Alexandro Martello Do G1
A desoneração da folha de pagamento para os setores com mão-de-obra intensiva afetados pela queda do dólar não saiu do papel nesta semana. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que prometeu a medida ao empresariado, não deu prazo para seu anúncio na coletiva desta terça-feira (12).
"A cada momento poderemos estar tomando novas medidas para reduzir o custo das empresas. Os estudos, até agora, não foram conclusivos. Não chegamos a um modelo eficaz. Não estamos reduzindo o custo da folha, mas estamos estimulando os investimentos, o que é semelhante", disse Mantega a jornalistas.
Segundo o ministro da Fazenda, o governo "vê com bons olhos" a desoneração da folha de pagamentos para os setores afetados pela queda do dólar, mas disse que o governo está esperando o "melhor momento" para fazê-lo.
Custos da desoneração
Mantega explicou a dificuldade envolvida na desoneração da folha. Segundo ele, cada 1 ponto percentual de redução na contribuição patronal do INSS, por exemplo, custaria anualmente R$ 3,5 bilhões para o Tesouro Nacional.
"A queda de 1 ponto percentual na contribuição patronal seria pouco para a empresa. Para se ter um efeito prático, teríamos de reduzir 5 pontos percentuais, mas aí o custo seria superior a R$ 17 bilhões por ano. Enquanto a gente não consegue, vamos fechando estas medidas [outras já anunciadas nesta terça]", disse ele.
A desoneração da folha de pagamento para os setores com mão-de-obra intensiva afetados pela queda do dólar não saiu do papel nesta semana. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que prometeu a medida ao empresariado, não deu prazo para seu anúncio na coletiva desta terça-feira (12).
"A cada momento poderemos estar tomando novas medidas para reduzir o custo das empresas. Os estudos, até agora, não foram conclusivos. Não chegamos a um modelo eficaz. Não estamos reduzindo o custo da folha, mas estamos estimulando os investimentos, o que é semelhante", disse Mantega a jornalistas.
Segundo o ministro da Fazenda, o governo "vê com bons olhos" a desoneração da folha de pagamentos para os setores afetados pela queda do dólar, mas disse que o governo está esperando o "melhor momento" para fazê-lo.
Custos da desoneração
Mantega explicou a dificuldade envolvida na desoneração da folha. Segundo ele, cada 1 ponto percentual de redução na contribuição patronal do INSS, por exemplo, custaria anualmente R$ 3,5 bilhões para o Tesouro Nacional.
"A queda de 1 ponto percentual na contribuição patronal seria pouco para a empresa. Para se ter um efeito prático, teríamos de reduzir 5 pontos percentuais, mas aí o custo seria superior a R$ 17 bilhões por ano. Enquanto a gente não consegue, vamos fechando estas medidas [outras já anunciadas nesta terça]", disse ele.