Aperto no Galeão
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Que falta de sorte a do senador Wellington Salgado (PMDB-MG), relator do projeto de lei que divide com os Esportes a grana reservada até aqui com exclusividade para a Cultura.
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Salgado está no aeroporto do Galeão, no Rio, à espera do embarque para Brasília do vôo 1820 da GOL marcado para às 21h40.
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Deu de cara com um grupo de atores passageiros do mesmo vôo que irão a Brasília brigar pela preservação do dinheiro da Cultura - entre eles, Fernanda Montenegro e Ney Latorraca.
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E há mais de duas horas que ouve um sermão deles.
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- Mas eu sou o senador dos Esportes - balbuciou, há pouco, Salgado.
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- Me desculpe, mas o senhor é senador do Brasil - retrucou Fernanda.
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O projeto que divide com os Esportes o dinheiro da Cultura será examinado, hoje, pela Comissão de Educação do Senado presidida por Salgado. E amanhã deverá ser votado pelo plenário do Senado.
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- Somente duas pessoas me fariam tirar o projeto da pauta da Comissão: os senadores José Sarney e Renan Calheiros - disse Salgado a Fernanda.
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**********
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Contra o apagão, fé e orações
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Tem algo errado no diagnóstico de nossas principais autoridades sobre o estágio atual do apagão aéreo.
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Lula disse no fim de semana que a situação estava sob controle e o apagão praticamente no fim.
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O ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), contou que ouviu do ministro da Defesa, Waldir Pires, a afirmação de que "é necessária muita fé, rezar um pouco para que dê tudo certo".
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Pires se referia ao mesmo apagão objeto da declaração eufórica de Lula. E às chances do governo de resolver até o fim do ano a crise no setor aéreo.
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Que falta de sorte a do senador Wellington Salgado (PMDB-MG), relator do projeto de lei que divide com os Esportes a grana reservada até aqui com exclusividade para a Cultura.
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Salgado está no aeroporto do Galeão, no Rio, à espera do embarque para Brasília do vôo 1820 da GOL marcado para às 21h40.
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Deu de cara com um grupo de atores passageiros do mesmo vôo que irão a Brasília brigar pela preservação do dinheiro da Cultura - entre eles, Fernanda Montenegro e Ney Latorraca.
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E há mais de duas horas que ouve um sermão deles.
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- Mas eu sou o senador dos Esportes - balbuciou, há pouco, Salgado.
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- Me desculpe, mas o senhor é senador do Brasil - retrucou Fernanda.
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O projeto que divide com os Esportes o dinheiro da Cultura será examinado, hoje, pela Comissão de Educação do Senado presidida por Salgado. E amanhã deverá ser votado pelo plenário do Senado.
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- Somente duas pessoas me fariam tirar o projeto da pauta da Comissão: os senadores José Sarney e Renan Calheiros - disse Salgado a Fernanda.
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Contra o apagão, fé e orações
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Tem algo errado no diagnóstico de nossas principais autoridades sobre o estágio atual do apagão aéreo.
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Lula disse no fim de semana que a situação estava sob controle e o apagão praticamente no fim.
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O ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), contou que ouviu do ministro da Defesa, Waldir Pires, a afirmação de que "é necessária muita fé, rezar um pouco para que dê tudo certo".
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Pires se referia ao mesmo apagão objeto da declaração eufórica de Lula. E às chances do governo de resolver até o fim do ano a crise no setor aéreo.
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Idoso de esquerda tem problema, diz Lula, 61 anos
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Roney Domingos, do G1, em São Paulo
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitiu nesta segunda-feira (11) que a permanência no governo pode provocar até mudanças ideológicas. Em discurso para uma platéia de empresários durante evento promovido pela revista IstoÉ, em hotel da Zona Sul de São Paulo, ele deixou claro que anda politicamente mais moderado e flexível.
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“Quem é mais de direita vai ficando mais de centro. Quem é mais de esquerda, vai ficando social-democrata. As coisas vão se confluindo de acordo com a quantidade de cabelos brancos que você vai tendo e de acordo com a responsabilidade que você tem. Não tem outro jeito. Se você conhecer uma pessoa idosa esquerdista é porque está com problema. Se acontecer de conhecer alguém muito novo de direita é porque também está com problema. Quando a gente tem 60 anos está no equilíbrio porque a gente não é nem um e nem outro”, diz Lula.
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O presidente discursava a respeito das alternativas que o Brasil tem para promover o crescimento econômico. Lula voltou a criticar as diversas barreiras legais e ambientais que travam as iniciativas de governo.
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Sobre esse assunto, Lula fez inclusive um elogio ao deputado federal Delfim Neto (PMDB)-SP, ex-ministro da Fazenda durante a ditadura militar e considerado por décadas rival de Lula e do PT. “Eu agora sou amigo do Delfim Neto. Passei vinte e poucos anos criticando-o e agora o Delfim Neto é meu amigo e eu sou amigo dele”, disse o presidente. “Acho que é a evolução da espécie humana”, observa.
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O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, defendeu a meta de crescimento do governo e disse que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) é "questão de tempo".
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Mudanças no horizonte da Fazenda
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Subiram no telhado o secretário do Tesouro, Carlos Kawal, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.
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Nenhum dos dois tem agradado Lula na discussão do pacote para o crescimento da economia de 5% em 2007.
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Lula os considera ortodoxos demais e criativos de menos para sugerir mudanças que contribuam para o crescimento da economia.
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No PT, todo apoio é dado para uma troca na Fazenda. Na bancada, Kawal é apontado como “homem de mercado” e Appy é chamado de Capitu, a personagem de Dom Casmurro, de Machado de Assis, que tinha “olhar dissimulado”.
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Pobre Daslu
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Idoso de esquerda tem problema, diz Lula, 61 anos
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Roney Domingos, do G1, em São Paulo
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitiu nesta segunda-feira (11) que a permanência no governo pode provocar até mudanças ideológicas. Em discurso para uma platéia de empresários durante evento promovido pela revista IstoÉ, em hotel da Zona Sul de São Paulo, ele deixou claro que anda politicamente mais moderado e flexível.
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“Quem é mais de direita vai ficando mais de centro. Quem é mais de esquerda, vai ficando social-democrata. As coisas vão se confluindo de acordo com a quantidade de cabelos brancos que você vai tendo e de acordo com a responsabilidade que você tem. Não tem outro jeito. Se você conhecer uma pessoa idosa esquerdista é porque está com problema. Se acontecer de conhecer alguém muito novo de direita é porque também está com problema. Quando a gente tem 60 anos está no equilíbrio porque a gente não é nem um e nem outro”, diz Lula.
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O presidente discursava a respeito das alternativas que o Brasil tem para promover o crescimento econômico. Lula voltou a criticar as diversas barreiras legais e ambientais que travam as iniciativas de governo.
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Sobre esse assunto, Lula fez inclusive um elogio ao deputado federal Delfim Neto (PMDB)-SP, ex-ministro da Fazenda durante a ditadura militar e considerado por décadas rival de Lula e do PT. “Eu agora sou amigo do Delfim Neto. Passei vinte e poucos anos criticando-o e agora o Delfim Neto é meu amigo e eu sou amigo dele”, disse o presidente. “Acho que é a evolução da espécie humana”, observa.
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O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, defendeu a meta de crescimento do governo e disse que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) é "questão de tempo".
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Mudanças no horizonte da Fazenda
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Subiram no telhado o secretário do Tesouro, Carlos Kawal, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.
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Nenhum dos dois tem agradado Lula na discussão do pacote para o crescimento da economia de 5% em 2007.
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Lula os considera ortodoxos demais e criativos de menos para sugerir mudanças que contribuam para o crescimento da economia.
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No PT, todo apoio é dado para uma troca na Fazenda. Na bancada, Kawal é apontado como “homem de mercado” e Appy é chamado de Capitu, a personagem de Dom Casmurro, de Machado de Assis, que tinha “olhar dissimulado”.
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Pobre Daslu
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A butique de luxo Daslu será autuada pela Receita Federal em R$ 236.371.942,45 por falta de pagamento de impostos de importação na compra de produtos no exterior feita pela Multimport entre 2001 e 2005.
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A empresa deverá sofrer até mais cinco autuações no próximo ano, por suposta sonegação de impostos internos.
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Os proprietários da Daslu, Eliana Tranchesi e seu irmão, Antônio Carlos Piva de Albuquerque, além de outros cinco importadores, são acusados de formação de quadrilha, descaminho aéreo (importação de produtos lícitos, mas de maneira irregular) e falsidade ideológica.
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Irrita qualquer um
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Do G1
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"O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, disse nesta sexta-feira (15), ao comentar o aumento dos salários dos parlamentares do Congresso, que é “extremamente irritante” a diferença entre o piso e o teto salarial pago ao funcionalismo público (o mesmo dos ministros do Supremo Tribunal Federal e dos congressistas).
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“O Brasil deveria ter um teto bem mais baixo do que tem. Deveríamos seguir o exemplo de países altamente desenvolvidos e que têm experiência social democrática”, disse Tarso, que participou do Seminário Reforma Política e Cidadania, realizado pela Fundação Perseu Abramo, em São Paulo.
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Nesses países, segundo o ministro, a relação entre o menor e o maior salário no regime público é de até um para sete. “Aqui no Brasil, é extremamente irritante porque reproduzimos as desigualdades (que existem fora do Estado). Acho que podemos ter uma regulamentação bem moderadora disso. Essa é uma questão que a sociedade deve colocar e sobre a qual o próprio Congresso legislar”, disse o ministro."
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Irrita qualquer um
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Do G1
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"O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, disse nesta sexta-feira (15), ao comentar o aumento dos salários dos parlamentares do Congresso, que é “extremamente irritante” a diferença entre o piso e o teto salarial pago ao funcionalismo público (o mesmo dos ministros do Supremo Tribunal Federal e dos congressistas).
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“O Brasil deveria ter um teto bem mais baixo do que tem. Deveríamos seguir o exemplo de países altamente desenvolvidos e que têm experiência social democrática”, disse Tarso, que participou do Seminário Reforma Política e Cidadania, realizado pela Fundação Perseu Abramo, em São Paulo.
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Nesses países, segundo o ministro, a relação entre o menor e o maior salário no regime público é de até um para sete. “Aqui no Brasil, é extremamente irritante porque reproduzimos as desigualdades (que existem fora do Estado). Acho que podemos ter uma regulamentação bem moderadora disso. Essa é uma questão que a sociedade deve colocar e sobre a qual o próprio Congresso legislar”, disse o ministro."