domingo, maio 20, 2007

ENQUANTO ISSO...

OPERAÇÃO NAVALHA NA CARNE ... DOS OUTROS.


STF nega liberdade a seis presos na Operação Navalha
Do G1, em São Paulo
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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, negou neste sábado (19) seis pedidos de habeas corpus aos presos pela Polícia Federal durante a Operação Navalha, que desarticulou um esquema de fraude e desvio de recursos destinados a obras públicas.

Conforme a decisão, permanecem presos o ex-governador do Maranhão José Reinaldo Carneiro Tavares, o ex-servidor do Ministério do Planejamento Ernani Soares Gomes Filho, o superintendente da Caixa Flávio José Pin, o presidente do Banco de Brasília e consultor financeiro do Maranhão Roberto Figueiredo Guimarães, e o secretário de infra-estrutura do Maranhão Ney de Barros Bello.
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Antes, o ministro também havia negado o habeas corpus a Geraldo Magela Fernandes da Rocha, servidor público no Maranhão e assessor do ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares.
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Todos pediam a extensão da liminar que revogou a prisão preventiva decretada contra o conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Ulisses César Martins de Sousa, que também é ex-procurador-geral do Estado do Maranhão e é suspeito de participar do esquema.
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Após avaliar os seis pedidos, o ministro Gilmar Mendes adiou as decisões sobre os outros doze pedidos para este domingo.


ENQUANTO ISSO...

Já prá alguns... a PF prende mas a Justiça solta !
Vasconcelos Quadros , Jornal do Brasil

A concessão de um habeas corpus preventivo a Ulisses César Martins de Sousa, ex-procurador-geral do Maranhão, e a liberação do conselheiro do Tribunal de Contas do Sergipe Flávio Conceição de Oliveira Neto foram recebidos como uma ducha de água fria pela Polícia Federal, mas não desanimaram os delegados que investigam o caso. Ontem, a PF recusou-se a soltar o deputado distrital Pedro Passos (PMDB-DF), preso na Operação Navalha.

O delegado que atendeu o advogado de Passos disse que a transferência do deputado para a custódia da Câmara Legislativa do Distrito Federal só ocorrerá com a apresentação de um alvará de soltura expedido pela ministra Eliana Calmon, relatora do inquérito no Superior Tribunal de Justiça.