Adelson Elias Vasconcellos
Antes de prosseguirem, leiam post anterior, logo abaixo, na coluna “ENQUANTO ISSO...”.
Pois, segundo o presidente da FUNAI, Márcio Meira, o ataque a facão dos índios ao engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, é inadmissível, mas (os cretinos sempre tem um “mas” para reduzir o tamanho do crime), mas não passou de um “ato isolado”. Ou o senhor é um total desinformado sobre o que se passa em todo o país acerca dos índios, e por isso não deveria ocupar o lugar em que se encontra, ou quer nos passar por perfeitos idiotas, que não lêem jornais, nem televisão, rádio, ou qualquer meio de comunicação. Apenas ontem, aqui, publicamos três ações de violência dos índios e em três localidades diferentes. Hoje, e no mesmo local em que o engenheiro da Eletrobrás, os valentes lá estavam de novo, e todos bem municiados de facões. Enquanto isso, em São Paulo, índios faziam reféns três funcionários da FUNAI. Em todo, enquanto isso, tratavam com hostilidade um diretor da FUNASA. E, para terminar, em outro estado, índios bloqueiam rodovias federais.
E se fôssemos buscar mais notícias, seguramente, nas últimas duas semanas colheríamos uma penca de atos de violência praticados por comunidades indígenas. Claro que não se deve generalizar afirmando que todos os indígenas sejam selvagens, violentos, etc. Porém, vai ser difícil encontrar comunidades ou tribos que sejam ordeiras e pacíficas. Primeiro, porque o romantismo de índios bobalhões fica para as mentes perturbadas daqueles que adoram a pratica do proselitismo. Melhor do que muito “branco”, índio sabe bem o quer, quais seus direitos, sabem o que está em curso, com a possibilidade deles poderem se tornar independentes do Brasil incentivados pelas ONGs que os assediam com escusos interesses, sabem também que o país é governado por alguém que não suporta ser pressionado por “minorias” e logo vai cedendo e liberando geral. É bom lembrar, ainda, que todos são bem “instruídos” por estas centenas de ONGs vigaristas e picaretas, a grandiosa maioria delas sustentadas pelo interesse estrangeiro, com capital genuinamente nacional, já que inventamos as Organizações Não-Governamentais Governamentais, isto é, sustentadas com as gordas tetas do tesouro nacional.
Portanto, não venha o senhor Meira querer dar uma de muito esperto, ou tentar enganar a opinião pública. E estas ações bárbaras já vem ocorrendo faz tempo e cada vez com maior freqüência e grau de violência.
Para aqueles que, ou tinham conhecimento de alguns fatos, ou mesmo souberam mas esqueceram, vamos relembrar dois episódios marcantes para que fique claro uma coisa: não temos nenhum preconceito contra índio. Contudo, é inadmissível que índios sejam tratados com privilégios que, no fundo, não fazem mais sentido nos tempos atuais. Um deles, é não submetidos às mesmas leis dos não índios. Outra, é a concessão de latifúndios que, de maneira alguma serão explorados, ainda mais que,nos latifúndios que estão sendo doados, é imensa a riqueza tanto do solo quanto do sub-solo. E índio atualmente, pratica contrabando de madeira, metais e pedras preciosas.
Duas reportagens ilustram bem o nosso pensamento, ambas publicadas pela Revista Veja. Na edição de 10 de junho de 1992, sob o título “A explosão do instinto selvagem” , a Revista VEJA narrou o drama vivido por uma adolescente que foi estuprada e tortura por uma famoso índio caiapó, alguns devem lembrar, chamado Paulinho Paiakan. Segue um trecho da matéria, em seguida link da reportagem completa.
(...)“... Agraciado com algumas das condecorações mais cobiçadas pelos ecologistas internacionais - como o Prêmio Global 500 da ONU e o diploma da Sociedade Por Um Mundo Melhor, de Washington - Paulinho Paiakan, cacique da aldeia Aukre dos índios caiapós no sul do Pará, era o símbolo da reserva ética que as matas tropicais esconderiam, um tesouro mais valorizado ainda que seus estoques de plantas e animais. Entre seus admiradores estão o ex-presidente americano Jimmy Carter, o príncipe Charles e o cineasta Ridley Scott, diretor de Alien, o Oitavo Passageiro e Blade Runner, que quer fazer um filme sobre sua vida. Graças aos bons negócios que faz com os produtos de sua tribo, era também um índio de muitas posses, dono de carros, aviões e terras. Com esse currículo, Paiakan fugiu da ECO 92, encontro do qual era uma das presenças mais aguardadas. Em vez de ir à conferência, embrenhou-se nas matas do sul do Pará para escapar da polícia, que o caçava. Ele é acusado de um crime catalogado como hediondo na lei brasileira - o estupro, acompanhado de tortura e tentativa de homicídio, da estudante Silvia Letícia da Luz Ferreira, de 18 anos, filha de agricultores de Redenção, cidade de 150.000 habitantes, 750 quilômetros ao sul de Belém. Letícia foi levada à delegacia da cidade pelo pai e os irmãos. Tinha feridas espalhadas pelo corpo inteiro, sinais de espancamento no rosto, o bico de um seio dilacerado a dentadas. O estado lamentável resultava de uma sessão de tortura que durou uma hora num trecho deserto de uma estrada de terra. O cacique a estuprou com ajuda da própria mulher, Irekran, e na frente da filha mais velha, Maial, de 5 anos.
Antes de prosseguirem, leiam post anterior, logo abaixo, na coluna “ENQUANTO ISSO...”.
Pois, segundo o presidente da FUNAI, Márcio Meira, o ataque a facão dos índios ao engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, é inadmissível, mas (os cretinos sempre tem um “mas” para reduzir o tamanho do crime), mas não passou de um “ato isolado”. Ou o senhor é um total desinformado sobre o que se passa em todo o país acerca dos índios, e por isso não deveria ocupar o lugar em que se encontra, ou quer nos passar por perfeitos idiotas, que não lêem jornais, nem televisão, rádio, ou qualquer meio de comunicação. Apenas ontem, aqui, publicamos três ações de violência dos índios e em três localidades diferentes. Hoje, e no mesmo local em que o engenheiro da Eletrobrás, os valentes lá estavam de novo, e todos bem municiados de facões. Enquanto isso, em São Paulo, índios faziam reféns três funcionários da FUNAI. Em todo, enquanto isso, tratavam com hostilidade um diretor da FUNASA. E, para terminar, em outro estado, índios bloqueiam rodovias federais.
E se fôssemos buscar mais notícias, seguramente, nas últimas duas semanas colheríamos uma penca de atos de violência praticados por comunidades indígenas. Claro que não se deve generalizar afirmando que todos os indígenas sejam selvagens, violentos, etc. Porém, vai ser difícil encontrar comunidades ou tribos que sejam ordeiras e pacíficas. Primeiro, porque o romantismo de índios bobalhões fica para as mentes perturbadas daqueles que adoram a pratica do proselitismo. Melhor do que muito “branco”, índio sabe bem o quer, quais seus direitos, sabem o que está em curso, com a possibilidade deles poderem se tornar independentes do Brasil incentivados pelas ONGs que os assediam com escusos interesses, sabem também que o país é governado por alguém que não suporta ser pressionado por “minorias” e logo vai cedendo e liberando geral. É bom lembrar, ainda, que todos são bem “instruídos” por estas centenas de ONGs vigaristas e picaretas, a grandiosa maioria delas sustentadas pelo interesse estrangeiro, com capital genuinamente nacional, já que inventamos as Organizações Não-Governamentais Governamentais, isto é, sustentadas com as gordas tetas do tesouro nacional.
Portanto, não venha o senhor Meira querer dar uma de muito esperto, ou tentar enganar a opinião pública. E estas ações bárbaras já vem ocorrendo faz tempo e cada vez com maior freqüência e grau de violência.
Para aqueles que, ou tinham conhecimento de alguns fatos, ou mesmo souberam mas esqueceram, vamos relembrar dois episódios marcantes para que fique claro uma coisa: não temos nenhum preconceito contra índio. Contudo, é inadmissível que índios sejam tratados com privilégios que, no fundo, não fazem mais sentido nos tempos atuais. Um deles, é não submetidos às mesmas leis dos não índios. Outra, é a concessão de latifúndios que, de maneira alguma serão explorados, ainda mais que,nos latifúndios que estão sendo doados, é imensa a riqueza tanto do solo quanto do sub-solo. E índio atualmente, pratica contrabando de madeira, metais e pedras preciosas.
Duas reportagens ilustram bem o nosso pensamento, ambas publicadas pela Revista Veja. Na edição de 10 de junho de 1992, sob o título “A explosão do instinto selvagem” , a Revista VEJA narrou o drama vivido por uma adolescente que foi estuprada e tortura por uma famoso índio caiapó, alguns devem lembrar, chamado Paulinho Paiakan. Segue um trecho da matéria, em seguida link da reportagem completa.
(...)“... Agraciado com algumas das condecorações mais cobiçadas pelos ecologistas internacionais - como o Prêmio Global 500 da ONU e o diploma da Sociedade Por Um Mundo Melhor, de Washington - Paulinho Paiakan, cacique da aldeia Aukre dos índios caiapós no sul do Pará, era o símbolo da reserva ética que as matas tropicais esconderiam, um tesouro mais valorizado ainda que seus estoques de plantas e animais. Entre seus admiradores estão o ex-presidente americano Jimmy Carter, o príncipe Charles e o cineasta Ridley Scott, diretor de Alien, o Oitavo Passageiro e Blade Runner, que quer fazer um filme sobre sua vida. Graças aos bons negócios que faz com os produtos de sua tribo, era também um índio de muitas posses, dono de carros, aviões e terras. Com esse currículo, Paiakan fugiu da ECO 92, encontro do qual era uma das presenças mais aguardadas. Em vez de ir à conferência, embrenhou-se nas matas do sul do Pará para escapar da polícia, que o caçava. Ele é acusado de um crime catalogado como hediondo na lei brasileira - o estupro, acompanhado de tortura e tentativa de homicídio, da estudante Silvia Letícia da Luz Ferreira, de 18 anos, filha de agricultores de Redenção, cidade de 150.000 habitantes, 750 quilômetros ao sul de Belém. Letícia foi levada à delegacia da cidade pelo pai e os irmãos. Tinha feridas espalhadas pelo corpo inteiro, sinais de espancamento no rosto, o bico de um seio dilacerado a dentadas. O estado lamentável resultava de uma sessão de tortura que durou uma hora num trecho deserto de uma estrada de terra. O cacique a estuprou com ajuda da própria mulher, Irekran, e na frente da filha mais velha, Maial, de 5 anos.O que aconteceu depois
O crime de Paulinho Paiakan foi denunciado durante a Eco 92 e, entre a vítima e seu carrasco, os ecologistas ficaram do lado do índio. Em 1994, Paiakan acabou absolvido na Justiça, em primeira instância, por absoluta inépcia do Ministério Público local. A decisão ocorreu, segundo a Justiça paraense, por falta de provas contra ele. Na sentença, o juiz de Redenção acatou o fato de Irekran assumir a culpa pelas lesões da vítima. A índia, no entanto, não poderia ser responsabilizada penalmente pelo estupro por ser mulher e não ser emancipada. O crime, até então, pouco modificara a vida de Paiakan. Ele continuava vivendo em sua aldeia, onde ainda reinava, sem ser incomodado. Após a decisão do juiz de Redenção, o Ministério Público do Pará recorreu ao Tribunal de Justiça, em Belém, pedindo a condenação de Paiakan e sua mulher. Em 1998, ele foi condenado a 6 anos de reclusão, pena a ser cumprida integralmente em regime fechado. O cacique foi considerado pela Justiça como índio aculturado e integrado à sociedade civilizada. Já sua mulher, Irekran, embora não aculturada, foi condenada a 4 anos, em regime de semi-liberdade. Os advogados de Paiakan recorreram e, em setembro de 1999, o Superior Tribunal de Justiça confirmou, por unanimidade, a decisão da Justiça comum do Pará. A 5ª Turma do STJ determinou ainda que o processo de Irekran fosse revisto. Em janeiro de 2000, esse mesmo tribunal negou um pedido de liminar que suspenderia a prisão do cacique.
Dois anos depois, por determinação da Justiça, o cacique teria que se entregar à polícia para o cumprimento da pena pelo estupro da estudante Silvia Letícia. Para não cumprir o mandado, refugiou-se na mata. Prender Paiakan dentro da reserva caiapó não é uma tarefa fácil. Até porque os índios da aldeia Aukre decidiram não entregá-lo à Justiça. Na avaliação dos líderes caiapós, embora Paiakan tenha cometido crime sexual contra uma mulher "branca", sua prisão dentro da aldeia representaria uma "desmoralização" para a tribo. Além disso, colocaria em risco toda a comunidade indígena, que ficaria sujeita "às leis da cidade". Velhos e novos guerreiros se apressaram em garantir que nem a Polícia Federal ou o Exército se atrevessem a enfrentar os guerreiros caiapós dentro de suas terras. Prometeram "lutar até a morte" caso isso acontecesse. Segundo o juiz do Tribunal de Justiça paraense que assinou o mandado de prisão, Paiakan é considerado foragido da Justiça e tem pena para cumprir, em regime fechado. O superintendente da Polícia Federal no Pará negociou com dirigentes da Funai uma maneira de cumprir o mandado de prisão. Para o delegado, o ideal seria que a própria Funai convencesse o cacique a se apresentar à Justiça. Mas isso ficou muito mais difícil depois da posição tomada pelos índios.
A Funai se dedicou então a defender que Paiakan cumprisse o resto da pena em prisão domiciliar - não em regime fechado. Em 2007, pediu na Justiça a mudança do regime, apoiada numa alteração na lei de crimes hediondos, que passou a contemplar progressão do regime fechado à semiliberdade.”(...)
(...) .ÍNDIOS RICOS - Difícil também será tentar encontrar um lugar no mundo politicamente correto para o ato violento de Paiakan. Nenhuma voz defensora dos direitos humanos - ou dos selvagens, o que seria bastante apropriado para o caso - se levantou nos Estados Unidos para solidarizar-se ao ex-campeão mundial dos pesos pesados Mike Tyson, condenado a dez anos de prisão por estuprar Desiree Washington, uma candidata ao título de Miss América Negra. Tyson convidon a moça a subir a seu apartamento e ela aceitou sem ser forçada. No apartamento, tirou por iniciativa própria o absorvente que usava e parecia dar ao parceiro todas as indicações de que queria fazer sexo com ele. No último instante, mudou de idéia. Tyson avançou o sinal e foi parar na cadeia. Paiakan nem tentou seduzir. Foi fazendo o que queria, da forma mais brutal possível.
Paiakan era o caiapó mais notável também porque foi o último a se render à vocação mercantilista de seu povo. Avistados pela primeira vez pelo homem brunco em 1965, a integração dos caiapós começou em 1977. De lá para cá, eles se tornaram os índios mais ricos do país, donos de uma fortuna em madeira de lei e ouro que brota generosamente do chão nos 3,2 milhões de hectares de sua reserva.
Hoje, as aldeias caiapós têm casas de alvenaria e antenas parabólicas. Seus caciques andam de carros zero-quilômetro, têm casas nas cidades grandes do sul do Pará e negociam ativamente no mercado financeiro. Graças a um acordo especial com o IBDF podem explorar mogno de suas terras, privilégio que é negado às madeireiras dos brancos da região. De 1989 até hoje os pouco mais de 2.000 caiapós fizeram mais de 60 milhões de dólares vendendo madeira. Calcula-se que as reservas caiapós abriguem ainda uma foriuna de 120 milhões de dólares em mogno. Paiakan era contra os acordos com as madeireiras dos brancos - mas foi forçado pela própria tribo a negociar seu tesouro verde. Ele próprio tem poucos problemas com a riqueza cujos sinais externos ostenta com desenvoltura.
O prestígio de Paiakan no exterior serviu para que se realizassem bons negócios em nome dos caiapós. Em abril deste ano, ele comandou uma concorrida entrevista coletiva em Londres para anunciar a associação de sua tribo com a famosa marca de cosméticos ecológicos The Body Shop. "Os caiapós são uma marca de pureza", disse a inglesa Anita Roddick, presidente da Body Shop, que acertou com os caiapós o fornecimenio de 6.000 litros anuais de óleo de castanha para fabricação de um condicionador de cabelo. Na última quinta-feira, a empresa distribuiu uma nota em Londres dizendo-se "chocada com o terrível incidente" e anunciando que, apesar do crime de Paiakan, seus acordos com os caiapós serão mantidos. A Body Shop vive da imagem de pureza de seus fornecedores - ela tem acordos semelhantes no Nepal e com os índios americanos.”(...)
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