Nova gravação complica o ministro Medina
Veja online
Novas gravações feitas com autorização da Justiça e divulgadas nesta sexta-feira revelam que o ministro Paulo Medina, afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), pode estar envolvido em outros casos de venda de sentenças. As negociações de decisões judiciais descobertas nesta sexta, ao contrário das investigadas anteriormente, não teriam favorecido apenas a máfia dos jogos ilegais. Segundo informou reportagem do Jornal Hoje, da Rede Globo, o ministro e seu irmão, o advogado Virgílio Medina, que depõe na tarde desta sexta à Justiça no Rio, teriam negociado outros tipos de sentenças.
Em um dos casos, eles teriam ajudado um grande banco, que respondia a uma ação no STJ. Segundo a polícia, antes do julgamento, o ministro Medina se reunia com o irmão e os advogados da instituição financeira. Virgílio teria, inclusive, ido pessoalmente a Brasília para tratar do caso. Em uma conversa gravada, ele combina a viagem com o advogado que defendia o banco. No julgamento, o ministro Paulo Medina decidiu em favor do banco.
As conversas gravadas também mostram que o desembargador Carreira Alvim, um dos presos na Operação Hurricane (furacão em inglês) da Polícia Federal (PF), desconfiava que estava sendo investigado. Acusado de vender decisões judiciais, ele passou a usar um novo telefone. Numa das escutas, Carreira Alvim aparece conversando com outra pessoa enquanto espera uma ligação. Na gravação, o desembargador comenta que não acredita que será surpreendido. "Me pegar por corrupção, eles não vão me pegar nunca", diz. De acordo com a PF, todo o esquema da máfia dos caça-níqueis passava pelo Judiciário, conforme outra conversa entre integrantes da organização criminosa.
Desde que a PF deflagrou a Operação Hurricane (furacão em inglês) há duas semanas, o ministro Medina nega envolvimento com a máfia dos caça-níqueis e com a venda de sentenças. Ele afirma que teve o nome utilizado indevidamente por integrantes do esquema de exploração do jogo ilegal.
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Estado rico
O governador nepotista do Maranhão, Jackson Lago (PDT), revelou que os senadores Roseana e José Sarney faturam R$ 60 mil em aposentadorias.
No ENQUANTO ISSO informamos aqui que o STF referendou uma doação milionária feita a Sarney, do Convento das Mercês que, diga-se, eraq prédio tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional antes da doação ter acontecido. Por outro lado, e apesar das décadas do governo do estado ter sido da Família, Maranhão apresenta um elevados índices de pobreza em relação ao restante do país. Enquanto os governantes enriqueciam a população empobrecia, com o quadro social agravado ainda pelo trabalho escravo existente no interior do Estado.
A lembrar que Sarney é senador não pelo Maranhão, mas sim pelo Amapá, onde, aliás, em 2006, o ex-presidente atuou intensamente no campo da censura à imprensa, para poder ser reeleito. Infelizmente, Sarney, assim como tantos outros, apenas se serviu da vida pública em proveito próprio, esquecendo-se de trabalhar em benefício do povo do seu estado.
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Siderúrgica sai. Sem Tasso
O presidente Lula decidiu atender o clamor cearense pela siderúrgica do Estado, em parceria com um grupo coreano, e deseja anunciar sua decisão durante visita ao Ceará. Só impõe uma condição: não ter ao seu lado, no palanque, o presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati, embora há dias o tenha recebido em audiência. O motivo: arapongas do governo levaram ao presidente a suspeita de que Jereissati seria sócio da siderúrgica.
COMENTANDO A NOTÍCIA: É de se perguntar: até quando o PSDB vai manter na presidência a ridícula figura do senhor Tasso Jereissatti ? Não é à toa que o governo Lula navega tranqüilo e sereno, sem uma oposição digna do nome.
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A palavra é... Xongas
Sérgio Rodrigues, NoMínimo
Veja online
Novas gravações feitas com autorização da Justiça e divulgadas nesta sexta-feira revelam que o ministro Paulo Medina, afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), pode estar envolvido em outros casos de venda de sentenças. As negociações de decisões judiciais descobertas nesta sexta, ao contrário das investigadas anteriormente, não teriam favorecido apenas a máfia dos jogos ilegais. Segundo informou reportagem do Jornal Hoje, da Rede Globo, o ministro e seu irmão, o advogado Virgílio Medina, que depõe na tarde desta sexta à Justiça no Rio, teriam negociado outros tipos de sentenças.
Em um dos casos, eles teriam ajudado um grande banco, que respondia a uma ação no STJ. Segundo a polícia, antes do julgamento, o ministro Medina se reunia com o irmão e os advogados da instituição financeira. Virgílio teria, inclusive, ido pessoalmente a Brasília para tratar do caso. Em uma conversa gravada, ele combina a viagem com o advogado que defendia o banco. No julgamento, o ministro Paulo Medina decidiu em favor do banco.
As conversas gravadas também mostram que o desembargador Carreira Alvim, um dos presos na Operação Hurricane (furacão em inglês) da Polícia Federal (PF), desconfiava que estava sendo investigado. Acusado de vender decisões judiciais, ele passou a usar um novo telefone. Numa das escutas, Carreira Alvim aparece conversando com outra pessoa enquanto espera uma ligação. Na gravação, o desembargador comenta que não acredita que será surpreendido. "Me pegar por corrupção, eles não vão me pegar nunca", diz. De acordo com a PF, todo o esquema da máfia dos caça-níqueis passava pelo Judiciário, conforme outra conversa entre integrantes da organização criminosa.
Desde que a PF deflagrou a Operação Hurricane (furacão em inglês) há duas semanas, o ministro Medina nega envolvimento com a máfia dos caça-níqueis e com a venda de sentenças. Ele afirma que teve o nome utilizado indevidamente por integrantes do esquema de exploração do jogo ilegal.
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Estado rico
O governador nepotista do Maranhão, Jackson Lago (PDT), revelou que os senadores Roseana e José Sarney faturam R$ 60 mil em aposentadorias.
No ENQUANTO ISSO informamos aqui que o STF referendou uma doação milionária feita a Sarney, do Convento das Mercês que, diga-se, eraq prédio tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional antes da doação ter acontecido. Por outro lado, e apesar das décadas do governo do estado ter sido da Família, Maranhão apresenta um elevados índices de pobreza em relação ao restante do país. Enquanto os governantes enriqueciam a população empobrecia, com o quadro social agravado ainda pelo trabalho escravo existente no interior do Estado.
A lembrar que Sarney é senador não pelo Maranhão, mas sim pelo Amapá, onde, aliás, em 2006, o ex-presidente atuou intensamente no campo da censura à imprensa, para poder ser reeleito. Infelizmente, Sarney, assim como tantos outros, apenas se serviu da vida pública em proveito próprio, esquecendo-se de trabalhar em benefício do povo do seu estado.
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Siderúrgica sai. Sem Tasso
O presidente Lula decidiu atender o clamor cearense pela siderúrgica do Estado, em parceria com um grupo coreano, e deseja anunciar sua decisão durante visita ao Ceará. Só impõe uma condição: não ter ao seu lado, no palanque, o presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati, embora há dias o tenha recebido em audiência. O motivo: arapongas do governo levaram ao presidente a suspeita de que Jereissati seria sócio da siderúrgica.
COMENTANDO A NOTÍCIA: É de se perguntar: até quando o PSDB vai manter na presidência a ridícula figura do senhor Tasso Jereissatti ? Não é à toa que o governo Lula navega tranqüilo e sereno, sem uma oposição digna do nome.
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A palavra é... Xongas
Sérgio Rodrigues, NoMínimo
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O leitor Alexandre Teles tem uma consulta oportuna:
O leitor Alexandre Teles tem uma consulta oportuna:
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Caríssimo, gostaria de saber qual o significado da palavra xongas, qual a sua semântica e se é usada na atualidade.
Caríssimo, gostaria de saber qual o significado da palavra xongas, qual a sua semântica e se é usada na atualidade.
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Bom, o significado é fácil: o termo de gíria “xongas” é uma das mais expressivas palavras de que nossa língua dispõe para expressar a idéia de nada, coisa nenhuma, necas, necas de piribiribas, neres, patavina, picas. Sim, é uma palavra ainda em uso, embora seja antiguinha. Até pouco tempo atrás, batizava uma coluna na revista “Época”, assinada pelo publicitário Ricardo Freire. Eu mesmo gosto de mandar um “xongas” de vez em quando. A origem do termo está envolta em mistério, o que leva os etimologistas a apostar que se trata de palavra “expressiva”, aquela em que o som vem antes do sentido.
Bom, o significado é fácil: o termo de gíria “xongas” é uma das mais expressivas palavras de que nossa língua dispõe para expressar a idéia de nada, coisa nenhuma, necas, necas de piribiribas, neres, patavina, picas. Sim, é uma palavra ainda em uso, embora seja antiguinha. Até pouco tempo atrás, batizava uma coluna na revista “Época”, assinada pelo publicitário Ricardo Freire. Eu mesmo gosto de mandar um “xongas” de vez em quando. A origem do termo está envolta em mistério, o que leva os etimologistas a apostar que se trata de palavra “expressiva”, aquela em que o som vem antes do sentido.
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Seja como for, xongas é exatamente o que o colunista espera fazer até o dia 21 de maio, quando volta de duas semanas de férias. Até lá.
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Ladrão de celular cai em armadilha feita com cerveja
Do G1, com informações da Reuters
Um ladrão de celulares foi capturado na Alemanha depois de cair numa armadilha armada pela polícia. A isca usada para atrair o sujeito foi um engradado de cerveja grátis.
Seja como for, xongas é exatamente o que o colunista espera fazer até o dia 21 de maio, quando volta de duas semanas de férias. Até lá.
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Ladrão de celular cai em armadilha feita com cerveja
Do G1, com informações da Reuters
Um ladrão de celulares foi capturado na Alemanha depois de cair numa armadilha armada pela polícia. A isca usada para atrair o sujeito foi um engradado de cerveja grátis.
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Um policial da cidade de Neustrelitz, onde mora o criminoso, ligou para o número do celular roubado. Quando o rapaz atendeu, o policial se passou por organizador de uma promoção que premiava o "felizardo" com uma caixa de cerveja. O rapaz acreditou e deu seu endereço completo para receber o prêmio. "O policial perguntou onde ele morava e o cara falou. Acho que já estava bêbado", declarou o porta-voz do departamento de polícia de Neustrelitz.
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Operação da PF desmonta cartel no Nordeste
Cláudio Humberto
A Polícia Federal desencadeou hoje a Operação 274 na Paraíba e em Pernambuco para desmontar uma quadrilha acusada de cartel em postos de combustíveis. O grupo é acusado de agir em João Pessoa, na Paraíba, coagindo empresários a praticarem os preços estipulados pelos integrantes da quadrilha. Donos de postos que não aderissem ao alinhamento de preços, sofriam concorrência predatória, até aceitarem fazer parte do esquema ou passar o negócio para o grupo. Quinze suspeitos foram presos, e um deles, que se encontra em Porto Seguro (BA), deve se entregar nas próximas horas, segundo informou seu advogado. A PF constatou que vários membros da Associação dos Proprietários de Postos de Combustíveis dos Estado da Paraíba (Aspetro) lideravam as pressões sobre os proprietários dos postos. O Presidente e o vice-presidente, o conselheiro fiscal e um diretor da Aspetro são acusados de envolvimento, além de sócios e diretores da empresa Elo e o vice-presidente do grupo Tavares de Mello. Neste momento, os quinze presos encontram-se na Superintendência da Polícia Federal em João Pessoa, onde prestam depoimentos. O nome da operação faz referência ao preço do combustível praticado pelo cartel.
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Um policial da cidade de Neustrelitz, onde mora o criminoso, ligou para o número do celular roubado. Quando o rapaz atendeu, o policial se passou por organizador de uma promoção que premiava o "felizardo" com uma caixa de cerveja. O rapaz acreditou e deu seu endereço completo para receber o prêmio. "O policial perguntou onde ele morava e o cara falou. Acho que já estava bêbado", declarou o porta-voz do departamento de polícia de Neustrelitz.
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Operação da PF desmonta cartel no Nordeste
Cláudio Humberto
A Polícia Federal desencadeou hoje a Operação 274 na Paraíba e em Pernambuco para desmontar uma quadrilha acusada de cartel em postos de combustíveis. O grupo é acusado de agir em João Pessoa, na Paraíba, coagindo empresários a praticarem os preços estipulados pelos integrantes da quadrilha. Donos de postos que não aderissem ao alinhamento de preços, sofriam concorrência predatória, até aceitarem fazer parte do esquema ou passar o negócio para o grupo. Quinze suspeitos foram presos, e um deles, que se encontra em Porto Seguro (BA), deve se entregar nas próximas horas, segundo informou seu advogado. A PF constatou que vários membros da Associação dos Proprietários de Postos de Combustíveis dos Estado da Paraíba (Aspetro) lideravam as pressões sobre os proprietários dos postos. O Presidente e o vice-presidente, o conselheiro fiscal e um diretor da Aspetro são acusados de envolvimento, além de sócios e diretores da empresa Elo e o vice-presidente do grupo Tavares de Mello. Neste momento, os quinze presos encontram-se na Superintendência da Polícia Federal em João Pessoa, onde prestam depoimentos. O nome da operação faz referência ao preço do combustível praticado pelo cartel.
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