Segue notícia extraída no site do Diego Casagrande. Comentamos depois.
Para filósofa Chauí, mídia inventou caos aéreo
Para filósofa Chauí, mídia inventou caos aéreo
Crianças dormindo em chão de aeroporto, descaso do governo, desespero de passageiros e luto de familiares e amigos pelas vítimas de desastres aéreos – para a filósofa Marilena Chauí, tudo isso não passa de invenção da imprensa. Em artigo publicado no site do jornalista Paulo Henrique Amorim, a intelectual de esquerda defende que a mídia quer criar um cenário de "golpe de Estado" quando noticia o caos aéreo brasileiro.
"A grande mídia foi montando, primeiro, um cenário de guerra e, depois, de golpe de Estado", afirma Chauí no texto "A invenção da Crise", que critica a cobertura do acidente com o avião da TAM em São Paulo. Para a filósofa, "é mais um episódio do fato da mídia e certos setores oposicionistas não admitirem a legitimidade da reeleição de Lula".
Ela já havia, em 2006, usado expediente semelhante ao dizer que o "mensalão" foi uma "construção fantasmagórica" dos jornalistas. Agora, Chauí sustenta que a mídia levou a população a ter "cólera e indignação contra o governo Lula". "Esses sentimentos foram aumentados com a foto de Marco Aurélio Garcia e a repetição descontextualizada de frases de Guido Mantega, Marta Suplicy e Lula."
Os atores desta tragicomédia, semana após semana, vão se multiplicando, demonstrando o quanto de picaretagem intelectual é feita a história brasileira. Tivemos Denise Abreu, a do Charutão, o Zuanazzi, o que sabe tudo de turismo menos de aviação, a Marta, a relaxada, Mantega, o que aposta que o progresso traz bagunça, o próprio Lula, misto de Pinóquio com Mister Magôo. Depois, se incluíram no clube dos cafajestes, o Garcia top,top,top e seu espadachim agourento, o tal Gaspar. Chauí sentiu-se distante, pediu licença, Amorim deu o passaporte e ei-la, com todo o seu esplendor imbecil, participando do butim dos deslumbrados e ordinários imbecis do desgoverno e do retrocesso.
Não sei em que país Chauí esteve morando nos últimos dez meses. Por certo em qualquer um menos no Brasil. Porque se aqui estava, e diante desta afirmação absurda, o mínimo que se pode concluir é tratar-se de uma delinqüente moral e intelectual, mais moral do que intelectual. Destilar sua má fé e sua inclinação leviana para ignorar, a qualquer preço, os crimes perpetrados pelos seus companheiros de partido, demonstra tratar-se de uma repulsiva e dementada, maléfica sob quaisquer condições, sem moral e escrúpulo algum. Aliás, Chauí é uma figurinha das mais carimbadas pelo pensamento degradante que insiste em extrair de sua caixa craniana do tempo da pedra lascada qualquer resquício do primitivo tiranossauro. Sua filosofia é a escória podre que as esquerdas vomitaram na vida pública nacional.
Serão precisos quantos ossos queimados e cadáveres amontoados vítimas da crise aérea para ela convencer-se de que a crise existe, que prejudica a todos, independente de classe social e econômica, que já matou nos aeroportos, que ela vitima nos céus e na terra. Só uma perturbada mental, uma destrambelhada indecente pode afirmar que a crise aérea é um produto inventado pela mídia, da mesma forma que este desarranjo psicótico afirmou sobre o mensalão. Gente de tão baixo nível moral, ordinária, desclassificada que é capaz de vender a alma ao demônio para manter seus impostores no poder. Se é que não se trata figura tão repugnante de ser o próprio demo em pessoa.
Sua filosofia de botequim de quinta categoria, não podem ser expressos em pronomes quanto mais em adjetivo, sob pena de ferirem o nosso idioma. Gente desta laia vaga no limbo intelectual dos paranóicos, dos adesistas mistificadores, dos pilantras do favorecimento público em troca do elogio vagabundo e servil.
Incrível é que babacas e idiotas deste quilate ainda tenham seguidores, mas mais impressionante é permitirem que estas bactérias nauseabundas tenham alunos para ensinar. Não é por outra razão que o nível de ensino deste país anda tão abaixo da crítica, não há ensino que se eleve com professores tão esquizofrênicos.
O bom nisto tudo é que aos poucos o próprio Brasil vai descobrindo quem presta e quem não presta neste jogo imundo da nossa política. Raias miúdas e ordinárias como Chauí quando morrem, sequer saudades são capazes de deixar. É um tumor a menos no mundo para apodrecê-lo, que se vai. E por sorte, Chauí ainda deve andar de jegue, ou em jatinhos especiais tão ao gosto dos públicos com os quais se cerca em seu filosofar imbecil.
Bom é perceber que o público de Chauí tende a ser reduzido cada vez mais: afinal, toda a droga tem seu prazo validade também...