sábado, janeiro 18, 2014

Os rolezinhos e a falange do mal

Adelson Elias Vasconcellos

Sempre que qualquer grupamento de pessoas reunirem-se para protestar,  estejam certos de que os esquerdopatas brasileiros haverão de se infiltrar para tomaram conta do movimento.

Aquilo que era para ser uma simples arruaça de jovens acabou se transformando em movimento de protesto.  Voltem aos primeiros rolezinhos nos shoppings paulistas. Ninguém exibiu um único cartaz ou pronunciou uma só palavra de protestos. 

O que pouca gente se deu conta é de que os protestos no Brasil, que são um direito perfeitamente legal, não concedem salvo conduto a ninguém para destruir e quebrar patrimônio alheio, seja ele público ou privado. Um shopping,  gostem ou não, é terreno privado. Assim, aqueles que o administram tem todo o direito de impedir que ação de moleques promovam arruaças e terrorismo.  Ali é o lugar menos indicado para quem quer que seja realizar movimentos de protestos. 

Ora, é de se perguntar, desde quando algum shopping é culpado pelos problemas sociais do país? O que não falta em São Paulo são parques e praças para aqueles que estiverem insatisfeitos com o poder público agitarem bandeiras e protestarem. 

Grande parte dos protestos, realizados em 2013, terminou em pancadaria, destruição e vandalismo. E isto deixou, há muito tempo, de ser um direito. Protesto pacífico, respeitador da lei, da ordem e do patrimônio pode ser feito dentro destas regras. O direito de uns não pode invadir o direito de outros.   

Diz-se que os primeiros rolezinhos tiveram originem na suposta proibição de realização de bailes funk. Imaginemos que isto seja real. Mas venham cá, meus caros, o que os shoppings, consumidores e funcionários das lojas localizadas ali dentro têm a ver com isso?  NADA. Portanto, o local escolhido para a arruaça é inapropriado. As imagens captadas pelas tevês mostram claramente que a ação não se desenvolveu de forma pacífica. Pessoas foram atropeladas, vidros foram quebrados, celulares foram furtados,  foram feitos saques em alguns estabelecimentos comerciais e muitas pessoas se sentiram acuadas e aterrorizadas num ambiente em que deveria haver paz e lazer. 

Aqueles quantos defendem os rolezinhos são os mesmos bacanas vagabundos que defenderam a ação marginal dos protestos  com vandalismo e agressões realizados em 2013. São os promotores da baderna com fins espúrios. São políticos cujo intuito cretino é desestabilizar um poder constituído legitimamente. Querem tomar o lugar usando não uma plataforma política, mas a instituição da baderna. 

Não me surpreende que gente da laia de um Gilberto Carvalho, Secretário da Presidência, resolva agora abrir sua bocarra imunda para reclamar da ação de segurança, pública e privada, que tenta impedir que “vândalos modernosos”  aterrorizem pessoas pacíficas em locais privados. É o mesmo canalha que, diante do horror dos sistema penitenciário do Maranhão, se acordou e se mantive calado. Nenhum uma palavra, sequer para solidarizar-se com as vítimas e seus familiares. Que moral tem este cafajeste de quinta categoria para vir agora recriminar a segurança dos shoppings que, no seu direito, tentam reprimir a ação de vândalos? 

Gilberto Carvalho não é apenas um mero secretário, trata-se de um calhorda e leviano. Tivesse um pingo de dignidade e sequer se manifestaria na mesma semana em que se acovardou para a barbárie do Maranhão. 
Houve quem comparasse os tais rolezinhos aos arrastões que se fazem nas praias cariocas.  Há muitos vídeos no youtube e que não deixam margem à duvida: a ação policial em momento algum agrediu os tais “manifestantes”. Pelo contrário. Além disso, muitos dos baderneiros são frequentadores de shopping, muito sequer se incluem na categoria de “pobres e negros”.  Tratam-se de arruaceiros na melhor qualificação que se possa emprestar e a baderna que tentam promover escolheu o pior dos locais. 

Seria o mesmo que alguns destes moleques escolhessem a minha casa, ou a sua, para invadirem-na para sua ação estúpida. Estaria o dono da casa, neste caso, apenas por serem “pretos e pobres” impedido de defender seu patrimônio ou de chamar a polícia para expulsá-los? Tenham a santa paciência!!!

Todos os brasileiros são livres para se manifestarem  e protestar, desde que o façam sem ferir os direitos de outrem, sem que resulte de sua ação vandalismo ao patrimônio, público ou privado.  

As manifestações advindas da turma de Brasília  demonstram bem o estado de barbárie a que o país está sendo conduzido. Para o que se viu no Maranhão, silêncio e nenhuma palavra de consolo às vítimas. Para a baderna paulista, todas as vozes são críticas para aqueles que defendem a ordem e a paz.

E não venham com este papo cretino de que se trata de preconceito contra pobre ou favelado. Muitos pobres e favelados do bem, que estudam e trabalham, e vivem sua vida honestamente, sequer tem tempo para participarem de badernas em shopping. 

Não é gratuito o aumento da criminalidade principalmente nos estados governados pelo PT e seus aliados. Para esta gente, não há dúvida, de que quanto maior a degradação mais seu império prospera. Quanto maior a selvageria, a bagunça, a falta de civilidade, maior a possibilidade de reinarem absolutos. 

Em relação ao Maranhão, houve quem classificasse aquilo tudo como retorno à Idade Medieval.  Mas também já afirmamos aqui que, a continuar o Brasil entregue às hostes demoníacas do petismo e a esquerda bucéfala,a grande falange do mal, há grande possibilidade de o país regredir ao século 19. Pelo quadro que se tem, parece não estarmos muito distantes deste encontro.  É incrível como o Brasil tem optado por abandonar os valores de uma sociedade civilizada, sob as luzes e as benções de uma intelectualidade hipócrita e uma elite política decrépita.  E, por favor, não pensem que a falange do mal é uma fantasia: ela existe, é destrutiva de tudo aquilo que possa obstaculizar seu projeto de poder. Há tempo para expurgá-la de nosso meio, mas  este tempo está cada dia mais curto.