Bolsa Família não é eficaz nas regiões metropolitanas
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O propalado programa assistencialista do governo Lula não é eficaz no combate à pobreza de quem vive nas regiões metropolitanas do Brasil. Embora o volume de dinheiro repassado pelo Bolsa Família seja grande, o impacto é menor do que em municípios pequenos e médios e de baixo desenvolvimento econômico no Norte e Nordeste.
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O propalado programa assistencialista do governo Lula não é eficaz no combate à pobreza de quem vive nas regiões metropolitanas do Brasil. Embora o volume de dinheiro repassado pelo Bolsa Família seja grande, o impacto é menor do que em municípios pequenos e médios e de baixo desenvolvimento econômico no Norte e Nordeste.
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"Os repasses acabam se diluindo porque o custo de vida também é maior [e não só o número de habitantes]", reconhece Rosani Cunha, secretária de Renda da Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social.
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Apesar da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter ressaltado uma queda significativa nos números de pobreza, dados de um estudo realizado pela economista Sonia Rocha, em 2005, revelam uma realidade diferente. No conjunto das regiões metropolitanas, o número de pobres caiu apenas de 20,9 milhões para 19,2 milhões.
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No Rio de Janeiro, por exemplo, houve uma redução de menos de dois pontos percentuais na proporção de pessoas de Classe Média Baixa, de 33,59% para 31,66%. A Grande Recife, que em 2004 só registrava menos pobreza do que a Zona Rural do Maranhão, presenciou uma diminuição pífia, de 59,86% para apenas 57,08% no ano posterior.
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Enquanto isso...
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Enquanto isso...
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O novo Bolsa Família
R$ 110,20, R$ 104,70 ou R$ 99,75. Um desses será o novo valor do benefício máximo do Bolsa Família. As três cifras estão em estudo pela equipe econômica do governo.
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Desde que foi criado, em outubro de 2003, o benefício não foi reajustado. As três opções de reajuste levam em consideração índices distintos.
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O valor chegaria a R$110,20 se o governo decidisse corrigir o benefício pela inflação acumulada até o mês passado.
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O valor mais baixo do novo benefício teria como índice de correção apenas o que foi registrado de aumento no preço dos alimentos – 5%.
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E para chegar aos R$ 104,70, o governo daria 5% de reajuste para a parte fixa do benefício e 16% para a parte variável – R$ 15 para cada filho.
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O custo aproximado do reajuste seria de R$ 1,2 bilhão, dinheiro que o ministro Patrus Ananias, do Desenvolvimento Social, diz ter em caixa.
O novo Bolsa Família
R$ 110,20, R$ 104,70 ou R$ 99,75. Um desses será o novo valor do benefício máximo do Bolsa Família. As três cifras estão em estudo pela equipe econômica do governo.
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Desde que foi criado, em outubro de 2003, o benefício não foi reajustado. As três opções de reajuste levam em consideração índices distintos.
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O valor chegaria a R$110,20 se o governo decidisse corrigir o benefício pela inflação acumulada até o mês passado.
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O valor mais baixo do novo benefício teria como índice de correção apenas o que foi registrado de aumento no preço dos alimentos – 5%.
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E para chegar aos R$ 104,70, o governo daria 5% de reajuste para a parte fixa do benefício e 16% para a parte variável – R$ 15 para cada filho.
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O custo aproximado do reajuste seria de R$ 1,2 bilhão, dinheiro que o ministro Patrus Ananias, do Desenvolvimento Social, diz ter em caixa.