Adelson Elias Vasconcellos
Qual a impressão que este governo acaba passando para a sociedade? A de que o crime compensa. Todos os petistas implicados, unas mais do que os outros, nas grandes tramas criminosas que vieram à tona desde 2003, nenhum, repito, NENHUM responde a processos na justiça, a exceção dos 40 quadrilheiros do Mensalão, e ainda assim não temos a menor idéia de como esta história irá terminar. Contudo, todos vão bem obrigado. Aliás, MUITO BEM. E muitos, o noticiário é claro neste sentido, acabaram em situação até melhor depois dos escândalos.
A sensação que este governo transpassa para o povo é a de que, entre eles, não apenas o crime compensa, mas o criminosos com carteirinha do partido acaba até sendo promovido. Diante desta clara demonstração de impunidade fica difícil para qualquer pai e mãe tentarem educar seus filhos seguindo as regras da boa conduta, de que não se pode matar, furtar, corromper, subornar, mentir. Porque ele, fatalmente, lhe jogará na cara que fulano infringiu a lei e acabou recompensado, ou que o presidente mente e continua presidente. Dias difíceis, não é mesmo ?
Pois a Folha de São Paulo deste domingo mais uma desta notícias que nos espanta e nos estarrece: a dona Erenice Guerra, enredada até o último fio de cabelo na sórdida trama do dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique, esposa e ministros, acaba de ser contemplada com promoção ao Conselho Fiscal do BNDES, onde, por uma e única miserável reunião mensal, receberá módicos R$ 3.500,00 de salário, os quais serão devidamente acoplados aos seus ganhos pelo trabalho “honesto” que presta ao partido na Casa Civil, que é de R$ 8.400,00, além de uma boquinha rica na Chesf onde recebe a merreca de R$ 2.400,00, para não fazer absolsutamente nada. Assim, esta "inestimável" prestadora de serviços públicos, será regiamente paga pelos brasileiros em módicos R$ 14.300,00, para as tarefas que compreende bisbilhotar governos dos outros e montar dossiês. Trata-se, como se vê, de uma profissional do ramo, com salários inimagináveis para qualquer barbabé, sem concurso, sem despesas, e devidamente protegida pela chefia. É, sem dúvida, um acinte.
E, aí, vamos dizer o quê, diante deste desrespeito ao povo brasileiro, desta bofetada desferida por Lula à honestidade da imensa maioria de honestos e que trabalham duro, em condições muitas vezes deploráveis, recebendo salários indignos para tocarem longas jornadas de trabalho diário, tendo ainda que suportar o fato de que, o produto dos impostos que o governo lhes toma, serve para sustentar a corja canalha cada vez mais patropi? Como podemos, diante destas ações degradantes e imorais, tentar consertar o país, lhe dando ares de seriedade e civilidade?
Segue a reportagem da Folha, pela qual a repulsa fica quase incontida diante do que Lula está fazendo com o Brasil, isto é, a total degradação moral e ética dos costumes, da decência e da cidadania. É isto aí, gente boa, vamos bisbilhotar. A profissão pode não ser regulamentada, mas a remuneração, parece, é ótima.
A reportagem é de Andreza Matais para a Folha.
Braço direito de ministra vai para o Conselho Fiscal do BNDES
Erenice vai receber R$ 3.500 por uma reunião por mês
Qual a impressão que este governo acaba passando para a sociedade? A de que o crime compensa. Todos os petistas implicados, unas mais do que os outros, nas grandes tramas criminosas que vieram à tona desde 2003, nenhum, repito, NENHUM responde a processos na justiça, a exceção dos 40 quadrilheiros do Mensalão, e ainda assim não temos a menor idéia de como esta história irá terminar. Contudo, todos vão bem obrigado. Aliás, MUITO BEM. E muitos, o noticiário é claro neste sentido, acabaram em situação até melhor depois dos escândalos.
A sensação que este governo transpassa para o povo é a de que, entre eles, não apenas o crime compensa, mas o criminosos com carteirinha do partido acaba até sendo promovido. Diante desta clara demonstração de impunidade fica difícil para qualquer pai e mãe tentarem educar seus filhos seguindo as regras da boa conduta, de que não se pode matar, furtar, corromper, subornar, mentir. Porque ele, fatalmente, lhe jogará na cara que fulano infringiu a lei e acabou recompensado, ou que o presidente mente e continua presidente. Dias difíceis, não é mesmo ?
Pois a Folha de São Paulo deste domingo mais uma desta notícias que nos espanta e nos estarrece: a dona Erenice Guerra, enredada até o último fio de cabelo na sórdida trama do dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique, esposa e ministros, acaba de ser contemplada com promoção ao Conselho Fiscal do BNDES, onde, por uma e única miserável reunião mensal, receberá módicos R$ 3.500,00 de salário, os quais serão devidamente acoplados aos seus ganhos pelo trabalho “honesto” que presta ao partido na Casa Civil, que é de R$ 8.400,00, além de uma boquinha rica na Chesf onde recebe a merreca de R$ 2.400,00, para não fazer absolsutamente nada. Assim, esta "inestimável" prestadora de serviços públicos, será regiamente paga pelos brasileiros em módicos R$ 14.300,00, para as tarefas que compreende bisbilhotar governos dos outros e montar dossiês. Trata-se, como se vê, de uma profissional do ramo, com salários inimagináveis para qualquer barbabé, sem concurso, sem despesas, e devidamente protegida pela chefia. É, sem dúvida, um acinte.
E, aí, vamos dizer o quê, diante deste desrespeito ao povo brasileiro, desta bofetada desferida por Lula à honestidade da imensa maioria de honestos e que trabalham duro, em condições muitas vezes deploráveis, recebendo salários indignos para tocarem longas jornadas de trabalho diário, tendo ainda que suportar o fato de que, o produto dos impostos que o governo lhes toma, serve para sustentar a corja canalha cada vez mais patropi? Como podemos, diante destas ações degradantes e imorais, tentar consertar o país, lhe dando ares de seriedade e civilidade?
Segue a reportagem da Folha, pela qual a repulsa fica quase incontida diante do que Lula está fazendo com o Brasil, isto é, a total degradação moral e ética dos costumes, da decência e da cidadania. É isto aí, gente boa, vamos bisbilhotar. A profissão pode não ser regulamentada, mas a remuneração, parece, é ótima.
A reportagem é de Andreza Matais para a Folha.
Braço direito de ministra vai para o Conselho Fiscal do BNDES
Erenice vai receber R$ 3.500 por uma reunião por mês
Responsável por coordenar a montagem do dossiê com informações sigilosas sobre gastos da família FHC, a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, vai assumir nos próximos dias uma vaga no Conselho Fiscal do BNDES, o que lhe garantirá renda extra de R$ 3.500 para participar de uma reunião por mês.
A vaga é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, mas a Folha apurou que a sugestão do nome dela partiu da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), de quem Erenice é a principal subordinada. A indicação também tem a chancela do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem cabe nomear os conselheiros.
Nos últimos três dias, a Folha buscou confirmar com a Casa Civil, o BNDES e o Desenvolvimento quando foi feita a indicação. Não obteve resposta.
A secretária entrará na vaga de Cesar Acosta Rech. O mandato é de dois anos. O Conselho Fiscal do BNDES tem três representantes. Dois são indicados pelo Desenvolvimento e outro, pela Fazenda.
Além do salário de R$ 3.500 para participar de uma reunião por mês, os conselheiros também recebem reembolso das despesas de locomoção e hospedagem -as reuniões são no Rio. A atribuição do conselho é analisar as contas do banco.
Na Casa Civil, o salário de Erenice é de cerca de R$ 8.400. Ela também está no conselho de administração da Chesf, com salário de R$ 2.500, desde 2005. Erenice integrava o Conselho Fiscal da Petrobras, mas seu mandato se encerrou agora em abril e não será renovado.
Para a oposição, o governo tenta fortalecer Erenice porque a sua demissão seria confissão de culpa. "Isso [a indicação] mostra como ela é de confiança e como há preocupação com ela no governo. A participação nesses conselhos é uma forma de aumentar o salário de alguns servidores. Ela deveria é ser demitida e não receber "promoção'", disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM).
A Folha procurou Erenice por meio de sua assessoria, mas ela não se manifestou.