Doméstica: defesa diz que acusado é carinhoso
Redação Terra
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Testemunhas de defesa de Rubens Pereira Arruda Bruno, um dos acusados de agredir a doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto, no dia 23 de junho na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, afirmaram que ele é um rapaz carinhoso com os amigos e com sua família, incluindo uma tia, que sofre de oligofrenia (deficiência do desenvolvimento mental).
Todas afirmaram ter ficado surpresas com a notícia, pela imprensa, de seu envolvimento no caso, e disseram que ele nunca reclamou da ausência de bens materiais e que nunca se envolveu em brigas ou confusões anteriormente.
O juiz Jorge Luiz Le Cocq D'Oliveira , da 38ª Vara Criminal do Rio, ouviu cinco testemunhas de defesa de Bruno.
As testemunhas apresentadas pelas defesas dos demais réus, Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, Leonardo Pereira de Andrade e Julio Junqueira Ferreira, serão ouvidas no próximo dia 29, a partir das 13h.
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ENQUANTO ISSO...
Doméstica: jovens dizem que queriam "apenas zoar"
Redação Terra
Um dos cinco jovens acusados de agredir a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho em um ponto de ônibus na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, no mês passado, afirmou em depoimento nessa segunda-feira que a intenção do grupo seria apenas "zoar as putas". A afirmação foi feita pelo primeiro a ser interrogado na tarde de ontem, Felippe de Macedo Nery Neto, e confirmada pelos outros suspeitos.
Todos os cinco presos pela agressão foram ouvidos pelo juiz Marcel Laguna uque Estrada, na 38ª Vara Criminal do Rio. Os interrogatórios duraram quase 4 horas e meia e terminaram por volta das 19h30.
Felippe afirmou que, após pararem em um primeiro ponto de ônibus, onde desceu apenas Rubens Pereira Arruda Júnior, todos prosseguiram e pararam em outro ponto, onde estava Sirlei. Felippe contou que somente ele e Arthur não saíram do carro e que não viu o que os demais fizeram do lado de fora, apenas que retornaram agitados e mandando que saíssem logo de lá.
Em seguida, Rubens confirmou o que o amigo havia dito. O estudante contou que o grupo teria parado em um primeiro ponto de ônibus para isso e que, no segundo ponto em que pararam, estavam três mulheres, entre elas Sirlei. Rubens afirmou que todas pareceram ser prostitutas e que ele e mais três que estavam no carro se dirigiram a elas.
Terceiro a ser ouvido, Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva contou a mesma versão de que todos saíram de carro de uma festa para "zoar putas" e que Rubens teria descido sozinho em um primeiro ponto de ônibus, tendo voltado correndo e dizendo para saírem rapidamente de lá. Rodrigo disse que não viu o que Rubens fez porque o vidro do carro de Felippe era coberto com uma película muito escura e que Rubens teria dito que agrediu fisicamente uma mulher.
Já o comerciante Julio Junqueira Ferreira disse que, na volta de uma festa, resolveram "pegar umas garotas de programa". Segundo ele, no primeiro ponto de ônibus por que passaram, Rubens saiu para falar com algumas, mas voltou logo e nada contou. Júlio disse que não viu o que Rubens fez fora do carro.
Último a ser interrogado, Leonardo Pereira de Andrade disse que todos haviam ingerido bebida alcoólica naquela noite. De acordo com ele, Rubens, Rodrigo, Júlio e Leonardo desceram no ponto em que estava Sirlei, sendo que Rubens foi falar com a doméstica e Júlio com as outras duas mulheres. Para Leonardo, todas eram prostitutas. Ele disse que só viu as duas mulheres correndo enquanto Rubens batia em Sirlei.
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*** COMENTANDO A NOTÍCIA: Pois é, apesar de “apenas” quererem “zoar” e, muito embora sejam assim tão “carinhosos”, o fato é que a garotada agrediu uma pessoa indefesa com ares de barbárie e selvageria. Pelo estado em que a vítima ficou após a sessão de “carinhos” dos rapazes, não dá para aceitar que estes animais convivam com seres humanos por um bom período. Aqui, não é possível relevar o passado destes monstros: devem cumprir pena como bandidos comuns que é como se comportaram e como devem ser tratados. Ser condescendente com os moleques é chutar a lei e a justiça e cuspir em cima do respeito que deve regular as relações sociais. Que aprendam a ser mais “carinhosos” na prisão...
Testemunhas de defesa de Rubens Pereira Arruda Bruno, um dos acusados de agredir a doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto, no dia 23 de junho na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, afirmaram que ele é um rapaz carinhoso com os amigos e com sua família, incluindo uma tia, que sofre de oligofrenia (deficiência do desenvolvimento mental).
Todas afirmaram ter ficado surpresas com a notícia, pela imprensa, de seu envolvimento no caso, e disseram que ele nunca reclamou da ausência de bens materiais e que nunca se envolveu em brigas ou confusões anteriormente.
O juiz Jorge Luiz Le Cocq D'Oliveira , da 38ª Vara Criminal do Rio, ouviu cinco testemunhas de defesa de Bruno.
As testemunhas apresentadas pelas defesas dos demais réus, Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, Leonardo Pereira de Andrade e Julio Junqueira Ferreira, serão ouvidas no próximo dia 29, a partir das 13h.
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ENQUANTO ISSO...
Doméstica: jovens dizem que queriam "apenas zoar"
Redação Terra
Um dos cinco jovens acusados de agredir a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho em um ponto de ônibus na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, no mês passado, afirmou em depoimento nessa segunda-feira que a intenção do grupo seria apenas "zoar as putas". A afirmação foi feita pelo primeiro a ser interrogado na tarde de ontem, Felippe de Macedo Nery Neto, e confirmada pelos outros suspeitos.
Todos os cinco presos pela agressão foram ouvidos pelo juiz Marcel Laguna uque Estrada, na 38ª Vara Criminal do Rio. Os interrogatórios duraram quase 4 horas e meia e terminaram por volta das 19h30.
Felippe afirmou que, após pararem em um primeiro ponto de ônibus, onde desceu apenas Rubens Pereira Arruda Júnior, todos prosseguiram e pararam em outro ponto, onde estava Sirlei. Felippe contou que somente ele e Arthur não saíram do carro e que não viu o que os demais fizeram do lado de fora, apenas que retornaram agitados e mandando que saíssem logo de lá.
Em seguida, Rubens confirmou o que o amigo havia dito. O estudante contou que o grupo teria parado em um primeiro ponto de ônibus para isso e que, no segundo ponto em que pararam, estavam três mulheres, entre elas Sirlei. Rubens afirmou que todas pareceram ser prostitutas e que ele e mais três que estavam no carro se dirigiram a elas.
Terceiro a ser ouvido, Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva contou a mesma versão de que todos saíram de carro de uma festa para "zoar putas" e que Rubens teria descido sozinho em um primeiro ponto de ônibus, tendo voltado correndo e dizendo para saírem rapidamente de lá. Rodrigo disse que não viu o que Rubens fez porque o vidro do carro de Felippe era coberto com uma película muito escura e que Rubens teria dito que agrediu fisicamente uma mulher.
Já o comerciante Julio Junqueira Ferreira disse que, na volta de uma festa, resolveram "pegar umas garotas de programa". Segundo ele, no primeiro ponto de ônibus por que passaram, Rubens saiu para falar com algumas, mas voltou logo e nada contou. Júlio disse que não viu o que Rubens fez fora do carro.
Último a ser interrogado, Leonardo Pereira de Andrade disse que todos haviam ingerido bebida alcoólica naquela noite. De acordo com ele, Rubens, Rodrigo, Júlio e Leonardo desceram no ponto em que estava Sirlei, sendo que Rubens foi falar com a doméstica e Júlio com as outras duas mulheres. Para Leonardo, todas eram prostitutas. Ele disse que só viu as duas mulheres correndo enquanto Rubens batia em Sirlei.
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*** COMENTANDO A NOTÍCIA: Pois é, apesar de “apenas” quererem “zoar” e, muito embora sejam assim tão “carinhosos”, o fato é que a garotada agrediu uma pessoa indefesa com ares de barbárie e selvageria. Pelo estado em que a vítima ficou após a sessão de “carinhos” dos rapazes, não dá para aceitar que estes animais convivam com seres humanos por um bom período. Aqui, não é possível relevar o passado destes monstros: devem cumprir pena como bandidos comuns que é como se comportaram e como devem ser tratados. Ser condescendente com os moleques é chutar a lei e a justiça e cuspir em cima do respeito que deve regular as relações sociais. Que aprendam a ser mais “carinhosos” na prisão...