Alexandro Martello Do G1
Além de entrar no pacote de desonerações dos setores afetados com a queda do dólar, mesmo sem estarem passando por grandes problemas, os setores de eletroeletrônicos e de automóveis também deverão ter novos benefícios.
Segundo informou nesta terça-feira (12) o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, o governo federal anunciará outras medidas para estimular os investimentos nestes setores nos "próximos dias". Jorge não antecipou, porém, quais medidas poderiam ser anunciadas.
Investimento em produção
"Não se trata de ajudar empresas. O setor automobilístico está chegando perto da sua capacidade máxima de produção. Tem que fazer grandes investimentos. Tem que trazer equipamento, fazer desenhos, peças e depois começar a produzir. Se não não fica pronto", disse Miguel Jorge.
No caso do setor de eletroeletrônicos, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, explicou que os investimentos são necessários para estruturar a TV digital, além de possibilitar recursos para pesquisa do celular de terceira geração e da banda larga Wimax.
"Os serviços têm de evoluir. Portanto, será necessário investir. Queremos aumentar a oferta de equipamentos no país. Queremos que as grandes empresas continuem no Brasil e queremos atrair novos investidores", disse Coutinho.
Benefícios anunciados
Nesta terça-feira, o governo informou que os setores de eletroeletrônicos e de automóveis, assim como os setores afetados com a queda do dólar (móveis, calçados, têxtil e confecções), poderão apropriar, de imediato, tributos pagos na compra de máquinas e equipamentos. Antes, esses créditos tributários poderiam ser aproveitados no decorrer de dois anos.
As empresas destes setores também poderão ser consideradas "plataformas exportadoras" com o piso de 60%, e não de 80% de sua produção como no restante da economia. Com isso, exportando mais do que 60% da produção terão isenção de PIS e Cofins na compra de insumos e de máquinas e equipamentos. Essa medida também foi anunciada pelo governo nesta terça-feira.
Além de entrar no pacote de desonerações dos setores afetados com a queda do dólar, mesmo sem estarem passando por grandes problemas, os setores de eletroeletrônicos e de automóveis também deverão ter novos benefícios.
Segundo informou nesta terça-feira (12) o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, o governo federal anunciará outras medidas para estimular os investimentos nestes setores nos "próximos dias". Jorge não antecipou, porém, quais medidas poderiam ser anunciadas.
Investimento em produção
"Não se trata de ajudar empresas. O setor automobilístico está chegando perto da sua capacidade máxima de produção. Tem que fazer grandes investimentos. Tem que trazer equipamento, fazer desenhos, peças e depois começar a produzir. Se não não fica pronto", disse Miguel Jorge.
No caso do setor de eletroeletrônicos, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, explicou que os investimentos são necessários para estruturar a TV digital, além de possibilitar recursos para pesquisa do celular de terceira geração e da banda larga Wimax.
"Os serviços têm de evoluir. Portanto, será necessário investir. Queremos aumentar a oferta de equipamentos no país. Queremos que as grandes empresas continuem no Brasil e queremos atrair novos investidores", disse Coutinho.
Benefícios anunciados
Nesta terça-feira, o governo informou que os setores de eletroeletrônicos e de automóveis, assim como os setores afetados com a queda do dólar (móveis, calçados, têxtil e confecções), poderão apropriar, de imediato, tributos pagos na compra de máquinas e equipamentos. Antes, esses créditos tributários poderiam ser aproveitados no decorrer de dois anos.
As empresas destes setores também poderão ser consideradas "plataformas exportadoras" com o piso de 60%, e não de 80% de sua produção como no restante da economia. Com isso, exportando mais do que 60% da produção terão isenção de PIS e Cofins na compra de insumos e de máquinas e equipamentos. Essa medida também foi anunciada pelo governo nesta terça-feira.