Rússia suspende importação de carne de 11 frigoríficos brasileiros
Invertia
O governo russo suspendeu as importações de carne bovina de 11 frigoríficos brasileiros. O país é o maior comprador do produto brasileiro e o governo diz não saber os motivos da decisão. A restrição já vigorava para quatro frigoríficos de aves e um bovino.
A informação é da rádio Jovem Pan. Com a nova lista, sobe para 15 o número de estabelecimentos brasileiros vetados pela Rússa.
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Indústria tem boa expectativa para geração de empregos, diz CNI
De acordo com um boletim divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a indústria tem uma perspectiva de aumento na geração de empregados e de intensificação do setor produtivo. O otimismo se deve à expansão do mercado interno.
Invertia
O governo russo suspendeu as importações de carne bovina de 11 frigoríficos brasileiros. O país é o maior comprador do produto brasileiro e o governo diz não saber os motivos da decisão. A restrição já vigorava para quatro frigoríficos de aves e um bovino.
A informação é da rádio Jovem Pan. Com a nova lista, sobe para 15 o número de estabelecimentos brasileiros vetados pela Rússa.
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Indústria tem boa expectativa para geração de empregos, diz CNI
De acordo com um boletim divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a indústria tem uma perspectiva de aumento na geração de empregados e de intensificação do setor produtivo. O otimismo se deve à expansão do mercado interno.
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Não havia expectativa de aumento de empregados por parte dos empresários desde o início de 2005. O índice deste otimismo é de 52,4 pontos, contra 50 do trimestre anterior e 49,9 pontos neste mesmo mês em 2006. Em relação às empresas pequenas, o indicador ficou em 51,9 pontos, 53 para as médias e 52,3 pontos para as grandes. Quanto à demanda, a expectativa atingiu 60,6 pontos, sem dados de comparação porque é a primeira vez que a CNI analisa.
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Oposição indica nomes para CPI do Apagão
A oposição indicou nesta quarta-feira o nome dos deputados que irão lhe representar na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Apagão Aéreo. Das cadeiras da comissão, 16 pertencem a partidos da base governista, assim como a presidência e a relatoria.
Não havia expectativa de aumento de empregados por parte dos empresários desde o início de 2005. O índice deste otimismo é de 52,4 pontos, contra 50 do trimestre anterior e 49,9 pontos neste mesmo mês em 2006. Em relação às empresas pequenas, o indicador ficou em 51,9 pontos, 53 para as médias e 52,3 pontos para as grandes. Quanto à demanda, a expectativa atingiu 60,6 pontos, sem dados de comparação porque é a primeira vez que a CNI analisa.
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Oposição indica nomes para CPI do Apagão
A oposição indicou nesta quarta-feira o nome dos deputados que irão lhe representar na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Apagão Aéreo. Das cadeiras da comissão, 16 pertencem a partidos da base governista, assim como a presidência e a relatoria.
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O PSDB definiu os deputados Gustavo Fruet (PR), Vanderlei Macris (SP) e Zenaldo Coutinho (PA) como titulares, e Carlos Sampaio (SP), Otávio Leite (SP) e Rodrigo de Castro (MG) como suplentes. Solange Amaral (RJ), Vic Pires Franco (PA) e Vitor Penido (MG) serão os representantes do Democratas, com Davi Alcolumbre (AP), Efraim Filho (PB) e Silvinho Peccioli (SP) definidos para substituí-los. Já a única vaga do PPS será ocupada por Geraldo Thadeu (MG), com Arnaldo Jardim (SP) indicado para suplência.
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De acordo com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), a CPI deve ser instalada nesta quinta-feira.
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Em causa própria
Lauro Jardim, Radar, Veja online
O senador Romero Jucá pediu ao ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, seu companheiro de partido, um lugarzinho no ministério para acomodar um aliado. Mais especificamente uma aliada - Teresa Jucá, aliás, sua mulher. Geddel disse "não". Uma típica indicação republicana estilo PMDB.
COMENTANDO A NOTICIA: E ainda tem gente que diz que o crime não compensa ! Não no caso do Jucá. Este salafrário já era para ter sido expulso da vida pública, e devia estar atrás das grades. Mas, não, ei-lo bancando pose e rindo da cara dos otários, que acreditam que no Brasil haja espaço para honestidade.
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11% dos brasileiros têm mais de uma crença
Veja online
Uma pesquisa realizada em conjunto pelas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e de Juiz de Fora (UFJF) divulgada nesta sexta-feira revela que cerca de 11% dos brasileiros têm mais de uma crença religiosa. Segundo o estudo, feito entre novembro de 2005 e abril de 2006, 83% da população consideram a religião algo "muito importante", e apenas 6% são indiferentes a qualquer tipo de credo. A pesquisa ouviu 3.007 pessoas em todo o país.
Para o diretor da Faculdade de Filosofia e Ciência da Religião da Universidade Metodista, Antonio Carlos de Melo Magalhães, citado em reportagem do portal Estadão, o sincretismo e a multiplicidade de religiões brasileiras são um fenômeno específico do país. Para ele, "foram construídas religiosidades muito próprias", o que justifica em parte a duplicidade observada na pesquisa. Ele acredita que esse percentual seja ainda maior. "Somos promíscuos na religião", disse.
Outro dado relevante levantado pelas universidades diz respeito à participação do brasileiro em cultos ou missas. Segundo o estudo, 55% dos entrevistados afirmaram freqüentar algum tipo de serviço religioso pelo menos uma vez por mês.
A pesquisa confirmou ainda dados revelados em outros levantamentos, de que o catolicismo perdeu fiéis no Brasil para igrejas evangélicas nos últimos anos. Entre os entrevistados, 68% se declararam católicos, percentual que em 1991 era de 83,8% e em 2000, de 73,8%, segundo o IBGE. Os evangélicos eram 9% da população em 1991, passaram para 15,4% em 2000 e na pesquisa da Unifesp/UFJF são 24%, incluindo 2% que se declararam protestantes. Dois por cento dos consultados afirmaram ser espíritas, enquanto 1% disseram seguir a umbanda, o candomblé e outras.
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Camelos participam de concurso de beleza na Arábia Saudita
Reuters
Religião islâmica não permite concurso de mulheres.

Na última semana de abril, a tribo Qahtani, no oeste da Arábia Saudita, organizou um concurso para eleger os mais belos camelos e "camelas" da região, a 120 quilômetros da capital, Riad.
Os competidores tinham belos olhos, pernas longas e muitas curvas, mas as semelhanças com as misses humanas paravam por aí. Em vez de julgar busto, cintura e quadril, os juízes tinham que observar a forma do focinho, o tamanho do pescoço, a firmeza das orelhas, o brilho do pêlo e a inclinação das corcovas.
Os camelos concorriam em quatro categorias diferentes, conforme a raça. As fêmeas vestiam um cinto de castidade para evitar saliências dos machos mais desinibidos. Os organizadores investiram US$ 2,7 milhões (R$ 5,5 milhões). Os donos dos melhores animais concorriam a 72 automóveis.
"Os beduínos árabes estão historicamente ligados aos camelos, e querem manter essa tradição. A importância da competição é ajudar a preservar a pureza das raças", disse Sheikh Omair, um dos líderes da tribo. "Temos mais de 250 proprietários participando com mais de 1.500 camelos", completou, debaixo de uma gigantesca tenda onde seria realizada a premiação final.
No decorrer dos séculos, o camelo serviu de alimento, transporte e máquina de guerra para os povos árabes. Foi fundamental para as conquistas no Oriente Médio e norte da África 1.400 anos atrás. Outro motivo para a troca das mulheres pelos camelos na passarela é o fato de a religião oficial do país, o islamismo, proibir a participação de moças em concursos de beleza.
De acordo com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), a CPI deve ser instalada nesta quinta-feira.
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Em causa própria
Lauro Jardim, Radar, Veja online
O senador Romero Jucá pediu ao ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, seu companheiro de partido, um lugarzinho no ministério para acomodar um aliado. Mais especificamente uma aliada - Teresa Jucá, aliás, sua mulher. Geddel disse "não". Uma típica indicação republicana estilo PMDB.
COMENTANDO A NOTICIA: E ainda tem gente que diz que o crime não compensa ! Não no caso do Jucá. Este salafrário já era para ter sido expulso da vida pública, e devia estar atrás das grades. Mas, não, ei-lo bancando pose e rindo da cara dos otários, que acreditam que no Brasil haja espaço para honestidade.
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11% dos brasileiros têm mais de uma crença
Veja online
Uma pesquisa realizada em conjunto pelas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e de Juiz de Fora (UFJF) divulgada nesta sexta-feira revela que cerca de 11% dos brasileiros têm mais de uma crença religiosa. Segundo o estudo, feito entre novembro de 2005 e abril de 2006, 83% da população consideram a religião algo "muito importante", e apenas 6% são indiferentes a qualquer tipo de credo. A pesquisa ouviu 3.007 pessoas em todo o país.
Para o diretor da Faculdade de Filosofia e Ciência da Religião da Universidade Metodista, Antonio Carlos de Melo Magalhães, citado em reportagem do portal Estadão, o sincretismo e a multiplicidade de religiões brasileiras são um fenômeno específico do país. Para ele, "foram construídas religiosidades muito próprias", o que justifica em parte a duplicidade observada na pesquisa. Ele acredita que esse percentual seja ainda maior. "Somos promíscuos na religião", disse.
Outro dado relevante levantado pelas universidades diz respeito à participação do brasileiro em cultos ou missas. Segundo o estudo, 55% dos entrevistados afirmaram freqüentar algum tipo de serviço religioso pelo menos uma vez por mês.
A pesquisa confirmou ainda dados revelados em outros levantamentos, de que o catolicismo perdeu fiéis no Brasil para igrejas evangélicas nos últimos anos. Entre os entrevistados, 68% se declararam católicos, percentual que em 1991 era de 83,8% e em 2000, de 73,8%, segundo o IBGE. Os evangélicos eram 9% da população em 1991, passaram para 15,4% em 2000 e na pesquisa da Unifesp/UFJF são 24%, incluindo 2% que se declararam protestantes. Dois por cento dos consultados afirmaram ser espíritas, enquanto 1% disseram seguir a umbanda, o candomblé e outras.
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Camelos participam de concurso de beleza na Arábia Saudita
Reuters
Religião islâmica não permite concurso de mulheres.

Na última semana de abril, a tribo Qahtani, no oeste da Arábia Saudita, organizou um concurso para eleger os mais belos camelos e "camelas" da região, a 120 quilômetros da capital, Riad.
Os competidores tinham belos olhos, pernas longas e muitas curvas, mas as semelhanças com as misses humanas paravam por aí. Em vez de julgar busto, cintura e quadril, os juízes tinham que observar a forma do focinho, o tamanho do pescoço, a firmeza das orelhas, o brilho do pêlo e a inclinação das corcovas.
Os camelos concorriam em quatro categorias diferentes, conforme a raça. As fêmeas vestiam um cinto de castidade para evitar saliências dos machos mais desinibidos. Os organizadores investiram US$ 2,7 milhões (R$ 5,5 milhões). Os donos dos melhores animais concorriam a 72 automóveis.
"Os beduínos árabes estão historicamente ligados aos camelos, e querem manter essa tradição. A importância da competição é ajudar a preservar a pureza das raças", disse Sheikh Omair, um dos líderes da tribo. "Temos mais de 250 proprietários participando com mais de 1.500 camelos", completou, debaixo de uma gigantesca tenda onde seria realizada a premiação final.
No decorrer dos séculos, o camelo serviu de alimento, transporte e máquina de guerra para os povos árabes. Foi fundamental para as conquistas no Oriente Médio e norte da África 1.400 anos atrás. Outro motivo para a troca das mulheres pelos camelos na passarela é o fato de a religião oficial do país, o islamismo, proibir a participação de moças em concursos de beleza.