SE ACHAM FRACO, ENTÃO, FAÇAM MELHOR...
Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Desde que foi lançado, aqui e ali lê e se ouve críticas e críticos ao movimento CANSEI, que é um movimento de protesto e de indignação de uma parte da sociedade contrária ao estado de imundície explícita instalado por Lula e sua quadrilha no Estado brasileiro.
Apenas por ser um movimento originada na e pela sociedade, sem apoio cultural e financeiras de entidades públicas, ao contrário da ação predatória, infame e repulsiva empregada pelos xiitas petistas, já lhe empresta seriedade e respeito.
Quando Lula ameaça por seu bloco na rua para defender este estropício em que virou o seu desgoverno, é preciso destacar que este exército de “voluntários” estão defendendo não o governo Lula propriamente dito, mas sim o leitinho que escorre das gordas tetas do Tesouro Nacional, e que sustenta um bando de vagabundos e larápios. Assim, devidamente cooptados e com a renda garantida às custas do restante da população que paga impostos, impostos convertidos em generosas doações cala-boca, é evidente que qualquer barnabé das arábias que tenha o poder de levar consigo a chave do cofre, se torna poderoso, e colocará nas ruas quantos bem entender.
Porém, é preciso destacar que o movimento CANSEI, apesar das restrições que lhe possamos endereçar quanto ao nome, de fato não muito sugestivo, o resto todo representa a parcela da população que antes se indignava mas se mantinha quieta e passiva diante dos atropelos do governo atual sobre suas cabeças. É fácil para Lula arrotar que dá dinheiro para os banqueiros. Com efeito,m eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como agora, sob as luzes de Lula. Mas não se vê banqueiro nas ruas portando cartazes de protestos. Como também não vê a elite econômica que tem bastante beneficiada e agraciada pela Bolsa-BNDES. Ou seja, a elite econômica, que explora este país há mais de quinhentos e tantos anos, continua sendo elite, continua sendo privilegiada, continua exploradora às custas da miséria do povo trabalhador em regime de semi-escravidão. Nisto, o governo Lula, há de se reconhecer, tem sido insuperável: nunca a elite econômica foi tão bem tratada. Mas não são eles que cansaram, até pelo contrário, por eles, que tudo continue como está.
Quem sustenta o país ? Quem sustenta o paraíso das elites econômica e política, que formam o contingente indigente de gigolôs da nação ? A classe média. É ela que padece nos aeroportos, é ela quem cobra infraestrutura decente, é ela quem reclama das pocilgas que o Estado entrega para prestar o mais indigno dos serviços públicos. É ela que não tem defesas, n~~ao tem nenhuma bolsa vagabunda, não tem nenhuma linha de crédito especial em juros subsidiados. Mas sempre foi a classe que mais se preocupou de fato com o destino do país, com a eficiência de um Estado moderno e útil ao povo deste país, é ela quem se preocupa com o nível de ensino civilizado e decente, é ela quem primeiro se preocupa com as condições de trabalho, com salários decentes. É ela quem movimenta a economia, quem alavanca o progresso tanto intelectual quanto material. Mas é sobretudo sobre ela que recai o peso maior do ressentimento, do ódio, da inveja, do recalque dos petistas, pela simples razão de que sendo o que é e representar a importância que sempre teve para o país, e não apenas o Brasil, mas em todos os países de primeiro mundo, a classe média não coloca de joelhos diante do Estado e seus senhores, não lhe é servil, mas antes, sim, independente, até porque o Estado é quem deve servir à Nação, ele é que está empregado em favor daquela, e o ocupantes dos cargos existentes no Nação são meros servidores da Nação, com mandatos específicos, em prazos fixos e determinados.
Como não andam à reboque do Estado glutão, a classe média age com total independência, coisa a que os fidalgos senhores não nutrem a menor simpatia. Para estes pilantras, todos devem postar-se de joelhos, lambendo as botas destes ordinários que se colocam acima do bem e do mal. O Estado para esta laia é mera extenção de domínios: quem ali habitar, deve render tributos e obediência cega. Não é nenhum exagero dizer-se isto do governo Lula, basta ver por quais razões eles esculhambou com as agências reguladoras. Lula tem horror a qualquer coisa à sua volta que revele independência. Em sua delinqüência mental, em sua boçalidade psicótica, ele entende que estado, governo e partido único são e devem ser uma só instituição. O direito concedido aos súditos é o de não ter direitos sobre coisa alguma. Sempre que ele, ignorante e vigarista, entender necessário tomará qualquer coisa de quem quer que seja para transferir a quem sua boçalidade determinar seja entregue.
Portanto, amigos da liberdade, vamos olhar com mais carinho para movimentos do tipo CANSEI. Eles representam a voz indignada da parte trabalhadora, honesta e independente da sociedade. Não se deixem levar pelo canto canalha de que o movimento é composto pela elite, porque a elite aqui, neste específico caso, é a elite do trabalho, da decência e da honestidade, coisa que petista algum é capaz de entender e concordar. Tanto a elite dos gigolôs quanto o exército de servos comprados à custa do bolsa-esmola estão devidamente assistido pela política da compra de consciências. Os gigolôs se servem ao máximo em benefício próprio: os beneficiados pelo bolsa-esmola, sem eira nem beira, sem futuro e com um presente totalmente comprometido estão manietados pela subserviência que lhes é imposta em nome da sobrevivência, da necessidade de salvarem a própria pele. Estes sim não sabem o que fazem, portanto, estão sem ânimo e sem força para esboçar reação.
Porém, a parte não subserviente, livre pensadora, consciente do significado real do que seja o exercício decente da cidadania, esta tem o sagrado dever de resistir e lutar para livrar a nação dos seus predadores e gigolôs. Se não for possível livrar-se da elite econômica, pelo menos temos o poder de chutar para esgoto de onde saíram, a escória política apodrecida e canalha.
O que não podemos é permanecermos mudos e passivos esperando que os governantes do Planalto criem vergonha na cara, aprendam a respeitar os limites de seu mandato, e contribuam efetivamente para o progresso moral e cultural da nação adormecida. Do que jeito que está, já lhes basta para perpetuarem no gozo dos imorais privilégios com que se cercam. Depende de nós, pensamento livre e não corrompido, independente de condição social ou econômica crescermos na resistência para desinfestar a nação dos vírus nelas instalados a corrompê-la e seviciá-la.
Lula e seus quadrilheiros assaltaram o Estado que não lhes pertencia por ser propriedade do povo, para torná-lo um apêndice de sua ideologia capenga, fedorenta retrógrada. Sendo assim, o movimento CANSEI se ainda for pequeno para enfrentar o dragão deprimente do petê, deverá alimentar outros movimentos criados para os mesmos objetivos e causas. Se é pequeno, insípido, não importa: que outros criem movimentos melhores, mais capazes e melhor estruturados. Mas que não nos deixemos mais sufocar pelo grito estridente das aberrações esquerdopatas: alguém precisa avisa-los que a era da pedra lascada não pode ser ressuscitada. E que o primitivismo de suas ideologias decadentes, a própria história se encarregou de provar sua nulidade. Se 2010 ainda é um ano distante demais para varrer da vida pública brasileira a peste que a consome de forma corrupta, por outro lado, é tempo suficiente para despertar o grande contingente de homens honestos e trabalhadores deste país para não reincidirmos no erro.
Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Desde que foi lançado, aqui e ali lê e se ouve críticas e críticos ao movimento CANSEI, que é um movimento de protesto e de indignação de uma parte da sociedade contrária ao estado de imundície explícita instalado por Lula e sua quadrilha no Estado brasileiro.
Apenas por ser um movimento originada na e pela sociedade, sem apoio cultural e financeiras de entidades públicas, ao contrário da ação predatória, infame e repulsiva empregada pelos xiitas petistas, já lhe empresta seriedade e respeito.
Quando Lula ameaça por seu bloco na rua para defender este estropício em que virou o seu desgoverno, é preciso destacar que este exército de “voluntários” estão defendendo não o governo Lula propriamente dito, mas sim o leitinho que escorre das gordas tetas do Tesouro Nacional, e que sustenta um bando de vagabundos e larápios. Assim, devidamente cooptados e com a renda garantida às custas do restante da população que paga impostos, impostos convertidos em generosas doações cala-boca, é evidente que qualquer barnabé das arábias que tenha o poder de levar consigo a chave do cofre, se torna poderoso, e colocará nas ruas quantos bem entender.
Porém, é preciso destacar que o movimento CANSEI, apesar das restrições que lhe possamos endereçar quanto ao nome, de fato não muito sugestivo, o resto todo representa a parcela da população que antes se indignava mas se mantinha quieta e passiva diante dos atropelos do governo atual sobre suas cabeças. É fácil para Lula arrotar que dá dinheiro para os banqueiros. Com efeito,m eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como agora, sob as luzes de Lula. Mas não se vê banqueiro nas ruas portando cartazes de protestos. Como também não vê a elite econômica que tem bastante beneficiada e agraciada pela Bolsa-BNDES. Ou seja, a elite econômica, que explora este país há mais de quinhentos e tantos anos, continua sendo elite, continua sendo privilegiada, continua exploradora às custas da miséria do povo trabalhador em regime de semi-escravidão. Nisto, o governo Lula, há de se reconhecer, tem sido insuperável: nunca a elite econômica foi tão bem tratada. Mas não são eles que cansaram, até pelo contrário, por eles, que tudo continue como está.
Quem sustenta o país ? Quem sustenta o paraíso das elites econômica e política, que formam o contingente indigente de gigolôs da nação ? A classe média. É ela que padece nos aeroportos, é ela quem cobra infraestrutura decente, é ela quem reclama das pocilgas que o Estado entrega para prestar o mais indigno dos serviços públicos. É ela que não tem defesas, n~~ao tem nenhuma bolsa vagabunda, não tem nenhuma linha de crédito especial em juros subsidiados. Mas sempre foi a classe que mais se preocupou de fato com o destino do país, com a eficiência de um Estado moderno e útil ao povo deste país, é ela quem se preocupa com o nível de ensino civilizado e decente, é ela quem primeiro se preocupa com as condições de trabalho, com salários decentes. É ela quem movimenta a economia, quem alavanca o progresso tanto intelectual quanto material. Mas é sobretudo sobre ela que recai o peso maior do ressentimento, do ódio, da inveja, do recalque dos petistas, pela simples razão de que sendo o que é e representar a importância que sempre teve para o país, e não apenas o Brasil, mas em todos os países de primeiro mundo, a classe média não coloca de joelhos diante do Estado e seus senhores, não lhe é servil, mas antes, sim, independente, até porque o Estado é quem deve servir à Nação, ele é que está empregado em favor daquela, e o ocupantes dos cargos existentes no Nação são meros servidores da Nação, com mandatos específicos, em prazos fixos e determinados.
Como não andam à reboque do Estado glutão, a classe média age com total independência, coisa a que os fidalgos senhores não nutrem a menor simpatia. Para estes pilantras, todos devem postar-se de joelhos, lambendo as botas destes ordinários que se colocam acima do bem e do mal. O Estado para esta laia é mera extenção de domínios: quem ali habitar, deve render tributos e obediência cega. Não é nenhum exagero dizer-se isto do governo Lula, basta ver por quais razões eles esculhambou com as agências reguladoras. Lula tem horror a qualquer coisa à sua volta que revele independência. Em sua delinqüência mental, em sua boçalidade psicótica, ele entende que estado, governo e partido único são e devem ser uma só instituição. O direito concedido aos súditos é o de não ter direitos sobre coisa alguma. Sempre que ele, ignorante e vigarista, entender necessário tomará qualquer coisa de quem quer que seja para transferir a quem sua boçalidade determinar seja entregue.
Portanto, amigos da liberdade, vamos olhar com mais carinho para movimentos do tipo CANSEI. Eles representam a voz indignada da parte trabalhadora, honesta e independente da sociedade. Não se deixem levar pelo canto canalha de que o movimento é composto pela elite, porque a elite aqui, neste específico caso, é a elite do trabalho, da decência e da honestidade, coisa que petista algum é capaz de entender e concordar. Tanto a elite dos gigolôs quanto o exército de servos comprados à custa do bolsa-esmola estão devidamente assistido pela política da compra de consciências. Os gigolôs se servem ao máximo em benefício próprio: os beneficiados pelo bolsa-esmola, sem eira nem beira, sem futuro e com um presente totalmente comprometido estão manietados pela subserviência que lhes é imposta em nome da sobrevivência, da necessidade de salvarem a própria pele. Estes sim não sabem o que fazem, portanto, estão sem ânimo e sem força para esboçar reação.
Porém, a parte não subserviente, livre pensadora, consciente do significado real do que seja o exercício decente da cidadania, esta tem o sagrado dever de resistir e lutar para livrar a nação dos seus predadores e gigolôs. Se não for possível livrar-se da elite econômica, pelo menos temos o poder de chutar para esgoto de onde saíram, a escória política apodrecida e canalha.
O que não podemos é permanecermos mudos e passivos esperando que os governantes do Planalto criem vergonha na cara, aprendam a respeitar os limites de seu mandato, e contribuam efetivamente para o progresso moral e cultural da nação adormecida. Do que jeito que está, já lhes basta para perpetuarem no gozo dos imorais privilégios com que se cercam. Depende de nós, pensamento livre e não corrompido, independente de condição social ou econômica crescermos na resistência para desinfestar a nação dos vírus nelas instalados a corrompê-la e seviciá-la.
Lula e seus quadrilheiros assaltaram o Estado que não lhes pertencia por ser propriedade do povo, para torná-lo um apêndice de sua ideologia capenga, fedorenta retrógrada. Sendo assim, o movimento CANSEI se ainda for pequeno para enfrentar o dragão deprimente do petê, deverá alimentar outros movimentos criados para os mesmos objetivos e causas. Se é pequeno, insípido, não importa: que outros criem movimentos melhores, mais capazes e melhor estruturados. Mas que não nos deixemos mais sufocar pelo grito estridente das aberrações esquerdopatas: alguém precisa avisa-los que a era da pedra lascada não pode ser ressuscitada. E que o primitivismo de suas ideologias decadentes, a própria história se encarregou de provar sua nulidade. Se 2010 ainda é um ano distante demais para varrer da vida pública brasileira a peste que a consome de forma corrupta, por outro lado, é tempo suficiente para despertar o grande contingente de homens honestos e trabalhadores deste país para não reincidirmos no erro.
Aliás, é muito bom e oportuno que se observe um detalhe significativo: Lula, com apenas algumas poucas vaias aqui e ali, e mais estrondosa a do Maracanã está acuado. A leitura que tem feito do se passa à sua volta não pode ser mais delirante por falta de espaço. Seria saudável que as oposições se dessem conta de que a direção dos ventos favoráveis estão começando a mudar seu curso. Esta mudança tem nome, sim senhor: chama-se desencanto. O povo está sentindo que um governo não pode ser feito apenas de propaganda e marketing mentiroso. E de que personalidades públicas precisam fazer mais do que o nada que Lula tem produzido, circunscrito até aqui apenas na galhofa e na mentira. O povo cansou, literalmente, cansou de ser enrolado: ele quer algo muito melhor do que um decadente e ignorante vagabundo guiando o seu destino. Talvez o próprio PAN tenha mostrado de que matéria prima um ídolo pode ser forjado, e isto inclui ser trabalhador e honesto. Pode até parecer um perfil simples demais, mas o fato é que desde janeiro de 2003, não se vê ninguém com este escopo lá pelas bandas do Planalto... O pobre brasileiro, aquele batalhador incansável, simples até nas formas de expressar-se, sabe perfeitamente bem distinguir um honesto e trabalhador, de um vagabundo e mentiroso.