Fernando Exman, Jornal do Brasil
Preocupado com o potencial estrago que o início do julgamento do mensalão pode causar na imagem do PT e do governo, deputados e senadores governistas ensaiam discurso para neutralizar os ataques da oposição no Congresso. Parlamentares petistas já sabem o argumento a usar. Dizem que o Legislativo não pode interferir no trabalho do Judiciário.
Para a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC), as recentes ações do Ministério Público Federal de improbidade administrativa contra os supostos 40 envolvidos no esquema evidenciam as tentativas de influenciar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Rumores de que os juízes tiveram seus telefones grampeados também contribuíram para aumentar a tensão.
- Acho que se deve ter respeito para não pressionar o Supremo. Há que se monitorar os movimentos que tenham como objetivo pressionar o Supremo - declara a líder do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado - Eu espero que o Supremo não se deixe pressionar.
A senadora faz questão de ressaltar que o STF começa a decidir hoje se acata ou não a denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. E diz que, assim como não obteve sucesso na eleição presidencial do ano passado, a oposição fracassará de novo se voltar a atacar o governo citando o esquema do mensalão.
- Se o Supremo acatar a denúncia, vai ter foguetório (da oposição). Mas, falação, discursos e agressividade não são novidades - complementa Ideli.
A preocupação dos governistas não é à toa. Os partidos de oposição estudam atacar o governo e o PT nos plenários da Câmara e do Senado. Consideram também a hipótese de aproveitar o tempo que têm na televisão e no rádio para veicular propaganda relembrando o escândalo.
Preocupado com o potencial estrago que o início do julgamento do mensalão pode causar na imagem do PT e do governo, deputados e senadores governistas ensaiam discurso para neutralizar os ataques da oposição no Congresso. Parlamentares petistas já sabem o argumento a usar. Dizem que o Legislativo não pode interferir no trabalho do Judiciário.
Para a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC), as recentes ações do Ministério Público Federal de improbidade administrativa contra os supostos 40 envolvidos no esquema evidenciam as tentativas de influenciar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Rumores de que os juízes tiveram seus telefones grampeados também contribuíram para aumentar a tensão.
- Acho que se deve ter respeito para não pressionar o Supremo. Há que se monitorar os movimentos que tenham como objetivo pressionar o Supremo - declara a líder do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado - Eu espero que o Supremo não se deixe pressionar.
A senadora faz questão de ressaltar que o STF começa a decidir hoje se acata ou não a denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. E diz que, assim como não obteve sucesso na eleição presidencial do ano passado, a oposição fracassará de novo se voltar a atacar o governo citando o esquema do mensalão.
- Se o Supremo acatar a denúncia, vai ter foguetório (da oposição). Mas, falação, discursos e agressividade não são novidades - complementa Ideli.
A preocupação dos governistas não é à toa. Os partidos de oposição estudam atacar o governo e o PT nos plenários da Câmara e do Senado. Consideram também a hipótese de aproveitar o tempo que têm na televisão e no rádio para veicular propaganda relembrando o escândalo.