte nos serviços, e aqui os louros cabem à construção civil. Está havendo um excesso de créditos para novos empreendimentos. A queda dos juros também é um fato que colabora para incrementar negócios, mas apenas aqueles já existentes. Mas há um elemento aqui que poucos investigaram mas que está tendo um peso expressivo: há temor no ramo de prestadores de serviços de serem penalizados pelo veto à tal Emenda 3. Alguns estão revertendo os contratos de prestação de serviços para contratos mesmo com vínculo empregatício, ao preço, já se sabe, de redução no salário.
Porém, o que não se pode engolir é a balela de que se está gerando empregos com bases em “expectativas” decorrentes do anúncio de obras. Qual é, ministro ? Conta outra. Estando quase a grande maioria das obras de infra-estrutura ainda no papel, quem é o maluco que vai se aventurar em “gerar” empregos com base em mero anúncio ? Que o governo faça um esforço enorme para vender seu programa PAC, até se admite: mas daí a nos tomar por perfeitos idiotas, tem um abismo enorme para ser transposto!!!
Porém, o que não se pode engolir é a balela de que se está gerando empregos com bases em “expectativas” decorrentes do anúncio de obras. Qual é, ministro ? Conta outra. Estando quase a grande maioria das obras de infra-estrutura ainda no papel, quem é o maluco que vai se aventurar em “gerar” empregos com base em mero anúncio ? Que o governo faça um esforço enorme para vender seu programa PAC, até se admite: mas daí a nos tomar por perfeitos idiotas, tem um abismo enorme para ser transposto!!!