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Com informações Agência Estado
De acordo com sindicato, 32 dos 38 institutos aderiram ao movimento
(Ronaldo Santos / Fotoarena)
Institutos federais de educação estão sem aula.
Há um mês, as universidades estão sem aula
Mais de 30.000 docentes e técnicos federais iniciaram nesta segunda-feira uma paralisação pela reestruturação da carreira no país. No Brasil, existem 38 institutos federais do ensino superior e 32 já aderiram à greve, informa o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). Desde o dia 17 de maio, os professores das universidades federais também estão parados.
Desde julho de 2011, a categoria reivindica aumento salarial. O coordenador geral do Sinasefe, Carlos Davi Lobão, afirma que, neste ano, os trabalhadores pedem reajuste salarial de 22,08%.
"A data para o fim das negociações era 30 de março. Quando chegamos em maio sem nenhuma proposta do governo, começamos a organizar a greve", afirma Lobão. "Era para acontecer uma reunião de negociação nesta terça-feira (amanhã), mas ela foi suspensa. O governo alegou que não conseguiu chegar a uma proposta", explica o coordenador.
Lobão afirma ainda que o salário da categoria é o mais baixo entre os servidores públicos federais. São 42.000 docentes e técnicos administrativos.
