Olha, já está enchendo a paciência este negócio do TSE achar irregularidades em prestações de contas de partidos políticos e continuar tudo na mesma. Não se vê punição nem à agremiação, tampouco seus dirigentes. Ou a lei existe, e se cumpre, independente de quem seja o infrator, ou se joga tudo isto no lixo e não se fiscaliza mais porcaria nenhuma ! Qual é, não há uma eleição que haja “irregularidades” nas contas do PT! E o partido continua a receber lépido e faceiro sua parte boa do Fundo Partidário. O que não podem é continuar ignorando a legislação.
Mesmo na campanha de 2006, o que não faltou foram abusos de toda a sorte, e o dossiê anti-serra foi apenas uma delas. Agora mesmo, completamente ilegal, o presidente utiliza a máquina pública e órgãos do Estado para uma peregrinação eleitoreira que todos sabem que irá desembocar em 2010, e não recebe uma reprimenda, uma advertência, uma multinha, nada. Isto é um convite aberto a que o ambiente político se deteriore ainda mais. Alô, alô TSE, vamos cumprir a lei?
As informações são da Agência Brasil.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a apontar irregularidades na prestação das contas apresentadas pela direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) relativas a 2006. Segundo a Coordenadoria de Exame das Contas Eleitorais e Partidárias (Coepa) do tribunal, o partido recebeu recurso de fonte proibida, aplicou irregularmente o fundo partidário e descumpriu o prazo de apresentação de seus balancetes.
Mesmo na campanha de 2006, o que não faltou foram abusos de toda a sorte, e o dossiê anti-serra foi apenas uma delas. Agora mesmo, completamente ilegal, o presidente utiliza a máquina pública e órgãos do Estado para uma peregrinação eleitoreira que todos sabem que irá desembocar em 2010, e não recebe uma reprimenda, uma advertência, uma multinha, nada. Isto é um convite aberto a que o ambiente político se deteriore ainda mais. Alô, alô TSE, vamos cumprir a lei?
As informações são da Agência Brasil.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a apontar irregularidades na prestação das contas apresentadas pela direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) relativas a 2006. Segundo a Coordenadoria de Exame das Contas Eleitorais e Partidárias (Coepa) do tribunal, o partido recebeu recurso de fonte proibida, aplicou irregularmente o fundo partidário e descumpriu o prazo de apresentação de seus balancetes.
Segundo a nota, o partido utilizou R$ 19.365.524,33 do fundo partidário para saldar suas despesas, indicando que, deste total, R$ 7.636.994,43 (39,44%) foram gastos na rubrica "despesas com fins eleitorais". Os técnicos sugerem que o TSE peça à Secretaria da Receita Federal a declaração anual de rendimento de pessoas jurídicas responsáveis por doações, que totalizam R$ 600 mil, e que, individualmente, sejam superiores a R$ 65 mil.
Os técnicos do Coepa também encontraram 'divergências' entre o balanço patrimonial, publicado no Diário da Justiça do dia 29 de novembro de 2007, e os dados declarados pelo PT em sua segunda prestação de contas, entregue após a primeira desaprovação pelo tribunal. Há, segundo a Coepa, erros e omissões nas informações dos balanços financeiro e patrimonial, demonstrativo de origens, aplicação de recursos e conciliação bancária do partido.
O diretório nacional do PT declarou ter assumido dívidas de R$ 10.302.372,10 na campanha das eleições de 2006. O partido também indica dívidas de empréstimos e juros relativos aos empréstimos com o Banco BMG e o Banco Rural, além de crédito a restituir ao empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, denunciado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento no esquema do Mensalão.