sexta-feira, outubro 12, 2007

Suíça reage à invasão bárbara do esquerdismo

por Aluízio Amorim , site Diego Casagrande
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Os esquerdismo e os politicamente corretos estão todos os dias nas ruas agitando e gritando slogans contra globalização. Antes, esses botocudos estavam confinados nos seus currais. Mas, graças à globalização, ao avião a jato inventado pelos norte-americanos, ao barateamento das passagens aéreas em decorrência da performance capitalística e da saudável concorrência imposta pela economia de mercado, os botocudos descobriram que podem usar tudo isso e estão emigrando aos milhares, principalmente para os Estados Unidos e Europa.
Os botocudos são originários da América Latina, da África, das Arábias e de todos os cantos mais atrasados do planeta. Normalmente, os botocudos são “de esquerda”, politicamente corretos, ecológicos, militantes, profissionais de protestos e passeatas e, claro, são contra o capitalismo.

Se você pensa que eles vão para Cuba, para a Venezuela, para a China ou para as Arábias, engana-se. Eles vão todos para os melhores e mais adiantados países capitalistas e liberais do mundo, como EUA, a Suíça, Alemanha e Inglaterra.

Ahá! Não deixam por menos! Sorry, periferia! Nada como o primeiro mundo! Dentre esses imigrantes estão também aqueles que professam essas religiões fundamentalistas. Chegando nesses países democráticos, liberais e tolerantes, querem dar o tom e passam a reivindicar direitos. Querem andar de véus e turbantes, criam verdadeiros guetos raciais e insistem em construir minaretes e mesquitas, no que são rechaçados, com razão, pela cultura dominante no respectivo país.

E sabe o que os politicamente corretos estão afirmando? Que é a mesma coisa que o nazismo, quando esse proibiu a construção de Sinagogas pelos judeus na Alemanha nazi. Mentira! Não é nada disso. Os judeus nunca professaram fundamentalismos e nunca arremessaram aviões contra prédios em outros países, nunca fizeram terrorismo. Trata-se de uma retórica falsa, deletéria e mentirosa.Na França, por exemplo, o país mais condescendente com os botocudos na Europa, sua população resolveu não dar mais colher de chá ao laxismo de socialistas e comunistas. Decidiu por um fim à esculhambação alimentada pelo esquerdismo com suas de greves e tumultos. Providencialmente, nas últimas eleições os franceses elegeram o liberal-conservador (ótimo! conservador e de direita, por que não?) Sarkozy que prometeu descer o sarrafo nos botocudos.

O que estava acontecendo na França, agora acontece na Suíça, um país liberal e democrático que se transformou numa espécie de meca dos botocudos de todos os quadrandes do planeta. Agora eles resolveram se rebelar contra as autoridades desse país e geraram um quebra-quebra recentemente em Berna, a capital suíça.

Se intitulam “ovelhas negras”, em contraposição à propaganda do Partido Popular Suíço (SVP), o maior partido de direita do país (ótimo!), membro majoritário da coalizão de governo. É que num cartaz de campanha do SVP há o desenho de uma ovelha branca dando um coice numa ovelha negra, simbolizando a preocupação dos nativos com a invasão botocuda. A baderna foi armada na praça do parlamento, Bundesplatz, quando o SVP se preparava para realizar um grande comício e foi atacado pelas “ovelhas negras”.

Não é sem razão que o SVP, em sua página na internet denuncia que os esquerdistas querem destruir a democracia. É isto aí, suíços. Se vocês derem moleza para os botocudos eles não vão apenas destruir a democracia, mas o próprio país. Mirem-se no exemplo brasileiro.Os baderneiros chocaram os suíços, acostumados à ordem e ao respeito à lei. Calcula-se que a investida botocuda dará mais votos ainda ao SVP nas eleições que estão marcadas para o próximo dia 21. Os políticos oposicionistas mais conseqüentes, os verdes e similares já estão tentando descolar a sua imagem dos botocudos baderneiros conforme assinala o noticiário internacional.